quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Os sintomas do Aquecimento global - elevação do mar em Recife

Recife já vê efeitos de alta do nível do mar

Ocupação de aterros de mangues e áreas alagadiças agrava problema
Afra Balazina e Angela Lacerda, RECIFE



Casas, prédios, comércio e ruas na zona costeira, ameaçados pelo aumento do nível do mar, somariam prejuízo de R$ 207,5 bilhões caso fossem destruídos ou danificados. "Fizemos uma avaliação bastante modesta, só do patrimônio que está em risco. Não está embutida a realocação das pessoas", explica Carolina Dubeux, coordenadora técnica do estudo Economia das Mudanças do Clima no Brasil.

No Grande Recife há um esforço para avaliar os locais mais suscetíveis ao aumento do nível do mar. As áreas mais vulneráveis são a Ilha de Deus e as praias de Piedade e Candeias, segundo pesquisa da Sociedade Nordestina de Ecologia (SNE) em parceria com a Prefeitura do Recife. Com a elevação de 1 metro no nível do mar, bairros como Pina, Boa Viagem, Afogados, Imbiribeira, Jiquiá e Ipsep seriam afetados.

O presidente da SNE, Marcelo Mesel, ressalta que é preciso ter cuidado ao tratar do assunto, pois a divulgação de dados desse tipo pode gerar pânico e provocar a desvalorização de áreas. Mas, a partir das informações, o governo, com a população e especialistas, pode traçar planos de ação.

Recife é sensível porque uma parte considerável de sua planície tem cotas baixas (altitude média entre 2 e 4 metros) e existe uma grande rede hidrográfica na área (5 rios e 66 canais). O problema se agrava com a ocupação de aterros de mangues e áreas alagadiças. A previsão é que, com o aumento do nível do mar, ocorram redução da largura das praias, transbordamento de rios e canais e inundações. Segundo Mesel, não foi estimado quantas pessoas podem ser afetadas. Mas moradores tanto de áreas mais nobres quanto de regiões carentes percebem o problema.

Solange Godoy, de 58 anos, preocupa-se com a questão desde 2002, quando o mar avançou rapidamente. A larga faixa de areia, onde antes havia quadra de vôlei e quiosques de venda de água de coco, desapareceu. O mar também destruiu parte do muro do edifício Maria Paula, onde ela mora há dez anos, na praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes - uma continuação, ao sul, da orla recifense. "Se algo acontecer, devemos ser os primeiros atingidos, mas vai sobrar para todo mundo."

O avanço do mar em Piedade foi provocado especialmente pela construção do complexo industrial e portuário de Suape, em Ipojuca, ao sul. "As correntes marítimas levavam a areia da praia. Os tubarões vieram junto." Com a construção de um dique e a colocação de pedras para conter o mar, a situação aparentemente se estabilizou. Mas Solange sabe que não é apenas isso. "A gente vê as notícias. Com o aquecimento global, a calota polar está sendo reduzida, o gelo, derretendo e engordando os oceanos."

Na comunidade do Bode, no Pina, a população convive com a falta de emprego, de água encanada e com a violência. Nem por isso o aquecimento global deixa de fazer parte do dia a dia. A diarista Cleide Dias, de 38 anos, diz ter "consciência de que a área do Bode é de risco". Mesmo com tantos problemas, Cleide não consegue se desligar da ameaça da invasão do mar. "O aquecimento global atinge todo mundo, não importa a cor, religião, classe social", diz.

VAZANTE

No Amazonas, segundo a Defesa Civil, pelo menos 8 dos 62 municípios sofrem com a vazante estendida dos rios. O Rio Negro, que banha Manaus, desce cerca de 2 centímetros por dia. Os municípios mais atingidos são os mais próximos de Manaus, como Manaquiri e Careiro da Várzea, ambos a cerca de 30 quilômetros da capital, depois de travessia de balsa. 

Fonte: Manchetes Socioambientais

Brasil já não é mais o mesmo: teve terremotos, ciclones, e agora tsunami!!!


 

 'Onda gigante' assusta moradores e causa destruição em SC
19 de novembro de 2009 21h15 atualizado às 21h34


O mar arrastou barcos e causou destruição em Pântano do Sul, em Florianópolis Foto: Fabrício Escandiuzzi/Especial para Terra O mar arrastou barcos e causou destruição em Pântano do Sul, em Florianópolis
19 de novembro de 2009
Foto: Fabrício Escandiuzzi/Especial para Terra

Fabrício Escandiuzzi
Direto do Santa Catarina
Uma "onda gigante" assustou moradores e deixou um rastro de destruição no final da tarde desta quinta-feira em Florianópolis. O mar chegou a arrastar carros e barcos e atingiu pelo menos oito restaurantes no bairro Pântano do Sul, uma das mais tradicionais comunidades de pescadores da capital catarinense. A onda invadiu o bairro por volta das 17h, momento em que os ventos chegaram a 80 km/h na região.
De acordo com os moradores, o mar recuou rapidamente e, em seguida, a onda se formou e atingiu a costa. Com aproximadamente 5 m de altura, ela arrastou tudo o que estava na praia. Barcos chegaram a ser arremessados contra restaurantes e carros. Um deles chegou a parar no telhado de uma das casas. Um pescador sofreu ferimentos leves.
Quando a onda atingiu a costa e começou a invadir restaurantes e arrastar barcos e carros. Não havia muitas pessoas na praia. "Achei que fosse morrer ali e então corri para o supermercado", afirmou a morada Mariza Emília Martins. "Moro aqui há 52 anos e nunca vi uma coisa assim. Se fosse num domingo, quando a praia está cheia, iria morrer muita gente".
Após a onda, as embarcações foram recolhidas às pressas por voluntários e populares e colocadas no meio da principal rua do bairro. Por volta das 19h, os moradores começaram a limpar restaurantes e tentavam recolher os destroços. Pelo menos dez barcos de pescadores locais foram destruídos ou danificados pela onda. Quatro carros foram danificados e um deles, que chegou a ser arrastado pelo mar e atingido por uma embarcação, permanecia na areia à espera de um guincho. Pela praia, o rastro de entulhos, pedras e destroços das cadeiras dos restaurantes.
A dona de casa Ana de Soares chorava ao olhar a destruição no barco de seu filho. "Como é que ele vai trabalhar? Uma vida inteira aqui e meu menino ganha a vida com esse barco", disse.
Os moradores relataram que nunca haviam visto algo semelhante no Pântano do Sul. Enquanto alguns afirmavam se tratar de um "tsunami", outros diziam que a tempestade ocorrida no final da tarde havia sido "estranha". "A água cresceu de repente, tomou o costão e foi levando tudo o que havia pela frente. A gente tem maré alta e ressaca. Mas nunca vi a água subir pelas casas e arrastar tudo assim", disse Fátima Campos, que mora à beira da praia há mais de 30 anos. "É uma coisa desesperadora, os barcos e os carros pareciam de papel. A gente acha que coisas assim só acontecem pela televisão".
A Defesa Civil de Santa Catarina confirmou a ocorrência da onda, mas a considerou como um "fato isolado". De acordo com o gerente do órgão, major Emerson Emerim, a entrada de ventos fortes ocasiona o aumento da água na região do Pântano do Sul. "Tivemos ventos de 90 km/h em Florianópolis e, como aquela região é mais baixa, essa onda, ou ondas, entraram com muita força e altura. Os danos foram materiais", disse.
A chuva continua no estado durante toda a madrugada, o que preocupa a Defesa Civil. "Temos registrado chuvas fortes e com muitas descargas elétricas (raios). Estaremos em alerta nas próximas horas", afirmou o major.
Fonte: Terra
 Que medo!!!!!

Dica: Revista Visão Ambiental





http://www.rvambiental.com.br/

Manual de etiqueta sustentável



http://planetasustentavel.abril.com.br/manual/index.php

Este manual quer provar como é possível
promover pequenos gestos que conduzirão
a grandes mudanças se forem adotados por
todos nós. Um bom começo é praticar os
“três erres”: reduzir, reutilizar e reciclar.
As dicas e informações que você vai ler aqui
podem ser aplicadas no dia-a-dia agora mesmo,
em sua própria casa, no trabalho, circulando
pelas ruas e em sua vida pessoal.
A luta pela sustentabilidade será vencida em
diversas frentes – que vão da tecnologia à política.
Mas em todas elas será preciso promover a mudança
de hábitos pessoais. Este manual ensina como começar a modificar os seus. É preciso fazer algo. E devemos fazer já! (Planeta Sustentável)




Ele orienta o consumidor a tomar atitudes mais sustentáveis e avalia seus impactos.

Sting e outros artistas pedem um acordo de clima justo e eficiente

Sting, Jason Mraz, Lenine, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Sandy e Júnior Lima deram a sua assinatura para a campanha TicTacTicTac, durante o festival Natura Nós About Us, no dia 22 de novembro, em São Paulo. Faça parte também dessa campanha internacional para persuadir os líderes mundiais a assinarem um novo acordo global de clima justo e eficiente durante a 15ª Conferência das Partes (COP-15) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima, que será realizada em dezembro em Copenhague (Dinamarca).
TicTac_Sting_WWF_Brasil_Fernanda_Kirmayr_baixa_capaSting - Minutos antes de subir ao palco da Chácara do Jóquei, para se apresentar no festival Natura Nós About Us, no domingo, 22 de novembro, em São Paulo, o cantor Sting aderiu a campanha TicTacTicTac. A assinatura do inglês ocorreu logo após seu encontro com o líder indígena Raoni. Sting, que em 1989 fundou a Rainforest Foundation, deu declarações pedindo que o governo brasileiro ouça os povos indígenas sobre a construção da usina hidrelétrica Belo Monte.
tictac_jasonmraz_3_wwf_brasil_fernanda_kirmayr_baixa_27884Jason Mraz, Sandy e Júnior Lima - Adepto de diversas campanhas ambientais, o norte-americano Jason Marz ao aderir à campanha TicTacTicTac citou a importância de apoiar projetos de conscientização tanto globais como locais. O cantor fez a sua parte e conquistou a assinatura dos brasileiros Sandy e Júnior Lima, que realizaram uma visita ao seu camarim. Sandy também subiu ao palco da Chácara do Jóquei para cantar a faixa Lucy junto com Jason.
tictac_arnaldoantunes_wwf_brasil_fernanda_kirmayr_baixa_27890Lenine, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes - O cantor e compositor pernambucano Lenine, o primeiro a aderir ao abaixo-assinado, afirmou que são necessárias ações urgentes para salvar o nosso planeta. Já o baiano Carlinhos Brown comentou do desafio de “traduzir” informações sobre mudanças climáticas para o público comum. Arnaldo Antunes também aderiu à campanha TicTacTicTac depois da sua apresentação de domingo.
TicTac_Sandy_1_WWF_Brasil_Fernanda_Kirmayr_baixaPúblico - Enquanto os artistas aderiam ao movimento atrás do palco, a equipe do WWF-Brasil percorria o evento colhendo assinaturas do público presente. No estande da organização também era possível conhecer mais sobre a questão climática e participar de mobilização como o Vote pelo Planeta - uma ação na qual é possível registrar seu voto pelo planeta em um mapa mundi produzido em parceria com o Google.
Participe você também
Coordenado pela Campanha Global de Ações pelas Mudanças Climáticas (GCCA, na sigla em inglês), o movimento TicTacTicTac é uma coalizão inédita entre diversas organizações da sociedade civil, como WWF-Brasil, Greenpeace, Oxfam e Vitae Civilis, além de lideranças sindicais, empresariais e religiosas.
Para fazer parte do maior movimento mundial para pedir decisões concretas no combate ao aquecimento global e amenizar os efeitos das mudanças climáticas, basta assinar o manifesto da campanha TicTacTicTac no site oficial ou no das organizações parceiras.
* Fotos de: Fernanda kirmayr/WWF-Brasil

Sting e outros artistas pedem um acordo de clima justo e eficiente Fonte: TICTACTICTAC. ORG.BR 

Cidades e Soluções: os empregos verdes!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Jornal Português A BOLA:Lula recebe Ahmadinejad e defende programa nuclear do Irão



O presidente brasileiro afirmou, esta segunda-feira, que o Irão deve ter «direito ao desenvolvimento de urânio para fins pacíficos». Ao mesmo tempo, Lula sublinhou a necessidade de lutar por «um Médio Oriente livre de armas nucleares».

«O Brasil defende que o Irão tenha direito ao desenvolvimento de urânio para fins pacíficos, tanto quanto o Brasil vem desenvolvendo. É simples: aquilo que defendemos para nós, defendemos para os outros», afirmou o presidente do Brasil em conferência de imprensa, no Palácio do Itamaraty.

«Mas a não-proliferação e o desarmamento nuclear devem andar juntos. O Brasil sonha com um Médio Oriente livre de armas nucleares, como ocorre na América Latina», acrescentou, antes de incentivar Ahmadinejad a procurar uma «solução justa e equilibrada» para a questão.

Um passo que Lula considera fundamental para pacificar a região:

«Será particularmente importante a contribuição iraniana para lograr a unidade dos palestinianos, sem a qual suas aspirações de liberdade não poderão ser alcançadas».

Da parte de Ahmadinejad, a tónica foi posta nos fins pacíficos do programa nuclear iraniano:
«Não existe qualquer pergunta da Agência Internacional de Energia Atómica que não tenha sido respondida pelo Irão sobre a questão nuclear. Temos o direito legal de enriquecer o urânio, mas já anunciamos estarmos dispostos a comprar o urânio enriquecido a 20 por cento».

«Não vamos abrir mão de nossos direitos legais. Estamos dispostos a um acordo com bases em condições justas, mas os iranianos não aceitarão a imposição e a vontade de terceiros», garantiu.

Depois da curta visita ao Brasil, o presidente iraniano segue para a Bolívia e termina o périplo sul-americano na Venezuela.
Fonte: A BOLA
http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=184052

Que vergonha!!!!!
ÉRICA

Ufa, até que enfim!! Estava esperando a resposta científica à mídia catastrófica de 2012!!

A Nasa (agência espacial norte-americana) criticou a Sony em outubro por sugerir, em sua campanha publicitária para o filme "2012", que o mundo acabaria em 2012.

No ano passado, o Cern (Centro Europeu de Pesquisas Nucleares), também assegurou que o mundo não acabaria tão cedo - portanto, acho que tudo isso é uma boa notícia para quem fica nervoso facilmente. Com que frequência vemos duas instituições científicas top de linha como essas nos garantindo que está tudo bem?

Por outro lado, é meio triste, se você estava ansioso por tirar umas férias das prestações do imóvel para financiar uma última festança.

As declarações do Cern tiveram a intenção de aliviar temores de que um buraco negro sairia de seu novo Grande Colisor de Hádrons (LHC) e engoliria a Terra.

O pronunciamento da Nasa, na forma de vários posts em sites e um vídeo postado no YouTube, foi uma resposta a temores de que o mundo fosse acabar no dia 21 de dezembro de 2012, quando um ciclo de 5.125 anos conhecido como Grande Contagem no calendário maia teoricamente chegaria a um fim.

Filme - O burburinho em torno do fim dos dias atingiu o auge com o lançamento do filme "2012", dirigido por Roland Emmerich, que já trouxe desgraças fictícias para a Terra anteriormente, com alienígenas e geleiras, em "Independence Day" e "O Dia Depois de Amanhã".

No filme, o alinhamento entre o Sol e o centro da galáxia, no dia 21 de dezembro de 2012, faz com que o astro fique ensandecido e lance na superfície da Terra inúmeras partículas subatômicas ambíguas conhecidas como neutrinos.

De alguma forma, os neutrinos se transformam em outras partículas e aquecem o centro da Terra. A crosta terrestre perde suas amarras e começa a se enfraquecer e deslizar por aí.

Los Angeles cai no oceano; Yellowstone explode, causando uma chuva de cinzas no continente. Ondas gigantes varrem o Himalaia, onde governos do planeta tinham construído em segredo uma frota de arcas, nas quais 400 mil pessoas selecionadas poderiam se abrigar das águas.

Porém, essa é apenas uma versão do apocalipse. Em outras variações, um planeta chamado Nibiru colide com o nosso ou o campo magnético da Terra enlouquece.

Existem centenas de livros dedicados a 2012, e milhões de sites, dependendo de que combinação de "2012" e "fim do mundo" você digite no Google.

"Tolices" - Segundo astrônomos, tudo isso é besteira.

"Grande parte do que se alega que irá ocorrer em 2012 está baseada em desejos, grandes tolices pseudocientíficas, ignorância de astronomia e um alto nível de paranoia", afirmou Ed Krupp, diretor do Griffith Observatory, em Los Angeles, e especialista em astronomia antiga, em um artigo publicado na edição de novembro da revista "Sky & Telescope".

Pessoalmente, adoro histórias sobre o fim do mundo desde que comecei a consumir ficção científica, quando era uma criança sem afeto. Fazer o público se borrar nas calças é o grande lance, desde que Orson Welles transmitiu a "Guerra dos Mundos", uma notícia falsa sobre uma invasão de marcianos em Nova Jersey, em 1938.

No entanto, essa tendência tem ido longe demais, disse David Morrison, astrônomo do Ames Research Center da NASA, em Moffett Field, Califórnia. Ele é autor do vídeo no YouTube refutando a catástrofe e um dos principais pontos de contato da agência sobre a questão das profecias maias prevendo o fim dos dias.

"Fico com raiva de ver como as pessoas estão sendo manipuladas e aterrorizadas para alguém ganhar dinheiro", disse Morrison. "Não há direito ético que permita assustar crianças para ganhar dinheiro".

Desesperados - Morrison afirmou receber cerca de 20 cartas e mensagens de e-mail por dia de pessoas até da Índia, assustadas até o último fio de cabelo. Em uma mensagem de e-mail, ele anexou exemplos que incluíam uma mulher perguntando se deveria se suicidar, matar sua filha e seu bebê ainda no útero. Outra mensagem veio de uma pessoa questionando se deveria sacrificar seu cachorro, a fim de evitar o sofrimento de 2012.

Tudo isso me fez lembrar os tipos de cartas que recebi no ano passado sobre o suposto buraco negro do Cern. Isso também era mais ficção científica do que fato científico, mas aparentemente não há nada melhor que a morte para nos aproximar de domínios abstratos como física e astronomia. Nessas situações, quando a Terra ou o Universo não estão nem aí para você e seus entes queridos, o cósmico realmente se torna algo pessoal.

Morrison disse não culpar o filme por todo o burburinho, não tanto quanto os vários outros divulgadores das previsões maias e a aparente incapacidade de algumas pessoas (e isso se reflete em vários aspectos da nossa vida nacional) de distinguir a realidade da ficção. Porém, ele disse, "meu doutorado foi em astronomia, não em psicologia".

Em mensagens de e-mail, Krupp disse: "Sempre estamos incertos em relação ao futuro, e sempre consumimos representações dele. Somos seduzidos pelo romantismo do passado longínquo e pela escala exótica do cosmo. Quando tudo isso se junta, ficamos hipnotizados".

O porta-voz da Nasa, Dwayne Brown, afirmou que a agência não faz comentários sobre filmes, deixando essa tarefa para os críticos de cinema. No entanto, quando se trata de ciência, disse Brown, "achamos que seria prudente oferecer um recurso".

Aquecimento global - Se você quer ter algo para se preocupar, afirma a maioria dos cientistas, deve refletir sobre as mudanças climáticas globais, asteróides ou guerra nuclear. Porém, se a especulação sobre as antigas profecias mexem com você, aqui estão algumas coisas, segundo Morrison e outros, que você deve saber.

Para começar, os astrônomos concordam que não há nada especial em relação ao alinhamento do Sol e do centro galáctico. Isso ocorre todo mês de dezembro, sem nenhuma consequência física além do consumo exagerado de panetones. De qualquer forma, o Sol e o centro galáctico não vão exatamente coincidir, nem mesmo em 2012.

Se houvesse outro planeta lá fora vindo em nossa direção, todo mundo já teria percebido. Quanto às violentas tempestades solares, o próximo auge do ciclo das manchas solares só ocorrerá em 2013, e será no nível mais suave, afirmam astrônomos.

O apocalipse geológico é uma aposta melhor. Já houve grandes terremotos na Califórnia, e provavelmente haverá outros. Esses tremores poderiam destruir Los Angeles, como mostrou o filme, e Yellowstone poderia entrar em erupção novamente com uma força cataclísmica, mais cedo ou mais tarde.

Nós e nossas obras somos, de fato, apenas passageiros frágeis e temporários na Terra. Porém, neste caso, "mais cedo ou mais tarde" significa centenas de milhões de anos - e haveria bastante aviso quando chegasse a hora.

Os maias, que eram astrônomos e cronometristas bons o suficiente para prever a posição de Vênus 500 anos no futuro, merecem coisa melhor.

O tempo maia era cíclico; especialistas como Krupp e Anthony Aveni, astrônomo e antropólogo da Colgate University, afirmam não haver evidências de que os maias achassem que algo especial ocorreria quando o marcador da Grande Contagem atingisse 2012. Existem referências em inscrições maias a datas antes e depois da atual Grande Contagem, afirmam os especialistas.

Sendo assim, continue pagando suas prestações normalmente. (Fonte: Folha Online)
 
Fonte: Ambiente Brasil
 
 Já chega!!! Cresci tendo medo de chegar no ano 2000, agora 2012 ...pára com isso!!! ÉRICA

Grandes artistas brasileiros se reúnem para cantar em defesa dos animais e do planeta 1º Concerto do gênero no Brasil - 13/12

ANDA - MÚSICA E CONSCIÊNCIA - PELOS ANIMAIS, PELO PLANETA


 

A ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais) - www.anda.jor.br – realizará um show gratuito para sensibilizar as pessoas em relação aos direitos animais e à preservação do planeta, no próximo dia 13 de dezembro, no Parque da Independência (Museu do Ipiranga), a partir das 11h.
Grandes nomes da música brasileira, como: Arnaldo Antunes, Edgard Scandurra, Fernanda Porto, Projeto Pequeno Cidadão, Palavra Cantada, Banda Stevens, Robson Miguel, Fernando Anitelli, Gabriela Veiga, Galdino Octupus e Willians Marques (Teatro Mágico) já estão confirmados. A atriz Gabriela Duarte também estará presente para chamar a atenção sobre a necessidade de mudarmos nossas atitudes.
Durante o evento, o artista plástico ambiental Alexandre Huber, pintará um grande painel, com ajuda das crianças, sobre a vida nos oceanos.
O concerto “ANDA – Música e Consciência – Pelos animais, pelo Planeta” terá seis horas de duração e pretende disseminar por meio da música e dos artistas a importância de vivermos em harmonia, respeitando a vida.
Será o primeiro show no Brasil com a proposta de levar uma mensagem de convivência pacífica e ética com todos os seres. Os artistas dão um exemplo de consciência ao se reunirem para cantar e se apresentar sem cachê. Todo o evento foi construído com colaborações voluntárias.
O show está na agenda de São Paulo para o Encontro de Copenhague (Representantes de cerca de 200 países estarão na Dinamarca entre os próximos dias 7 e 18 de dezembro para a 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima).
O evento terá como mestres de cerimônia as atrizes Paula Ribas e Sttella Gulo Baster.

Mais sobre a ANDA (Informar para Transformar)
A ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais – foi fundada em 28 de novembro de 2008 pela jornalista Silvana Andrade e tem como seus principais objetivos difundir informações e valores que gerem consciência para defesa e garantia dos direitos animais, incentivar à reflexão sobre a necessidade de mudar a maneira como os animais são considerados na sociedade, gerar a percepção de que podemos construir um mundo de paz para todos os seres e criar ações que estimulem a convivência harmônica entre pessoas e animais.

A equipe é formada por jornalistas, filósofos, biólogos, nutricionistas, advogados, promotores públicos, professores, escritores, publicitários, entre outros profissionais que atuam voluntariamente na ONG. Atualmente são 36 colunistas, além das colunas, o site conta com mais de 200 artigos postados e entrevistas exclusivas. Cerca de 50% das notícias publicadas são produzidas pela redação da ANDA, o restante são fontes de outros veículos. Com tão pouco tempo de existência, a ANDA conta com mais de 100 mil acessos únicos por mês, oito milhões de page views mensais e internautas em 65 países.

Para mais informações acesse: www.anda.jor.br

Serviço:
Anda – Música e Consciência Pelos Animais, pelo Planeta
Data: 13/12/09
Horário: a partir das 11h
Local: Parque da Independência (Museu do Ipiranga) - São Paulo / SP
Entrada Gratuita
Idealização e realização: ANDA




Parceiros
Agência Produtora
Bureau Comunicação
Daniela Ribeiro – Comunicação e Eventos
Fabiana Cardoso – Produções & Assessoria
Hábitos e Habitat
LWC Gráfica e Editora
Matilha Cultural
Prefeitura de SP
Restaurante Vegethus
Revista dos Vegetarianos
Show Livre
Secretaria do Verde e Meio Ambiente
Surya Brasil
VEDDAS
Tokyo Design e Editorial



Clique e assista vídeo institucional da ANDA:
http://www.anda.jor.br/?page_id=2031

Legal isso ,né!!!
Fonte: http://danielaribeiro-assessoriadeimprensa.blogspot.com/

PNUD afirma que um quarto da população mundial não tem electricidade


24.11.2009

Quase um quarto da população mundial, ou 1.500 milhões de pessoas não têm electricidade, e 80% delas vivem em países em desenvolvimento do sul da Ásia e África.

Assim é o que divulga um comunicado elaborado pelo Programa da ONU para o Desenvolvimento (PNUD), a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Organismo Internacional de Energia Atómica (OIEA).

Todos os anos a falta de electricidade provoca a morte a dois milhões de pessoas, devido ao fumo produzido pelo carvão ou lenha.

Os organismos da ONU estão a unir esforços para combater a pobreza energética nos países em desenvolvimento.

Estes comunicaram que a Cimeira de Copenhaga deveria definir os passos correctos que são necessários para um futuro de energia sustentável, como parte do acordo sobre as alterações climáticas.

fonte: ONU/PN e Pela Natureza