Inscreva-se no Feed do Pensar Eco e receba os posts por email!

www.pensareco.com

domingo, 10 de setembro de 2017

Mensagem deixada na 7ª Conferência Mundial sobre Restauração Ecológica

7ª Conferência Mundial sobre Restauração Ecológica envia uma mensagem forte: 
pare a degradação, cumpra a promessa de restauração

Foz do Iguaçu, Brasil, 1 de setembro de 2017 - Na Tríplice Fronteira, onde Brasil, Argentina e Paraguai se encontram, mais de 1.000 cientistas e profissionais de restauração, representando organizações ambientais e de desenvolvimento, corporações privadas, agências governamentais e líderes comunitários reuniram-se na 7ª Conferência Mundial sobre Restauração Ecológica. Durante cinco dias de debates científicos, oficinas práticas, discussões políticas e viagens de campo, esses delegados de mais de 55 países discutiram o estado da restauração ecológica em todo o mundo. 

Inspirados pelo extraordinário poder da natureza de Iguaçu, o maior conjunto de quedas d’água do mundo, eles se juntaram para enviar uma poderosa mensagem ao mundo: parem com a degradação ecológica e restaurem os ecossistemas - agora é o momento de reverter a maré da destruição ambiental.

Este importante encontro resultou da confluência entre a Sociedade Internacional de Restauração Ecológica (SER), a Sociedade Brasileira de Ecologia da Restauração (SOBRE) e a Sociedade Iberoamericana e do Caribe de Restauração Ecológica (SIACRE). Estas organizações emitiram em conjunto um Chamado à Ação para enfrentar os desafios e oportunidades associados à restauração de todos os ecossistemas, bem como a necessidade urgente de revitalizar e reforçar os vínculos essenciais entre a natureza e a sociedade humana.

"Se for feito de forma eficaz e sustentável, com foco em resultados reais baseados em métricas, a restauração ecológica ajudará grandemente a proteger a biodiversidade, a melhorar a saúde e o bem-estar humanos, garantir a segurança alimentar e da água, entregando bens, serviços e prosperidade econômica, e fornecendo contribuições críticas para mitigação e adaptação à mudança climática ". (Call to Action, SER 2017)

Nunca houve uma necessidade maior deste apelo. Só nesta semana, manchetes alarmantes de todo o mundo relataram furacões, inundações e incêndios que estão causando perda extraordinária de vidas, propriedades e da segurança alimentar e da água.

Os desastres naturais e causados pelo homem são intensificados por decisões políticas que favorecem lucros rápidos em detrimento da proteção ambiental.

"A tentativa do governo brasileiro de reverter a proteção ambiental no Brasil, incluindo a Amazônia, não representa a vontade do povo brasileiro, o consenso científico e as necessidades das gerações futuras. Não só o Brasil deve fortalecer suas proteções ambientais, mas devemos aumentar o compromisso do nosso país com a restauração de alta qualidade
", disse José Marcelo Torezan, presidente do Conselho de Administração da SOBRE.

Apesar de tantas ameaças ao meio ambiente, a Declaração abre com otimismo. A restauração ecológica é uma ferramenta fundamental para prevenir desastres ambientais e mitigar os impactos das mudanças climáticas. O mundo está entrando em uma era de restauração ecológica com governos em todo o mundo assumindo compromissos impressionantes para restaurar terras degradadas através do Bonn Challenge, a Iniciativa 20x20 na América Latina, o Plano de Ação de Curto Prazo para a Restauração do Ecossistema da Convenção sobre Diversidade Biológica, as Metas de Desenvolvimento Sustentável 2030 das Nações Unidas e o Acordo de Paris sobre mudanças climáticas.

"Cumprir esses compromissos internacionais exigirá uma expansão incrível e consistente dos investimentos em recursos humanos e financeiros para restauração, tanto do setor público como privado", disse Consuelo Bonfil, presidente do Conselho de Administração da SIACRE.

"Esta conferência destaca o ambicioso impulso global para a restauração ecológica. O mundo está traçando um novo caminho para uma economia verde que beneficia a natureza e as pessoas ", disse Al Unwin, presidente do Conselho de Administração da SER.

A edição deste ano da conferência global centrou-se na ligação da ciência com a prática da restauração para garantir que os governos, a indústria e os profissionais tenham ferramentas e recursos para efetivamente implementar esta importante agenda de restauração.

"A restauração ecológica, em escala global, está passando da promessa para a realidade, mas permanecem desafios significativos. Somente comunicando abertamente, garantindo a integridade da ciência e incorporando todas as partes interessadas ao processo, podemos garantir que a restauração ecológica conserve a biodiversidade, aborde as mudanças climáticas e melhore o bem-estar humano em todo o mundo ". (Call to Action, SER 2017).

Fonte: Aviv  Comunicação 
<---conte da="" do="" postagem---="" sua="">

O que revela a 2º edição do Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana

https://www.selur.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/08/ISLU_2EDICAO_2017.pdf

Segunda edição do Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana revela que cidades com taxas de lixo têm melhor resultado

Pesquisa desenvolvida pelo Selur e pela PwC avaliou mais de 3.000 municípios com base em critérios como impacto ambiental e engajamento da sociedade


Os munícipios com arrecadação específica para a gestão de lixo oferecem uma destinação mais correta dos resíduos: cerca de 70% das cidades com arrecadação específica dispõem corretamente os resíduos – encaminhando-os para aterros sanitários. 

Nas localidades sem arrecadação específica, o índice é de 28%. Os dados estão na segunda edição do Índice de Sustentabilidade de Limpeza Urbana (ISLU), elaborado pelo Selur (Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana) e pela PwC. O estudo também revela que, nos munícipios com arrecadação específica, o índice de reciclagem de lixo é o dobro (6%) daqueles onde não há a cobrança específica para a gestão de resíduos sólidos.


As cidades que contam com um planejamento de limpeza urbana também apresentam um desempenho melhor. O estudo mostra que 75% dos munícipios com esse tipo de plano e arrecadação específica dispõem o lixo em aterros sanitários, ante 24% daqueles sem arrecadação e planejamento de sustentabilidade

“Os dados apresentados revelam a importância de mecanismos específicos para gerar recursos para o descarte correto dos resíduos”, diz Marcio Matheus, presidente do Selur. 

O ISLU também traz uma série de análises e parâmetros para que gestores públicos e privados de limpeza urbana possam tornar o ambiente das cidades mais adequado e sustentável”.

O estudo tem como objetivo suprir a falta de informações sobre a coleta de resíduos nas cidades brasileiras e mapear o cumprimento das recomendações da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Nesta edição, foram avaliados 3.049 municípios, ante 1.729 no ano passado. Os dados utilizados foram coletados na base de 2015 do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS). O ISLU criou um índice para avaliar a limpeza urbana nos municípios e o grau de cumprimento das normas estabelecidas pelo PNRS, com uma pontuação que varia de zero a um.

Para chegar aos resultados do ISLU, quatro aspectos são levados em consideração: 

  1. Engajamento do Município (população atendida e população total);
  2.  Sustentabilidade Financeira (arrecadação específica menos despesa do serviço sobre a despesa total do município); 
  3. Recuperação dos Recursos Coletados (material reciclável recuperado sobre total coletado); 
  4. e, por fim, Impacto Ambiental (quantidade destinada incorretamente sobre a população atendida).

Destaques     
A região Sul se destaca pelo segundo ano consecutivo. Os estados sulistas, liderados por Santa Catarina e Paraná, obtiveram a melhor pontuação no estudo, com 70% dos munícipios entre os 50 mais bem colocados no levantamento, seguida pelo Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte. O primeiro colocado no ranking deste ano é Maringá, no Paraná, com uma nota de 0,74. “O Paraná é um dos estados que investem em educação ambiental há pelo menos três décadas e continuamente realiza esforços de conscientização popular, o que ajuda a explicar seus bons resultados no ISLU”, diz Federico Servideo, sócio da PwC Brasil.

Os paulistas também conquistaram boas pontuações, com cidades como Santos, Sorocaba, Campinas, Santo André e São Bernardo do Campo entre as 20 primeiras posições do ranking. A capital paulista, no entanto, figura na 50ª posição entre os municípios com mais de 250 mil habitantes. Brasília, por sua vez, está entre as cidades com pior desempenho. O Distrito Federal possui o segundo maior lixão da América Latina. O aterro começou a ser desativado recentemente – a previsão é que o processo seja concluído até 2018. A iniciativa poderá colaborar para a diminuição do passivo ambiental da capital.

Repetindo os resultados do ano passado, os munícipios da região norte ocupam as 20 piores posições do ISLU entre os municípios com mais de 250 mil habitantes. Capitais como Manaus, no Amazonas, Rio Branco, no Acre, Porto Velho, em Roraima e Teresina, no Piauí, obtiveram algumas das pontuações mais fracas. Um dos principais motivos é o desempenho em relação à coleta de resíduos. “O estudo revela tanto os avanços realizados pelas cidades no que diz respeito à limpeza urbana e sustentabilidade quanto lança luz sobre o caminho que ainda precisa ser percorrido”, diz Matheus.

Sobre o SELUR
O SELUR (Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana do Estado de São Paulo) é o órgão responsável por centralizar os esforços das empresas paulistas de limpeza urbana. A instituição representa o conjunto de ações fundamentais para a sociedade, que incluem coleta e transporte de resíduos sólidos, manutenção da limpeza pública, além do tratamento e destinação final do descarte feito pela comunidade – desde residências até estabelecimentos comerciais e hospitalares. O SELUR tem ainda o objetivo de divulgar informações a fim de conscientizar os cidadãos comuns da relevância social, ambiental e econômica dos serviços prestados pelas suas associadas e seus milhares de colaboradores.

Sobre a PwC
Na PwC, o nosso propósito é construir confiança na sociedade e resolver problemas importantes. Somos um Network de firmas presente em 157 países, com mais de 223.000 profissionais dedicados à prestação de serviços de qualidade em auditoria e asseguração, consultoria tributária e societária, consultoria de negócios e assessoria em transações. Saiba mais sobre a PwC e nos diga o que é importante para sua empresa ou carreira, visitando nosso site: www.pwc.com

Fonte: Ogilvy Public Relations
<---conte da="" do="" postagem---="" sua="">

‘Verdejando’ chega a sua 5ª edição e expande atuação para a Grande São Paulo

http://redeglobo.globo.com/sao-paulo/noticia/verdejando-chega-a-sua-5-edicao-e-expande-atuacao-para-a-grande-sao-paulo.ghtml

Iniciativa da Globo em SP em parceria com o Jornalismo teve início nesta sexta-feira, dia 1° de setembro

Uma ideia plantada em 2013 semeou com muita força e, agora, chega à sua quinta colheita: o ‘Verdejando’, conjunto de ações do Jornalismo e da Comunicação da Globo em São Paulo, volta ao ar e às ruas a partir do dia 1º de setembro, mês da primavera. A intenção da iniciativa é estimular a mobilização e a conscientização da população sobre a importância do verde para a vida de São Paulo e seus habitantes.

Com reportagens no ‘Bom Dia SP’, no ‘SP 1’ e no ‘SP 2’, o ‘Verdejando’ terá dois momentos diferentes nos telejornais: de 1º a  9 de setembro,  serão revisitados locais em que foram realizadas atividades em anos anteriores, para ver o que houve de melhoria e o que precisa ser revisto, como é o caso do Jardim Peri, que dá início ao projeto. O local recebeu ações do ‘Verdejando’ em 2013 e segue cultivando suas árvores. A grande novidade, neste ano, é que as equipes de jornalismo vão visitar algumas cidades da região metropolitana de São Paulo, como Guarulhos, São Caetano do Sul, Mauá e Osasco.

A partir do dia 11, serão apresentadas as novas atividades realizadas nas ruas, com especialistas que atuam nesta parceria. Em um bairro bastante populoso de Guarulhos, o Bonsucesso, serão realizadas diversas oficinas para as crianças e um mutirão de plantio no CEU Ponte Alta. Para Mauá, no dia 14/09, está planejado o plantio de árvores próximas a uma UBS (Unidade Básica de Saúde) da cidade. No bairro Cidade Tiradentes, onde existe apenas uma árvore a cada 60 pessoas (na região do Morumbi, essa média é de uma para cada três pessoas), e na Mooca, bairro bem árido da capital, haverá plantio em espaços considerados improváveis, com o objetivo de que as árvores fiquem bem próximas à circulação dos moradores. No primeiro, as ações serão concentradas da Rua dos Têxteis, no dia 14. Na Mooca, as atividades acontecerão na Avenida Henry Ford, no dia 18.

Outro lugar que necessita de grande atenção em relação ao verde é São Caetano do Sul: de acordo com dados da SOS Mata Atlântica, a cidade não tem nenhum sinal da mata atualmente. A ideia é enriquecer a Avenida do Estado, no dia 20, com cerca de 120 árvores nativas, criando um corredor de biodiversidade.

No dia da árvore, comemorado em 21 de setembro, o ‘Verdejando’ será levado a uma escola de Osasco para o plantio de árvores frutíferas com alunos e professores, como forma de conscientização dos alunos. Na Vila Nova Esperança, região do Butantã, onde já existe uma horta comunitária e um projeto para transformar o bairro em uma vila ecológica, a iniciativa vai levar, no dia 22, oficinas de permacultura, agrofloresta e capacitação para ajudar no desenvolvimento do projeto. Além disso, um mutirão de plantio de novas árvores e de conservação das já existentes também será realizado.

Outra atividade que beneficiará os paulistanos, em 23 de setembro, é o plantio de uma centena de árvores na entrada principal do Parque da Juventude, um local por onde passam milhares de pessoas todos os dias.

Nesta edição, o ‘Verdejando’ conta com apoio das Prefeituras Regionais de Cidade Tiradentes, Mooca, Casa Verde e Butantã, as Prefeituras de Guarulhos, Mauá, Osasco e São Caetano do Sul, e a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. 

Em 2017, a iniciativa quer estar mais perto das pessoas, no caminho por onde elas passam para trabalhar ou ir à escola, para que elas se relacionem cada vez mais com o verde, criando uma ligação positiva com as árvores e cuidando delas também”, explica Alexandre Mutran, gerente da Comunicação Regional da Globo em São Paulo.


Programação:

01/09 – Jardim Peri (Rua Koshun Takara)
11/09 – Guarulhos (CEU Ponte Alta)
12/09 – Mauá (UBS a ser definida)
14/09 – Cidade Tiradentes (Rua dos Têxteis)
18/09 – Mooca (Avenida Henry Ford)
20/09 – São Caetano do Sul (Avenida do Estado)
21/09 – Osasco (Escola a ser definida)
22/09 – Vila Nova Esperança (Butantã)
23/09 – Parque da Juventude

Fonte: Comunicação TV Globo 
<---conte da="" do="" postagem---="" sua="">
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...