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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Câmeras registram onça-pintada na região oeste do Paraná

Crédito de imagem - Fundação Grupo Boticário

Animal, que está ameaçado de extinção na região, não era avistado fora do Parque Nacional do Iguaçu desde os anos 80.

As imagens de uma onça-pintada foram registradas por câmeras instaladas a cerca de 50 km do Parque Nacional do Iguaçu, pelo Instituto Neotropical: Pesquisa e Conservação. 

A espécie não havia mais sido registrada nesta área desde a década de 1980. A filmagem compreende parte da metodologia do projeto “Mamíferos como indicadores da saúde do ecossistema Floresta com Araucárias”, apoiado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, que visa analisar a presença de animais ameaçados no parque e região de entorno.

Relatório científico publicado na revista Scientific Reports estima que, em toda a Mata Atlântica brasileira, restem menos de 300 onças-pintadas, ou seja, a espécie está ameaçada de extinção no bioma. “É um indício de que esse animal tem sofrido mais com a ação humana. Inibir a caça predatória é uma das iniciativas essenciais para evitar que a onça-pintada seja completamente extinta deste bioma”, explica Carlos Rodrigo Brocardo, pesquisador associado do Instituto Neotropical. Diante dos números, o registro de uma representante dessa espécie ganha ainda mais importância.

Malu Nunes, diretora executiva da Fundação Grupo Boticário, afirma que o incentivo a projetos como este promovem impactos positivos no cenário ambiental nacional. “O registro de um animal ameaçado em uma nova área nos mostra que o investimento em projetos de conservação da natureza traz resultados efetivos para a proteção da biodiversidade, como o aumento na ocorrência de uma espécie ameaçada, por exemplo”, completa.

A onça-pintada é o maior felino do continente americano e, de acordo com a Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), a espécie é considerada quase ameaçada de extinção em nível mundial. Essa classificação engloba todos os locais em que a onça pode ser encontrada e significa que existe grande probabilidade de a espécie se tornar ameaçada de extinção em um futuro próximo, também em outros biomas. Perda de habitat e caça são os dois fatores que representam maior risco para o felino.

 Sobre a Fundação Grupo Boticário: a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover e realizar ações de conservação da natureza. Criada em 1990 por iniciativa do fundador de O Boticário, Miguel Krigsner, a atuação da Fundação Grupo Boticário é nacional e suas ações incluem proteção de áreas naturais, apoio a projetos de outras instituições e disseminação de conhecimento. Desde a sua criação, a Fundação Grupo Boticário já apoiou 1.493 projetos de 493 instituições em todo o Brasil. A instituição mantém duas reservas naturais, a Reserva Natural Salto Morato, na Mata Atlântica; e a Reserva Natural Serra do Tombador, no Cerrado, os dois biomas mais ameaçados do país.  Outra iniciativa é um projeto pioneiro de pagamento por serviços ambientais em regiões de manancial, o Oásis. 

Na internet: 

Fonte:PG1
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JBS Couros utiliza casca de castanha-de-caju como fonte de energia sustentável

JBS Couros utiliza casca de castanha-de-caju
como fonte de energia sustentável em unidade do Ceará

Substituição de combustíveis fósseis pela casca da oleaginosa promoveu economia de cerca de 50% em custos para a unidade

 A JBS Couros de Cascavel-CE aderiu à troca de combustíveis fósseis pela mistura de casca de castanha-de-caju e babaçu para o aquecimento de caldeiras. Com a substituição de combustível pelo material orgânico, a planta alcançou economia de cerca de 50% em custos, além de contribuir com os valores de responsabilidade sustentável da companhia.

"A utilização da casca de castanha-de-caju não somente nos trouxe vantagens econômicas bastante relevantes, como oferece grandes benefícios ambientais. Além de evitar o envio das cascas para aterros, as emissões de gases nocivos são consideravelmente menores quando comparadas às emissões de combustíveis fósseis", explica Fernando Bellese, gerente de Marketing e Sustentabilidade da JBS Couros.

A unidade utiliza mensalmente cerca de 500 toneladas de casca de castanha-de-caju e 60 toneladas de babaçu para abastecer energeticamente a unidade, que produz em torno de 180 mil peças de couros semi e acabados por mês. Desta produção, cerca de 90% é exportada para Europa, Ásia e América do Norte e atende os segmentos moveleiro e automotivo.


Sobre a JBS
Com mais de seis décadas de história, a JBS é uma indústria de alimentos presente em mais de 20 países, com plataformas de produção ou escritórios comerciais. A empresa conta com mais de 230 mil colaboradores no mundo, exporta para mais de 150 países e possui mais de 300 mil clientes ativos globais. A JBS possui um diversificado portfólio de produtos, com dezenas de marcas reconhecidas em todo o mundo. A companhia também atua em setores relacionados com o seu core business como couros, biodiesel, colágeno, sabonetes, glicerina e envoltórios para embutidos, bem como possui negócios de gestão de resíduos, embalagens metálicas e transportes, que suportam toda a sua operação.

 Fonte: JBS Couros
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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Você faz parte de luta, arregace as mangas e mude suas atitudes em 2017!


Não penso que a saída para a humanidade seja o retrocesso, ou seja, voltar ao uso de costumes antigos, evitando as vantagens dos frutos tecnológicos, mas sim na junção de tecnologias mais limpas e eficientes com a conscientização planetária dos seres humanos.
Não adianta apenas querer mudar as taxas de emissão de gases estufa, enquanto às pessoas continuam tendo atitudes irracionais e impactantes em seu cotidiano. Não cabe somente aos governantes, industriais, empresários carregar a cruz de lutar pela qualidade ambiental, através da sustentabilidade, mas a cada cidadão, independente da idade, classe social, etnia, estudo.
Não adianta se fingir de ambientalmente correto, e continuar desperdiçando água em seus banhos, torneiras; continuar a deixar seu lixo depositado na areia das praias, pelas ruas e calçadas, em todos locais, exceto nas lixeiras.
Segundo Samuel M. Branco, o ser humano está para os ecossistemas naturais como um parasita está para organismo são sobre o qual ele exerce sua ação parasitária. 
Duas coisas eu me pergunto diante dessa afirmação: todos os seres humanos se comportam como parasitas? Já que o planeta (o hospedeiro) é utilizado pelo homem sem dar um retorno positivo, ou seja: serve de fonte de alimento, sobrevivência para os seres humanos (os parasitas) que oferecem em troca: resíduos, impactos negativos? E a mudança de atitudes e de consciência não mudaria essa relação parasitária para uma relação harmônica?
Realmente, diante de tantas catástrofes atuais, nota-se que não há tempo para reflexões, mas sim para ações concretas e eficientes de todos os atores sociais, incluindo você. Pense nisso!

Um Feliz 2017 a todos vocês!
Que venha um  ano mais harmônico, iluminado, cheio de paz, saúde  e sustentabilidade!
#MudançasDeAtitudeEm2017
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