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sábado, 21 de maio de 2016

Você sabia? O Gás Carbônico pode ser reciclado!


Somente os ônibus que circulam pela cidade de São Paulo são responsáveis por emitir, diariamente, 3,9 toneladas do gás dióxido de carbono (CO2). Some isto à frota de 8 milhões de veículos e às mais de 50 mil indústrias instaladas na capital paulista e teremos um número assustador de CO2 sendo lançado na atmosfera da cidade.
 
Muitas iniciativas são geradas para auxiliar na redução da emissão e no combate desses poluentes, mas devido ao grande volume, elas são apenas pequenos curativos em um grande machucado.
 
Mas o que fazer com o restante do CO2 no céu não só de São Paulo, mas também de todo o país? Há alguns anos seria loucura pensar, mas agora é possível reciclar do dióxido de gás carbônico.
 
Pesquisadores da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp) revelaram uma fórmula para tal iniciativa e também um destino para a matéria.
 
Publicado na revista Nature por Ana Flávia Nogueira, da Unicamp, o processo de redução do CO2 ocorre com ajuda de eletricidade e de um eletrodo de cobalto/óxido de cobalto que funciona como catalisador. "Fizeram modificações no eletrodo de cobalto metálico, possibilitando a redução eletroquímica do CO² para o formato, que é muito utilizado na indústria como matéria-prima para outros produtos químicos, como ácido fórmico e até metano", ressalta Ana Flávia.
 
O próximo passo das pesquisas é descobrir uma forma viável para a fórmula ser aplicada em escala industrial, que seria capaz de reduzir a emissão de um dos principais gases do efeito estufa e ainda geraria lucros ao transformá-lo em um produto com alto valor agregado.
 
No estudo a pesquisadora ainda explica que, para fazer a redução do gás carbônico, gasta-se muita energia, mas já conseguiram baixar o volume necessário para realizar a reação química. A eletrólise, usada para fazer a redução, é um processo análogo ao usado para produzir alumínio a partir da alumina.  
 
"A redução do CO2 para o formato já é bem conhecida e o cobalto é um metal bastante estudado. O mais interessante do trabalho é que conseguiram um desempenho maior na redução do CO2", escreve.
 
Agora fica a expectativa de que os pesquisadores apontem a solução em larga escala. Unindo reciclagem às formas de contenção da emissão de gás carbônico podemos almejar um futuro mais limpo em nosso céu.  (Flávia Pini*)

*Flávia Pini é Diretora de Marketing da GreenClick

Fonte: Nb Press Comunicação
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sexta-feira, 20 de maio de 2016

Conheça o Movimento Parque Toronto Eu Te Quero Vivo

https://www.facebook.com/movimentoparquetoronto/

Pensar Eco abraçou essa causa, e está apoiando e trabalhando para defender o Pq Cidade de Toronto. Conheça um pouco deste Movimento!

Sobre o Movimento Parque Toronto Eu Te Quero Vivo
Devida a preocupação de alguns ambientalistas e frequentadores do Parque Cidade de Toronto em revitalizar a infraestrutura do Parque o Movimento se iniciou, mas obteve mais força ao descobrirem o Projeto da SIURB- Prefeitura de Sao Paulo  de drenagem urbana em alguns Parque Urbanos, destacando o Toronto, no qual o lagos serveriam para amortecer as cheias em Lagos de Parques Municipais, se tornando "piscinões", e interferindo negativamente na Avifauna presente.

O Movimento, criado pelo Ambientalista Edson Domingues,  conta com a presença de pessoas engajadas em movimentos sociais locais e ambientalistas, como eu, Érica Sena, além da presença de moradores do entorno do Parque, e do Vereador Aurélio Nomura.

Para o Vereador Aurélio  Nomura, essas medidas prejudicam o meio ambiente.É estranho a prefeitura apresentar um projeto que transforma lagos em piscinões porque essas obras acabam com a fauna e a flora do local. É um absurdo utilizar lagos como sistema de macrodrenagem da cidade”.

"Muito ainda temos a fazer. Uma base orçamentária realizada pela Prefeitura para recuperação de ambas as passarelas está sendo atualizada por técnicos da Secretaria. SVMA está empenhada na realização da batimetria do lago para projetar o desassoreamento." , relata Edson Domingues



Sobre o Parque Cidade de Toronto em São Paulo
Localização:  Av. Cardeal Motta, 84 – City América / Pirituba 
Resultado do programa de intercâmbio profissional, criado em 1987 pelas prefeituras da cidade de São Paulo e de Toronto, no Canadá, e coordenado por SEMPLA, a área escolhida para implantação do Parque está situada junto à Rodovia dos Bandeirantes e atende vários bairros da região de Pirituba.
Remanescente do loteamento “City América”, os brejos e o lago constituem grande parte da área, que por isso apresenta uma fauna com morada e hábitos típicos desse ecossistema.
 Apresenta registro de cerca de 84 espécies,destacando a Avifauna. 
Garça branca
Já foram observadas o aparecimento do gavião-de-cabeça-cinza e as inusitadas aparições de flamingo-chileno, que por alguns dias descansa e se alimenta no lago. Além disso, foram observados exemplares de preá e furão.
Possui vegetação composta predominantemente por brejo, bosque com espécies que caracterizam a paisagem canadense, áreas ajardinadas, além de reflorestamento com espécies nativas de Mata Atlântica. Destacam-se maciços de capim-dos-pampas, copaíba, ingá-banana, ingá-bugio, ingá-doce, ipês (Handroanthus chrysotrichus, H. heptaphyllus e H. impetiginosus), quaresmeira, quaresmeirinha, liquidâmbar, paineira, pau-brasil, plátano-de-londres, suinã e tuia-do-canadá.(Prefeitura de São Paulo)
Histórico do Movimento Parque Toronto Eu Te Quero Vivo
Foi iniciado em de 06 de Janeiro de 2016,com a criação da Pagina no Facebook ,com a publicação das diversas ações realizadas em defesa do Parque Cidade de Toronto.
"Muito ainda temos a fazer. Uma base orçamentária realizada pela Prefeitura para recuperação de ambas as passarelas está sendo atualizada por técnicos da Secretaria. SVMA está empenhada na realização da batimetria do lago para projetar o desassoreamento." , relata Edson Domingue


Representantes deste Movimento estiveram:
  •  na Secretaria Municipal do Verde - SVMA;
  • na Câmara Municipal de São Paulo;
  •  na Associação Comercial de São Paulo - Distrital Noroeste;
  •  e na Paróquia São Domingos Sávio, onde conseguiram o apoio do Padre José Carlos.
  • Também visitaram o Consul Geral do Canadá em São Paulo juntamente com o Vereador Aurélio Nomura, onde foram recepcionados pelo Consul Geral Exmo Sr. Stéphane Larue.
Os moradores do Parque São Domingos e City América abraçaram a causa.


"As ações do nosso Movimento ganharam eco em outras regiões da cidade. Tornaram-se nossos aliados os Movimentos do Parque Augusta e Parque Linear do Caxingui. O Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental - PROAM, o Conselho de Desenvolvimento Sustentável - CADES Pirituba-Jaraguá e o Blog Pensar Eco também se solidarizaram a nossa luta!", segundo Edson Domingues, organizador do Movimento.
Ações de mobilização:
  • coleta de assinaturas e distribuição de material explicativo (Boletins) em frente ao Parque e no entorno dele, conscientizando os moradores e público do Parque da problemática;
  • conscientização através de cartazes afixados em comércios da região;
  • conscientização através dos meios digitais;
  • reunião com organizadores e sociedade.
Ações do Movimento Parque Toronto Eu Te Quero Vivo
Convite:
Eu, Érica Sena, convido a todos amigos do Pensar Eco a conhecerem nossa página no Facebook, curtirem e assinarem a nossa petição digital.

Temos que evitar que a Prefeitura de São Paulo, coloque esse Projeto em prática. O Pq da Aclimação, infelizmente já teve seu lago transformado em piscinão. Temos que lutar para que os demais não sejam!
Outras regiões da cidade também estão com mobilização contra os piscinões nos Parques Piqueri, Jacques Costeau, Alfredo Volpi e Burle Marx.

Faço minha, as palavras de Edson Domingues : "Nosso Movimento é feito por você, por nós, por todos aqueles que até aqui chegaram. Muitos chegarão! 
Vamos em frente na busca da recuperação ambiental do Parque Cidade de Toronto!"
                                              #TorontoVivo

http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR89621

Pensar Eco, não só apóia, mas participa efetivamente, através de Érica Sena deste Movimento!

Conheça um pouco mais, e nos ajude nessa luta!
Basta curtir a página, assinar a petição digital e compartilhá-la!
Infelizmente não é somente o Pq Toronto que corre esse risco de ter seu lago usado como "piscinão", interferindo drasticamente nos ecossistemas existentes (Lagoa e o brejo).
Basta de obras sem preocupação com o Meio Ambiente!!
‪#‎EngenhariaDaMorteNão‬


V
Érica Sena
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terça-feira, 17 de maio de 2016

Relatório da Organização Christian Aid mostram quais cidades com maior risco de inundações costeiras


Novo Relatório mostra que cidades em países poluídos estão mais expostas ao risco de inundações causadas pelo clima
  • Miami e Kolkata classificadas como as  cidades costeiras mais vulneráveis a inundações
  • Cidades dos maiores poluidores globais, como EUA, China e Índia, estão em maior risco
  • O Reino Unido está entre as 25 nações mais ameaçadas
  • O World Hummanitarian Summit da próxima semana traz esperanças de solução para o problema
A organização Christian Aid acaba de lançar um novo relatório mostrando quais cidades do mundo em maior risco de futuras inundações costeiras.  Act Now Or Pay Later: Protecting a billion people in climate-threatened coastal cities mostra que mais de um bilhão de pessoas estão expostas a inundações costeiras até 2060 por causa da combinação do aumento do nível do mar, das tempestades e de condições meteorológicas extremasSegundo o estudo, as pessoas que vivem em três dos maiores poluidores do mundo são as que estão e maior risco: EUA, China e Índia.
De acordo com projeções para o ano 2070, apoiadas pelo IPCC-Painel Intergovernamental sobre Mudanças do Clima, Kolkata e Mumbai, ambas na Índia, lideram a lista de cidades cujas populações estão mais expostas a inundações costeiras, com 14 milhões e 11,4 milhões, respectivamente. As primeiras sete cidades da lista são da Ásia e são seguidas por Miami no número oito. Porém Miami é a primeira da lista das cidades com maior impacto financeiro causado pelas inundações, com US$ 3,5 trilhões em ativos expostos.

Os EUA poderão vir a pagar um preço elevado por suas emissões de carbono per capita, as maiores do mundo, já que Nova York vem em terceiro lugar na lista dos maiores prejuízos financeiros causados pelas inundações costeiras, com US $ 2,1 trilhões. Guangzhou, na China, ocupa o segundo lugar com a exposição de ativos de US$ 3,4 trilhões. No total, das 20 cidades mais vulneráveis ​​financeiramente, metade são de um desses dois países: EUA (com quatro cidades) e China (com seis).

O autor do relatório, Dr. Alison Doig, Principal Consultor de Mudanças Climáticas da Christian Aid, disse que os números devem servir de alerta antes da Cimeira Mundial da Ajuda Humanitária da próxima semana em Istambul (23-24 maio). 

"Estamos testemunhando a colisão de frente entre o crescimento das áreas urbanas costeiras e as mudanças climáticas que torna as inundações costeiras mais prováveis”, destacou. "Esta é a tempestade perfeita para gerar um custo humano e financeiro pesado - a menos que façamos algo a respeito. Cruelmente, serão os pobres que sofrerão mais. Embora o custo financeiro para as cidades nos países ricos possa vir a ser incapacitante, as pessoas mais ricas, pelo menos, têm opções para se mudar e receber a proteção do seguro.  Mas o que as evidências provam é que, de New Orleans até Dhaka, são os mais pobres que estão mais vulneráveis, porque eles têm a pior infra-estrutura e não há redes de segurança social ou financeira para ajudá-los a se recuperarem.

Dr Doig acrescentou: "Há uma chance de evitar essa visão terrível do futuro. Chama a atenção o fato de que as cidades que enfrentam os impactos mais graves estão nos países com mais altas taxas de emissões de carbono. Portanto a primeira coisa que podemos fazer é acelerar a transição global dos combustíveis fósseis sujos para a energia limpa e renovável do futuro. Nós também podemos fazer mais para nos prepararmos para tais ocorrências. Gastar dinheiro agora com a redução do risco de desastres vai poupar dinheiro e vidas mais tarde".
Antes da Cimeira Mundial da Ajuda Humanitária da próxima semana, o secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu que seja dobrado o percentual de ajuda global investido na redução dos riscos de desastres. Isso elevaria a cifra para US$ 1 bilhão. A Christian Aid está pedindo um aumento para 5%. Dr Doig disse: "Este bilhões de dólares iriam de alguma forma ajudar a proteger as pessoas nessas cidades agora e aliviar a ameaça para os bilhões de pessoas vulneráveis ​​ao risco de inundações costeiras em 2060."
O relatório também relaciona as nações que terão mais pessoas vivendo em zonas costeiras expostas em 2060. A China está no topo da lista, seguida por Índia e Bangladesh. O Reino Unido vem em 22º. Dr Doig disse: "No Reino Unido temos visto nos últimos anos como as enchentes de inverno inundam grandes partes do país. Mas esses números mostram que não é apenas com a maior quantidade de chuvas que precisamos nos preocupar. As pessoas que vivem nas nossas costas vão se tornar vulneráveis às marés crescentes a menos que façamos algo sobre as mudanças climáticas".
O relatório analisa ainda a forma como homens e mulheres são afetados diferentemente por desastres relacionados com o clima e conclui que as mulheres sofrem mais.Ele também mostra exemplos de onde Christian Aid está fornecendo assistência prática para ajudar os mais vulneráveis ​​a lidar com os impactos climáticos que já estão enfrentando.
O relatório completo pode ser acessado aqui:

Para mais informações entre em contato com Joe Ware na jware@christian-aid.org 
Notas aos editores:

1. Christian Aid trabalha em algumas das comunidades mais pobres do mundo em cerca de 40 países. Agimos onde há grande necessidade, independentemente da religião, ajudando as pessoas a viver uma vida plena, livre da pobreza. Nós fornecemos assistência urgente, prática e eficaz no combate às causas profundas da pobreza, bem como seus efeitos.
2. A crença central da Christian Aid é que o mundo pode e deve ser mudado para que a pobreza termine: isso é o que defendemos. Tudo o que fazemos é para acabar com a pobreza e a injustiça: rapidamente, de forma eficaz, de forma sustentável. Nossa  documento de estratégia Parceria para a Mudança explica como realizar esta tarefa.
3. Christian Aid é membro da ACT Alliance, uma coalizão global de mais de 130 igrejas e organizações ligadas a igrejas que trabalham juntas em assistência humanitária, defesa e desenvolvimento.
4. Siga as notícias da Christian Aid no Twitter.
5. Para mais informações sobre o trabalho da  Christian Aid visite http://www.christianaid.org.uk
Joe Ware

Fonte: AViV Comunicação

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