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sábado, 22 de setembro de 2018

Vamos falar sobre resíduos sólidos em Pqs Municipais de SP?

Eu, Érica Sena e Carolina Moro no Pq Severo Gomes- 22/09/18

Desde setembro venho coordenando um Projeto idealizado por mim, dentro da UMAPAZ/SVMA chamado Falando sobre resíduos sólidos em Parques Municipais.
Diante as demandas dos administradores dos parques nesta primeira fase foram escolhidos 10 Parques:
Parque da Luz 
Parque Trianon
Parque Prefeito Mario Covas
Parque Severo Gomes
Parque São Domingos
Parque Cordeiro
Parque Santo Dias
Parque Buenos Aires
Parque do Trote
Parque do Carmo
    Eu juntamente com profissionais super competentes: Carolina Moro e Anselmo Bonfim estaremos  a frente como os  facilitadores destes encontros.

    Saiba um pouco mais: 
    Falando Sobre Resíduos Sólidos nos parques municipais
    Os parques municipais urbanos são áreas verdes que podem trazer qualidade de vida para a população do seu entorno, já que proporcionam contato com a natureza e suas estruturas, sendo espaços apropriados para a realização de atividades físicas, de lazer e outros. Além de funções pedagógicas das mais variadas temáticas.
    Diante do crescimento desordenado das grandes cidades e da existência de poucas áreas verdes por habitante, os parques municipais têm uma importância socioambiental cada vez maior pelos serviços ambientais que oferecem, entre outros, a possibilidade de estimular a discussão sobre a gestão de resíduos sólidos.
    Neste contexto, este projeto busca trabalhar, de maneira teórica e prática, o diagnóstico e soluções possíveis para a diminuição e destinação adequada dos resíduos sólidos urbanos.
    O projeto será dividido em três encontros de 3 horas cada com o seguinte conteúdo:
    1º Encontro: Politica Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS (3 horas)
    1.1. Visão geral da PNRS
    1.2. Responsabilidade Compartilhada e Logística reversa 
    1.3. Importância desta Lei na gestão de resíduos sólidos urbano.
    Encontro: Educação ambiental dentro do consumo (3 horas)
    2.1. Consumismo e suas consequências 
    2.2. 5 R´s do Consumo Consciente
    3º Encontro: Compostagem (3 horas) *
    3.1. Conceito 
    3.2. Oficina de compostagem caseira.
     Material necessário para este encontro:
    • Duas ou três garrafas de pet do mesmo modelo;
    • Tesoura com ponta ou estilete para cortar as garrafas e furar o fundo;
    • Fita crepe para juntar as peças;
    • 1 saco para descartar as sobras.
    *Coordenado por Vicente Prado- UMAPAZ
    Facilitação: Anselmo Bonfim


    Facilitação:
    Carolina Moro - Bacharel em Direito. Doutoranda em Ciência Ambiental pelo PROCAM/USP. Mestre em Direito Civil.
    Érica Regina de Sena Silva - graduada em Ciências biológicas e Gestão Ambiental, especialista em Tecnologia Ambiental, educadora ambiental e Coordenadora de projetos de Educação Ambiental da UMAPAZ-4
    Anselmo Bonfim - graduado em gestão ambiental e licenciatura em ciências. (Oficina de compostagem caseira)
    Coordenação: Érica Regina de Sena Silva
    OBS: As inscrições serão para cada encontro, podendo ser feita pelo site ou na hora. 
    Os banners abaixo mostram as datas e horários em cada parque.










    Te espero lá!
    Vc pode assistir os encontros em vários parques!
    #UMAPAZ
    #GestãoDeResíduosSólidos
    #EdAmb

    Érica Sena
    contato: ericasilva@prefeitura.sp.gov.br

    Vamos falar sobre lixões?


    Infelizmente mesmo depois de 8 anos da Política Nacional de Resíduos sólidos os lixões ainda existem.. o prazo para sua extinção foi prorrogado para 2021. Será que até lá eles sumirão??

    Segundo o relatório da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) o Brasil tem quase 3 mil lixões funcionando em 1.600 cidades.
    Pela lei da Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS), todos os lixões do Brasil deveriam ter sido fechados até 2014.

    O levantamento da Abrelpe mostra que, de 2016 para 2017, o despejo inadequado do lixo aumentou 3%. 
    A produção de lixo no Brasil também aumentou no ano passado. 

    Cada brasileiro gerou 378 kg de resíduos no ano, um volume que daria para cobrir um campo e meio de futebol.Junto com esse aumento do lixo produzido, também subiu a quantidade de resíduos que vão parar em lixões, com impactos negativos para o meio ambiente e para a saúde pública. Estudo afirma que o país gasta R$ 3 bilhões por ano com o tratamento de saúde de pessoas que ficaram doentes por causa da contaminação provocada pelos lixões. (Fonte: G1- Natureza)



    Para entender um pouco mais compartilho a matéria do Portal de Resíduos sólidos abaixo:

    O impacto causado pelos lixões à céu aberto

    O que é um lixão a céu aberto? Qual a diferença entre lixão e aterro sanitário? Que impactos negativos o lixo pode causar na natureza? Saiba como o acúmulo de resíduos pode prejudicar você!


    (...)
    Há décadas, era comum transportar o lixo para  áreas distantes das cidades e deixá-lo ao ar livre. Com toda a certeza, os lixões a céu aberto eram uma alternativa mais fácil para (não) resolver o problema do lixo. Surpreendentemente, em 1954 havia uma lei que proibia lixões no Brasil. Essa lei foi revogada e outras semelhantes foram criadas, nos anos de 1981, 1988, 2010 e 2014. Além disso, em 2017 entrou em tramitação no congresso nacional uma lei para prorrogar o fim dos lixões para 2021. Até o momento, essa lei não entrou em vigor.
    Apesar de todas as legislações proibindo o uso de lixões, eles continuaram sendo utilizados entre 1954 e 2017. Após 37 anos de descaso, os prefeitos eleitos em 2016 estão tentando prorrogar a proibição para 2021. Sendo assim, o que farão os prefeitos eleitos em 2020? É possível que em 2021 a câmara dos deputados aprove outra prorrogação. Em vista disso, quantas doenças e mortes de animais poderiam ser evitadas?

    O que é o aterro sanitário?


    Aterro sanitário é uma obra de engenharia que tem como objetivo tratar os resíduos sólidos de forma ambientalmente adequada. Em outras palavras, é o destino final de alguns materiais descartados.Existem dois tipos de aterro: os de classe I e os de classe II. Os aterros de classe I são feitos especialmente para receber resíduos perigosos: inflamáveis, patogênicos, corrosivos, tóxicos ou reativos. Já os aterros de classe II são projetados para receber resíduos não perigosos, como sucata ou matéria orgânica.  
    A construção de um aterro sanitário deve obedecer critérios específicos para evitar danos à saúde pública e ao meio ambiente. Por isso, os projetos de aterro devem estar em conformidade com a Associação brasileira de normas técnicas (ABNT). Dessa forma, resíduos destinados ao aterro são separados de acordo com suas características e compactados para economizar espaço. Nessa obra há sistemas de drenagem para gases e chorume.  
    Os aterros são considerados como a melhor solução para o excesso de resíduos. No entanto, grande parte dos materiais destinados aos aterros sanitários são recicláveis. 
    Segundo o IPEA, o Brasil perde 8 bilhões por ano por não reciclar seus materiais. Certamente, se houvesse um maior investimento em reciclagem, a quantidade de resíduos de um aterro sanitário diminuiria.   
    Qual a diferença entre lixão e aterro sanitário?
    As diferenças entre o lixão a céu aberto e o aterro sanitário são gritantes. 
    O aterro é uma obra planejada e supervisionada, que tem como objetivo a destinação ambientalmente adequada de resíduos sólidos. No Brasil a vida útil do aterro, definida pela norma ABNT NBR 13896/97, é de no mínimo 10 anos. No entanto, a  redução e reutilização de resíduos diminui o volume de lixo no aterro, aumentando dessa forma, a sua durabilidade.
    Já os lixões a céu aberto podem se formar em qualquer lugar, sem proteção ou planejamento. Basta que os resíduos sejam despejados e esquecidos. Além disso, quando os resíduos dos lixões são cobertos com argila, terra e grama, forma-se o aterro controlado. Essa técnica não evita a contaminação do lençol freático. Como o aterro controlado não realiza a impermeabilização do solo, não deve ser confundido com aterro sanitário.
    Que impactos negativos o lixo pode causar na natureza?
    No lixão a céu aberto, há bactérias responsáveis pela decomposição da matéria orgânica. Consequentemente, a reação química produz gás metano (CH4), que é responsável pelo aquecimento global. Além disso, quando em contato com o ar, pode provocar incêndios e explosões. A decomposição da matéria orgânica também é responsável por produzir chorume. Esse líquido percolado apresenta a mesma composição dos detritos descartados e pode apresentar concentrações de metais pesados. Dessa forma, no período chuvoso, o chorume pode se infiltrar no solo e contaminar as águas subterrâneas.
    O descarte inadequado de resíduos sólidos pode atrair animais, principalmente ratos portadores da bactéria leptospira. Por serem eliminadas na urina, essas bactérias se espalham por vários lugares. Em virtude disso, quando há enchentes, pessoas com ferimentos em contato com a água correm o risco de contrair leptospirose. Os principais sintomas são febre, dor de cabeça e dores pelo corpo. Em casos mais graves, os sintomas podem ser meningite, insuficiência renal e o paciente pode ir a óbito.
    Os materiais descartados perto dos cursos d’água, além de transmitirem doenças, são os principais responsáveis pela poluição hídrica. Segundo a Agência Europeia do Ambiente, a cada ano 10 milhões de toneladas de lixo vão parar nos oceanos, no mundo inteiro. Por causa disso, muitos animais marinhos estão morrendo por ingestão de resíduos e asfixia.  
    O lixão a céu aberto e o aterro sanitário tem algo em comum. Os materiais destinados à esses dois lugares podem ser comercializados e gerar receita. Desse modo, a reciclagem pode se tornar o sustento para quem não tem o que comer. Além de gerar fonte de renda, diminui a quantidade de lixões e aterros, amenizando os impactos ambientais. .

    Veja a matéria na integra: https://portalresiduossolidos.com/o-impacto-dos-lixoes/




    É necessário que cada um tenha responsabilidade de fazer sua parte na gestão de resíduos sólidos em nosso município. Dentro da PNRS existe a responsabilidade compartilhada.

    #FaçaSuaParte
    #ResponsabilidadeCompartilhada
    Eu, vc e todos nós são responsáveis pela gestão correta dos resíduos sólidos ou popularmente "Lixo".

    Érica Sena 

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    quarta-feira, 13 de junho de 2018

    Curitiba lança propostas para conservação da biodiversidade na Região Metropolitana


    Bugios fotografados na Região Metropolitana de Curitiba (Foto: SPVS)

    Parceria entre a Prefeitura de Curitiba e SPVS elaborou diretrizes a serem seguidas pelos municípios da Região Metropolitana para enfrentar mudanças climáticas
    Em evento na capital paranaense nesta quinta-feira (24) foram lançadas propostas para ações integradas pela conservação da biodiversidade na Região Metropolitana de Curitiba. O documento apresenta diretrizes para que as cidades vizinhas trabalhem juntas em prol do patrimônio natural.
    A publicação das “Diretrizes para Conservação da Biodiversidade na Região Metropolitana de Curitiba” é uma iniciativa pioneira surgida de uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Curitiba e a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem (SPVS), cuja elaboração envolveu outras 20 instituições ligadas ao meio ambiente. As ações estratégicas presentes no documento incluem a conservação da biodiversidade como parte dos negócios, reconhecendo as áreas naturais como ativos socioeconômicos da metrópole. O objetivo das diretrizes previstas no documento é garantir a resiliência ambiental da região diante das mudanças climáticas, promovendo a segurança hídrica e do clima, além da qualidade de vida da população.
    Segundo o diretor executivo da SPVS, Clóvis Borges, o cumprimento das diretrizes pode tornar a Grande Curitiba referência em desenvolvimento sustentável. “Vemos hoje no Brasil uma retórica antiquada de antagonismo entre a conservação da natureza e o desenvolvimento”, afirma. “A Região Metropolitana de Curitiba pode dar ao país o exemplo de que é possível conciliar os investimentos necessários para a conservação da natureza com qualidade de vida e desenvolvimento econômico.”
    O prefeito de Curitiba, Rafael Greca, declarou que a estrutura da Prefeitura e da Secretaria do Meio Ambiente está à disposição dos municípios vizinhos. “Vamos multiplicar a ideia da conservação, da segurança hídrica, a sensibilização para as mudanças climáticas e a educação ambiental e fazer o melhor possível nesta região”, garantiu o prefeito.
     As diretrizes, de autoria das biólogas da SPVS Betina Ortiz Bruel e Maria Vitória Yamada, podem ser acessadas na integra no site da instituiçãoO documento é apoiado pelo Programa de Desenvolvimento Produtivo Integrado da Região Metropolitana de Curitiba, o Pró-Metrópole.

    Curso metropolitano de conservação da natureza
    O evento de lançamento das Diretrizes para Conservação da Biodiversidade marcou também a aula inaugural de um curso gratuito de capacitação em conservação da natureza para servidores e gestores das secretarias de meio ambiente da Grande Curitiba. A secretária municipal do Meio Ambiente, Marilza Dias, destacou a importância de uma visão integrada para o patrimônio natural. “Não podemos trabalhar isoladamente. O curso de formação vai nos dar instrumentos para promover a sustentabilidade de maneira integrada em todos os municípios participantes”, diz Dias.
    Fonte: Pg1
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    Programa recicla embalagens de fraldas e absorventes e promove doações para instituições de caridade

    Resíduos aceitos no programa de reciclagem 
    TerraCycle do Brasil 



    Marcas se unem para lançar um programa pioneiro de reciclagem e convidam os consumidores de todo o país a participar e ainda colaborar com causas sociais

    No intuito de fomentar a consciência ambiental em consumidores de todo o país, as marcas Pampers e Always da P&G juntaram-se à TerraCycle para criar um programa de reciclagem de embalagens de fraldas, lenços umedecidos e absorventes.

    Além do cunho ambiental, o programa dá aos consumidores a chance de se engajarem em uma causa social. Isso porque a cada embalagem enviada para a reciclagem - respeitando o peso mínimo de 200 gramas-, será doado R$0,02 para uma escola ou organização sem fins lucrativos indicada pelo próprio consumidor. 

    A participação é totalmente gratuita, já que o custo de envio é pago pela TerraCycle.

    Para participar, o consumidor ou entidades, como escolas e organizações, devem se cadastrar no site da TerraCycle e se registrar no Programa Nacional de Reciclagem de Embalagens de Fraldas e Absorventes . 

    Feita a inscrição, basta começar a coletar as embalagens pós-consumo de fraldas, absorventes e lenços umedecidos de qualquer marca e enviá-las gratuitamente para a TerraCycle, conforme as orientações disponíveis no site. 

    As embalagens coletadas passam por uma série de procedimentos que vão desde a separação dos diferentes tipos de materiais até o processo de reciclagem para serem transformadas em matéria-prima que será reintroduzida no ciclo produtivo.

    A TerraCycle recebe os resíduos, verifica a quantidade de embalagens e credita 2 pontos (equivalente a R$0,02) por unidade na conta do consumidor ou da equipe responsável pela coleta. O valor acumulado é doado a uma escola ou instituição sem fins lucrativos à escolha dos próprios participantes.


    https://www.terracycle.com.br/pt-BR/brigades/programa-de-reciclagem-always-pampers


    Sobre a TerraCycle

    Informações para a Imprensa

    A TerraCycle é líder global em soluções ambientais para resíduos de difícil reciclabilidade e responsável por transformar, nos 21 países onde atua, mais de 2 mil toneladas de lixo/mês em matéria-prima para gerar novos produtos, como baldes, vasos, bancos, entre outros. Por meio de seus programas de reciclagem, a TerraCycle engaja globalmente mais de 60 milhões de consumidores, verdadeiros protagonistas desta transformação socioambiental, que não só viabiliza o descarte ambientalmente correto de resíduos, como também promove doações a instituições sem fins lucrativos escolhidas pelos próprios participantes. Em 2016, a TerraCycle foi premiada no Eco Brasil e atualmente, tem parcerias no Brasil com marcas como Faber-Castell, Avon, Colgate-Palmolive, L’Occitane, JDE, P&G e 3M (Scotch-Brite).

    Fonte:TerraCycle 

    Pensar Eco comenta:
    Que tal participar desta campanha? Além de fazer uma ação sustentável  destinando as embalagens plasticas de fraldas, absorventes  e lenços umedecidos ao TerraCycle, você ajuda num projeto social .
    Parabéns TerraCycle e empresas envolvidas nesta projeto!
    Se todas empresas tivessem a responsabilidade de pegar de volta as embalagens de seus produtos (LOGÍSTICA REVERSA) estaríamos vivendo num cenário muito mais positivo em relação a gestão de resíduos sólidos!

    #PNRS
    #ResponsabilidadeCompartilhada
    #CadaUmFazASuaParte
    #NãoExisteJogarOLixoFora
    #LixoResponsabilidadeDeTodos
    #5Rs
    Érica Sena 

    sábado, 24 de março de 2018

    09 Anos do Pensar Eco

    Este pedaço é especial para você, leitor e parceiro, do Pensar Eco!! Espero que goste! Obrigadaaaaaa!!


    Pensar Eco completa nesta segunda- feira, dia 26 de março, 09 anos, e como simpatizante pela numerologia resolvi compartilhar o significado deste número.

    Na Numerologia, o número 9 apresenta um valor metafísico, tendo suas aplicações e simbologias, demonstrando o final de um ciclo e o início de outro. O algarismo 9 está associado ao altruísmo, à espiritualidade e à fraternidade.

    Como se trata de um número de pessoas que conseguem entender ambos os lados, espiritual e material, o 9 representa a realização total do homem em todas as suas aspirações, oferecendo o atendimento de todos os seus desejos.

    O significado do número 9 na Numerologia representa a mais alta manifestação de amor universal, sendo o número da sabedoria e do poder do espírito, contendo a experiência de todos os números que o precedem. (Astrocentro)

    De acordo com a Numerologia o  nono ano do Pensar Eco é o fim de um ciclo e começo de outro. Nestes 08 anos vivenciei frente ao blog muitas conquistas e muitas histórias graças a todos os leitores e parceiros, agora neste nono ano conto com vocês!!!

    Que este novo ciclo seja repleto de boas notícias em relação ao Meio ambiente, e que continuemos juntos nesta luta que não é só minha, ou sua, mas sim, NOSSA!

    Obrigada por fazer parte destes 09 anos de trabalho!!! Que venha este novo ciclo e seja tão bom quanto o que se finda!!

    Érica Sena 

    Crise Hídrica no Brasil acompanhada de falta de investimento e planejamento urbano


    Há muito tempo não se falava em crise hídrica no Brasil, porém nos últimos anos este fato tornou-se relevante em especial em estados onde o fenômeno está acompanhado de falta de investimento e planejamento urbano.

    Veio a memória uma música da década de 80 de Guilherme Arantes: Terra Planeta Água, e em um dos seus versos “água que nasce na fonte”... Esse será o motivo da nossa discussão sobre a água. Quando falamos de água que nasce na fonte, remete um olhar nas nascentes dos rios, nas vertentes de água, no lençol freático, nos aquíferos e nos rios que formam as grandes Bacias Hidrográficas. Neste cenário vem a pergunta: Estamos criando projetos e planejando as nossas cidades para a proteção da água que nasce da fonte? Não, muito pouco está sendo feito. O Governo Federal criou a ANA – Agência Nacional da Águas com o objetivo de monitorar as Bacias Hidrográficas do todo o Brasil e avaliar a qualidade da água, o que pouco está sendo feito, visto que, há poucos recursos, ausência de profissionais técnicos adequados e em especial projetos em programas que venham ao encontro da proteção dos recursos hídricos.

    Desde que foi criado o Código Florestal Brasileiro Lei nº 4.771 na década de 60, século passado, não há respeito às margens dos rios e a proteção das nascentes, isso é lei, deveria ser cuidado e aplicado sansões penais a quem descumprisse essas medidas. No entanto, não é o que se vê, para a proteção da água temos que cuidar da floresta, nas matas, manter o ecossistema equilibrado, sob a ameaça futura, não da disponibilização da água, mas a falta de água de qualidade. Ano a ano os custos para tratar a água vem encarecendo e a abundância de água tão invejada por outros países em relação ao Brasil, vem diminuindo e encarecendo.

    Neste sentido quero apresentar algo que leve a reflexão de todos os cidadãos para que possamos também evitar o desperdício, com banhos mais curtos, economia e uso racional da água para que a mesma não venha a faltar ou para que somente quem tiver recursos poderá ter acesso a ela. Um exemplo que devemos levar em consideração:

    O corpo humano possui cerca de 70% de água, distribuídos desta forma: cérebro 75%, pulmão 86%, fígado 86%, coração 75%, sangue 81%, músculos 75%. Percebe-se que dependemos muito da água para a nossa própria sobrevivência. Você pode ficar 30 dias sem comer nenhum alimento, desde que consuma água, você não vai morrer, agora se ficar 5 dias sem beber água você morre.

    Por isso, e ainda muitas informações que poderiam ser mencionadas é que devemos ter um olhar de proteção aos recursos hídricos para a manutenção da vida e, todas às formas de vida no planeta. E vai uma sugestão: escutem a música: Terra Planeta Água de Guilherme Arantes.

    Autor: Prof. Rodrigo Berté, Diretor da Escola Superior de Biociências do Centro Universitário Internacional Uninter.


    Fonte: Pg1

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    Iniciativa destina R$ 1,6 milhão a projetos de proteção do meio ambiente no Brasil



    Por meio de um edital público lançado no segundo semestre de 2017, 13 propostas foram selecionadas e abrangem 11 estados brasileiros

    Um total de R$ 1,6 milhão será doado a 13 novos projetos de conservação da natureza no Brasil, a partir da segunda quinzena de fevereiro. Selecionadas por meio de editais públicos lançados no segundo semestre 2017 pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, as iniciativas serão desenvolvidas em diversos biomas brasileiros e nos ecossistemas costeiro e marinho. 
    Para conferir a lista completa dos projetos que iniciam no primeiro semestre deste ano, acesse o link.


    Nordeste

    Na Região Nordeste, os estados de Pernambuco e Bahia estão entre os que tiveram propostas selecionadas. Para esses projetos, a soma do apoio financeiro é de R$ 189 mil.

    O projeto “Estrutura e saúde dos recifes no Arquipélago de Fernando de Noronha: subsídios às ações de conservação marinha”, coordenado pelo Instituto Recifes Costeiros, pretende estudar novos habitats de recife de coral em Fernando de Noronha.

    Na região Nordeste, em Pernambuco, o projeto selecionado pretende estudar novos habitats de recife de coral em Fernando de Noronha - Marcos Amend 


    Já o projeto “Biologia reprodutiva e forrageamento das aves marinhas de Abrolhos”, da Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa (Fundepes), tem como objetivo determinar atributos da história de vida de cinco espécies de aves marinhas residentes no Parque Nacional Marinho de Abrolhos e definir áreas de alimentação e invernagem das espécies de grazinas e do atobá-marrom, para compreender a ecologia desses organismos marinhos, a relação das áreas de alimentação com o polígono da Unidade de Conservação e com áreas potenciais de interação com atividades humanas.


    Norte

    Na Região Norte, Roraima e Pará estão entre os estados com projetos apoiados e que receberão R$ 282 mil. Em Roraima, o projeto “Veado-galheiro (Odocoileus virginianus) nas Campinaranas Amazônicas: dinâmica de ocupação e abundância de uma espécie deficiente de dados no contexto da expansão do Parque Nacional do Viruá, Roraima”, coordenado pelo Instituto Curicaca, irá contribuir para a expansão do Parque Nacional do Viruá – Unidade de Conservação com a maior diversidade de vertebrados conhecida e recentemente incluída como sítio Ramsar– beneficiando espécies como o veado-galheiro, considerado o cervídeo menos conhecido do Brasil.

    No Pará, o “Genômica da conservação da ariranha (Pteronura brasiliensis): avaliação da conectividade entre populações remanescentes nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, com ênfase em ações do Plano de Ação Nacional” - que envolve também os estados do Mato Grosso, Tocantins e Goiás - tem como objetivo investigar as populações de ariranhas no Cerrado – bioma que pode representar um importante corredor de fluxo gênico entre as principais populações remanescentes da Amazônia e Pantanal. O Instituto para a Conservação dos Carnívoros (Pró-Carnívoros) é organização responsável pelo projeto.

    Iniciativa que irá investigar as populações de ariranhas no Cerrado envolve as regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil Haroldo Palo Jr. / Fundação Grupo Boticário
    Centro-Oeste

    A Região Centro-Oeste receberá R$ 595 mil de apoio financeiro destinado a projetos de quatro estados brasileiros: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Goiás.

    Três desses projetos são do Mato Grosso do Sul (MS). A iniciativa “Abundância e tendências da população de cervos do Parque Nacional da Ilha Grande, Paraná, Brasil” visa atualizar as estimativas da população de cervos que habitam a região do Parque Estadual da Ilha Grande (PR) e Parque Estadual Várzeas do Rio Ivinhema (MS) e será realizada pela Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento Sustentável do Pantanal - Pantanal com Ciência.

    O projeto “Restauração da população de Bicudos no Pantanal: Integrando a boa ciência e a conservação ex situ” busca restaurar uma população de bicudos (Sporophila maximiliani), espécie de ave da região do Pantanal, em uma área na qual a espécie ocorria historicamente mas que atualmente não é encontrada. A população desse animal está classificada como criticamente ameaçada e há apenas cerca de 40 indivíduos na natureza. A organização responsável pelo projeto de proteção à espécie é o Instituto Respirar.

    Outro projeto do Mato Grosso do Sul também será desenvolvido no Mato Grosso. O  “Rede de proteção e conservação da Serra do Amolar: monitoramento ambiental como ferramenta para conservação”, coordenado pelo Instituto Homem Pantaneiro (IHP), irá monitorar a biodiversidade da Serra do Amolar, com o objetivo de identificar processos e ações realizadas pelo homem, que possam afetar a conservação das áreas.

    Também no Mato Grosso, abrangendo o Bioma Pantanal, a iniciativa “Proteção jurídica e conservação das Áreas Úmidas de Mato Grosso: aprimoramento das decisões judiciais pelo uso de técnicas de valoração do dano ambiental” capacitará membros do Ministério Público e realizará audiências públicas, com o objetivo de tornar efetiva a aplicação da Valoração do Dano Ambiental (VDA) em três áreas úmidas: o Pantanal, o Vale do Araguaia e o Vale do Guaporé. Para isso, os pesquisadores da Fundação de Apoio e Desenvolvimento da Universidade Federal de Mato Grosso (Uniselva) irão compilar dados desses locais referentes aos danos ambientais em um e-book com linguagem acessível.



    Um dos projetos selecionados no Centro-Oeste tem como foco aumentar a área de proteção efetiva em torno do Parque Nacional do Pantanal 

    Haroldo Palo Jr. / Fundação Grupo Boticário 

    São Paulo

    O projeto “Estimativa populacional e conservação do criticamente ameaçado Ortalis remota”, realizado pela Sociedade para Conservação de Aves do Brasil (Save Brasil), pretende estimar o tamanho populacional dessa espécie de ave no estado de São Paulo - onde a sua situação é crítica. O animal encontra-se restrito a seis municípios, sendo nenhuma dessas áreas legalmente protegida por unidades de conservação. Além disso, a iniciativa pretende identificar sua provável ocorrência no sudeste do estado. A proposta é possibilitar o planejamento de medidas para a conservação dessa espécie, que é um dos cracídeos (família que inclui aves popularmente conhecidas como mutum, jacu e aracuã) mais raros do planeta. Esta iniciativa receberá apoio financeiro de R$ 63 mil.


    Paraná

    No Paraná são quatro os projetos - dois do edital nacional e dois selecionados por meio do edital Biodiversidade do Paraná, que é exclusivo para o território paranaense e em parceria com a Fundação Araucária - que receberão apoio financeiro e que, juntos, somam cerca de R$ 607 mil.

    O projeto “Revigoramento populacional do bicudinho-do-brejo (Formicivora acutirostris)”, realizado pela Mater Natura Instituto de Estudos Ambientais tem como objetivo aumentar a variabilidade genética dessa espécie de ave ameaçada  que vive em brejos salinos do Sul do Brasil, por meio da translocação de ovos entre populações da espécie.
    Dentre os quatro projetos selecionados no estado do Paraná, um deles foca no bicudinho-do-brejo 
    Haroldo Palo Jr. / Fundação Grupo Boticário 

    Ainda, a iniciativa “Abundância e tendências da população de cervos do Parque Nacional da Ilha Grande, Paraná, Brasil” envolve também o estado do Mato Grosso do Sul e foi citada anteriormente.

    Aprovada no Edital Biodiversidade do Paraná, a iniciativa “GODOY + 1000: seguindo o Caminho das Antas”, proposta pela ONG Meio Ambiente Equilibrado (MAE), busca ampliar a área do Parque Estadual da Mata dos Godoy. A região é o maior ativo ambiental de Mata Atlântica do Norte do Paraná e conta com uma animadora distribuição de Tapirus terrestris (antas) que carece de mais áreas conservadas para garantir a sua sobrevivência.

    Também do Edital Biodiversidade do Paraná, o “Estudos técnicos para criação de unidade de conservação de proteção integral em remanescentes significativos de floresta ombrófila mista do Paraná”, da Mater Natura Instituto de Estudos Ambientais, busca, por meio da criação e o manejo de Unidades de Conservação (UC) de Proteção Integral, a manutenção da biodiversidade e dos processos ecológicos da Floresta com Araucárias, que é um dos ecossistemas de maior biodiversidade em nível mundial, mas também um dos mais ameaçados de desaparecimento.


    Rio Grande do Sul

    No Rio Grande do Sul, um projeto receberá apoio financeiro de R$ 140 mil. A iniciativa “Gestão das perturbações à avifauna em Sítio Ramsar e ordenamento do turismo de observação de aves no Parque Nacional da Lagoa do Peixe com organização e inserção da comunidade local” é coordenada pelo Instituto Curicaca, e busca diagnosticar tanto as atividades turísticas atuais quanto as potencialidades de se introduzir outras práticas menos impactantes, como a observação de aves, dentro do Parque. Também é objetivo da iniciativa qualificar jovens locais como guias de observação de aves.

    O projeto selecionado no Rio Grande do Sul tem como objetivo o ordenamento do turismo de observação de aves - entre elas a capororoca - no Parque Nacional da Lagoa do Peixe 
    Haroldo Palo Jr. / Fundação Grupo Boticário 
    Edital 2018

    Está aberta até 31 de março a chamada do primeiro semestre de 2018 para o Edital de Apoio a Projetos da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, uma das principais instituições da iniciativa privada a apoiar financeiramente ações e pesquisas científicas em conservação da biodiversidade brasileira. Os interessados podem se inscrever até 31 de março, no site da instituição, na seção ‘editais’.


    Sobre a Fundação Grupo Boticário

    A Fundação Grupo Boticário é fruto da inspiração de Miguel Krigsner, fundador de O Boticário e atual presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário. A instituição foi criada em 1990, dois anos antes da Rio-92 ou Cúpula da Terra, evento que foi um marco para a conservação ambiental mundial. A Fundação Grupo Boticário apoia ações de conservação da natureza em todo o Brasil, totalizando mais de 1.500 iniciativas apoiadas financeiramente. Protege 11 mil hectares de Mata Atlântica e Cerrado, por meio da criação e manutenção de duas reservas naturais. Atua para que a conservação da biodiversidade seja priorizada nos negócios e nas políticas públicas, além de contribuir para que a natureza sirva de inspiração ou seja parte da solução para diversos problemas da sociedade. Também promove ações de mobilização, sensibilização e comunicação inovadoras, que aproximam a natureza do cotidiano das pessoas.

     Fonte: Central Press
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