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domingo, 18 de junho de 2017

Estado e Fiesp firmam acordo de parceria para solução do problema de resíduos

Crédito de Imagem: CETESB 


A Cetesb e a Secretaria do Meio Ambiente firmaram na quarta-feira (7/06), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, um protocolo de intenções para o desenvolvimento de ações e projetos voltados à melhoria e gestão do gerenciamento dos resíduos sólidos no estado

O protocolo foi assinado pelo secretário Ricardo Salles, pelo presidente da Cetesb, Carlos Roberto dos Santos e por Nelson Pereira dos Reis, vice-presidente e diretor de Meio Ambiente da Fiesp.

A assinatura do acordo de cooperação, que terá entre seus objetivos, incentivar práticas de economia circular, produção mais limpa e adoção de sistemas de gestão ambiental na área de resíduos, como programas de reciclagem na indústria e de logística reversa, aconteceu ao final da abertura do seminário “Desafios do setor público na gestão de resíduos”, dentro da programação da Semana do Meio Ambiente da Fiesp. 

Segundo o secretário Ricardo Salles é prioridade da Secretaria Estadual de Meio Ambiente acabar, até o final do ano, com todos os lixões e aterros inadequados no território paulista, compromisso do programa “Lixão Zero” instituído pela sua gestão.

Ele também reafirmou que a pasta vem empregando todos os esforços para propor, junto às prefeituras municipais, a implantação de aterros regionais consorciados, como forma de resolver definitivamente a questão da disposição de resíduos em São Paulo. Para tanto, o governo disponibilizou aos municípios interessados, recursos da ordem de R$170 milhões através do programa Desenvolve SP, e apoio técnico da Cetesb, para auxiliar as administrações municipais nesta questão.

Carlos Roberto dos Santos, presidente da Cetesb, lembrou que este acordo de cooperação firmado com as indústrias para solução do problema dos resíduos é um marco nas relações entre o Estado, através de seus órgãos ambientais e a Fiesp, que representa 150 mil indústrias em todo o Estado. “Isto é um claro sinal de confiança depositado pelos industriais nos órgãos ambientais de governo, conciliando a competividade da indústria com a melhoria da qualidade ambiental”, disse.

Fonte: CETESB, 07/06/17

Pensar Eco comenta:
Será que a presença de aterros regionais resolveriam definitivamente a questão da disposição de resíduos em São Paulo??? 
Vamos dar um voto de confiança e aguardar que essa parceria seja um bom começo de resolver os problemas voltados a gestão ineficiente dos resíduos sólidos de São Paulo!
#EstamosDeOlho

Érica Sena 

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Pq. Estadual da Serra do Tabuleiro terá 350 hectares de vegetação nativa restaurados

Foto: Autopista Litoral Sul




Projeto técnico elaborado pela SPVS faz parte da compensação ambiental pela construção do Contorno Rodoviário de Florianópolis e vai recuperar área quatro vezes maior que a determinada pelo Ibama

A região da Baixada do Maciambu, onde está inserida o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, em Palhoça (SC), está recebendo um esforço de restauração da vegetação nativa. A ação da Autopista Litoral Sul, em parceria com a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) deve restaurar uma área de 350 hectares de vegetação nativa.

A concessionária responsável pela implantação do Contorno Rodoviário de Florianópolis tinha a determinação de recuperar uma área de 83,26 hectares, exigida pelo Ibama em razão da vegetação suprimida para a implementação da obra. No entanto, o projeto técnico de restauração, elaborado pela SPVS, permitiu que a área recuperada fosse 4,2 vezes maior.

O coordenador técnico do Programa Desmatamento Evitado da SPVS, Marcelo Bosco, afirma que um dos principais focos do trabalho é o controle das plantas exóticas invasoras como o pinus, que dificultam o desenvolvimento das espécies nativas.

“Trabalhamos com módulos de restauração com uma média de 2.500 m², onde são plantadas as espécies nativas. Com a diminuição e controle dos pinus, mais a utilização das técnicas de restauração ecológica e a ajuda de animais dispersores de sementes, as espécies nativas começam a ocupar a área em processo de restauração”, conta o biólogo.

Bosco explica que o pinus é uma das grandes ameaças às Unidades de Conservação no Brasil. A espécie exótica é muito utilizada para produção de madeira e se espalha rapidamente, contaminando as áreas originalmente ocupadas pelas espécies nativas.

Ao todo, o projeto vai criar 72 módulos de restauração, onde serão aplicadas técnicas como a formação de “galharia”. Nesse processo são depositados galhos para atrair roedores e outros pequenos mamíferos, que transportam sementes de outras áreas para a área em processo de restauração.

O projeto é pioneiro e terá uma duração mínima de seis anos, entre ações de restauração, controle de pinus e o monitoramento. A iniciativa estratégica tem o apoio da Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma) que é a responsável pela gestão do parque e do Ibama (órgão licenciador) e tem potencial para ser aplicada em outras áreas do parque, bem como em outras Unidades de Conservação.

Restinga ameaçada

A Baixada do Maciambu é uma planície que já foi coberta pela formação florestal de restinga, vegetação característica de regiões litorâneas, e que hoje sofre com o desmatamento e a expansão de espécies invasoras. “É uma vegetação ameaçadíssima em uma região única, que ainda conserva remanescentes de restinga arbórea”, afirma Marcelo Bosco. “A preservação do ecossistema pode garantir a sobrevivência da rica biodiversidade presente no litoral catarinense”.

O Parque Estadual da Serra do Tabuleiro é a maior Unidade de Conservação do estado de Santa Catarina, com cerca de 90 mil hectares. As florestas do parque protegem nascentes de rios como o da Vargem do Braço, Cubatão e D’uma, responsáveis pelo fornecimento de grande parte da água consumida na Grande Florianópolis e no litoral sul do estado.

Fonte: Pg1
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domingo, 4 de junho de 2017

Temos o que comemorar algo do Dia Mundial do Meio Ambiente?


É chegado o dia do Meio Ambiente...e muitos se dão conta desta data pelos inúmeros artigos, ações comemorativas durante a semana, e banners bem elaborados e criados pelos representantes da comunicação ambiental nas mídias sociais, afim de chamar atenção de todos!

Tirando os ambientalistas e profissionais das áreas ambientais, que se preocupam com o tema nos 365 dias do ano, a maioria das pessoas ainda continuam achando que falar de meio ambiente é perda de tempo, ou é modismo dos “ecochatos”. 

Primeiramente, o que é Meio Ambiente? 
Meio Ambiente é onde vivemos, pensando desde a nossa casa até o Planeta Terra. E ele pode ser:

         Natural: floresta, serra, oceano, etc.
         Artificial: cidade, aquário, terrário, lago.
         Laboral:  ambiente de trabalho.
         Cultural:  valores: sociais, religiosos, morais, políticos, econômicos, artísticos, entre outros.

Pesquisas indicam que as pessoas e empresas têm se preocupado mais com Meio Ambiente; pode ser verdade, mas estamos ainda muito aquém aos outros países que tem essa preocupação.

Nossos políticos ainda não colocaram a conservação ambiental e os demais pontos da sustentabilidade em suas pautas. Já uma grande parte da sociedade continua com suas atitudes consumistas, imediatistas, esquecendo que precisamos deixar recursos naturais para as próximas gerações.

Nos deparamos com pessoas brigando pelas sacolinhas gratuitas nos supermercados, e depois de usadas, descartadas incorretamente no lixo comum, pois separar o reciclável do lixo comum, ainda é um hábito para pouco, pois usam como desculpa que é muito trabalhoso.

Mesmo o sudeste brasileiro passando por uma crise hídrica, já cantada pelos ambientalistas há anos atrás, presenciamos as pessoas lavando o quintal e calçada de mangueiras, deixando a torneira aberta enquanto escovam os dentes ou ensaboam a louça. E não é só a água que é desperdiçada, a energia elétrica, a comida também são!
Ainda nos deparamos com montanhas de lixo, entulho, sofás jogados nas calçadas e terrenos baldios, que além de enfeiar o espaço, vira abrigo de vetores de doenças. Não podemos esquecer que os animais silvestres ainda continuam a ser comprados.

Enfim... nada mudou!

Diante desses exemplos, e outras centenas deles, pergunto a vocês:
Será que a temática ambiental está sendo discutida dentro das escolas e lares. como deveria, já que trata de garantias de um futuro melhor? 

Será que todos têm a consciência que nossas ações de hoje terão consequências positivas ou negativas no futuro próximo?

Precisamos refletir!

  A natureza já dá sinais que não está satisfeita com as atitudes humanas, e catástrofes naturais estão sendo cada vez mais frequentes, até no Brasil.
Finalizando, vamos relembrar o que a nossa Constituição nos diz sobre “Meio Ambiente”


“Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. “Art 5º da CF/88



Érica Sena: bióloga, gestora ambiental, educadora- Blog Pensar Eco – http://pensareco.blogspot.com
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