Inscreva-se no Feed do Pensar Eco e receba os posts por email!

www.pensareco.com

sábado, 22 de setembro de 2018

Vamos falar sobre resíduos sólidos em Pqs Municipais de SP?

Eu, Érica Sena e Carolina Moro no Pq Severo Gomes- 22/09/18

Desde setembro venho coordenando um Projeto idealizado por mim, dentro da UMAPAZ/SVMA chamado Falando sobre resíduos sólidos em Parques Municipais.
Diante as demandas dos administradores dos parques nesta primeira fase foram escolhidos 10 Parques:
Parque da Luz 
Parque Trianon
Parque Prefeito Mario Covas
Parque Severo Gomes
Parque São Domingos
Parque Cordeiro
Parque Santo Dias
Parque Buenos Aires
Parque do Trote
Parque do Carmo
    Eu juntamente com profissionais super competentes: Carolina Moro e Anselmo Bonfim estaremos  a frente como os  facilitadores destes encontros.

    Saiba um pouco mais: 
    Falando Sobre Resíduos Sólidos nos parques municipais
    Os parques municipais urbanos são áreas verdes que podem trazer qualidade de vida para a população do seu entorno, já que proporcionam contato com a natureza e suas estruturas, sendo espaços apropriados para a realização de atividades físicas, de lazer e outros. Além de funções pedagógicas das mais variadas temáticas.
    Diante do crescimento desordenado das grandes cidades e da existência de poucas áreas verdes por habitante, os parques municipais têm uma importância socioambiental cada vez maior pelos serviços ambientais que oferecem, entre outros, a possibilidade de estimular a discussão sobre a gestão de resíduos sólidos.
    Neste contexto, este projeto busca trabalhar, de maneira teórica e prática, o diagnóstico e soluções possíveis para a diminuição e destinação adequada dos resíduos sólidos urbanos.
    O projeto será dividido em três encontros de 3 horas cada com o seguinte conteúdo:
    1º Encontro: Politica Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS (3 horas)
    1.1. Visão geral da PNRS
    1.2. Responsabilidade Compartilhada e Logística reversa 
    1.3. Importância desta Lei na gestão de resíduos sólidos urbano.
    Encontro: Educação ambiental dentro do consumo (3 horas)
    2.1. Consumismo e suas consequências 
    2.2. 5 R´s do Consumo Consciente
    3º Encontro: Compostagem (3 horas) *
    3.1. Conceito 
    3.2. Oficina de compostagem caseira.
     Material necessário para este encontro:
    • Duas ou três garrafas de pet do mesmo modelo;
    • Tesoura com ponta ou estilete para cortar as garrafas e furar o fundo;
    • Fita crepe para juntar as peças;
    • 1 saco para descartar as sobras.
    *Coordenado por Vicente Prado- UMAPAZ
    Facilitação: Anselmo Bonfim


    Facilitação:
    Carolina Moro - Bacharel em Direito. Doutoranda em Ciência Ambiental pelo PROCAM/USP. Mestre em Direito Civil.
    Érica Regina de Sena Silva - graduada em Ciências biológicas e Gestão Ambiental, especialista em Tecnologia Ambiental, educadora ambiental e Coordenadora de projetos de Educação Ambiental da UMAPAZ-4
    Anselmo Bonfim - graduado em gestão ambiental e licenciatura em ciências. (Oficina de compostagem caseira)
    Coordenação: Érica Regina de Sena Silva
    OBS: As inscrições serão para cada encontro, podendo ser feita pelo site ou na hora. 
    Os banners abaixo mostram as datas e horários em cada parque.










    Te espero lá!
    Vc pode assistir os encontros em vários parques!
    #UMAPAZ
    #GestãoDeResíduosSólidos
    #EdAmb

    Érica Sena
    contato: ericasilva@prefeitura.sp.gov.br

    Vamos falar sobre lixões?


    Infelizmente mesmo depois de 8 anos da Política Nacional de Resíduos sólidos os lixões ainda existem.. o prazo para sua extinção foi prorrogado para 2021. Será que até lá eles sumirão??

    Segundo o relatório da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) o Brasil tem quase 3 mil lixões funcionando em 1.600 cidades.
    Pela lei da Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS), todos os lixões do Brasil deveriam ter sido fechados até 2014.

    O levantamento da Abrelpe mostra que, de 2016 para 2017, o despejo inadequado do lixo aumentou 3%. 
    A produção de lixo no Brasil também aumentou no ano passado. 

    Cada brasileiro gerou 378 kg de resíduos no ano, um volume que daria para cobrir um campo e meio de futebol.Junto com esse aumento do lixo produzido, também subiu a quantidade de resíduos que vão parar em lixões, com impactos negativos para o meio ambiente e para a saúde pública. Estudo afirma que o país gasta R$ 3 bilhões por ano com o tratamento de saúde de pessoas que ficaram doentes por causa da contaminação provocada pelos lixões. (Fonte: G1- Natureza)



    Para entender um pouco mais compartilho a matéria do Portal de Resíduos sólidos abaixo:

    O impacto causado pelos lixões à céu aberto

    O que é um lixão a céu aberto? Qual a diferença entre lixão e aterro sanitário? Que impactos negativos o lixo pode causar na natureza? Saiba como o acúmulo de resíduos pode prejudicar você!


    (...)
    Há décadas, era comum transportar o lixo para  áreas distantes das cidades e deixá-lo ao ar livre. Com toda a certeza, os lixões a céu aberto eram uma alternativa mais fácil para (não) resolver o problema do lixo. Surpreendentemente, em 1954 havia uma lei que proibia lixões no Brasil. Essa lei foi revogada e outras semelhantes foram criadas, nos anos de 1981, 1988, 2010 e 2014. Além disso, em 2017 entrou em tramitação no congresso nacional uma lei para prorrogar o fim dos lixões para 2021. Até o momento, essa lei não entrou em vigor.
    Apesar de todas as legislações proibindo o uso de lixões, eles continuaram sendo utilizados entre 1954 e 2017. Após 37 anos de descaso, os prefeitos eleitos em 2016 estão tentando prorrogar a proibição para 2021. Sendo assim, o que farão os prefeitos eleitos em 2020? É possível que em 2021 a câmara dos deputados aprove outra prorrogação. Em vista disso, quantas doenças e mortes de animais poderiam ser evitadas?

    O que é o aterro sanitário?


    Aterro sanitário é uma obra de engenharia que tem como objetivo tratar os resíduos sólidos de forma ambientalmente adequada. Em outras palavras, é o destino final de alguns materiais descartados.Existem dois tipos de aterro: os de classe I e os de classe II. Os aterros de classe I são feitos especialmente para receber resíduos perigosos: inflamáveis, patogênicos, corrosivos, tóxicos ou reativos. Já os aterros de classe II são projetados para receber resíduos não perigosos, como sucata ou matéria orgânica.  
    A construção de um aterro sanitário deve obedecer critérios específicos para evitar danos à saúde pública e ao meio ambiente. Por isso, os projetos de aterro devem estar em conformidade com a Associação brasileira de normas técnicas (ABNT). Dessa forma, resíduos destinados ao aterro são separados de acordo com suas características e compactados para economizar espaço. Nessa obra há sistemas de drenagem para gases e chorume.  
    Os aterros são considerados como a melhor solução para o excesso de resíduos. No entanto, grande parte dos materiais destinados aos aterros sanitários são recicláveis. 
    Segundo o IPEA, o Brasil perde 8 bilhões por ano por não reciclar seus materiais. Certamente, se houvesse um maior investimento em reciclagem, a quantidade de resíduos de um aterro sanitário diminuiria.   
    Qual a diferença entre lixão e aterro sanitário?
    As diferenças entre o lixão a céu aberto e o aterro sanitário são gritantes. 
    O aterro é uma obra planejada e supervisionada, que tem como objetivo a destinação ambientalmente adequada de resíduos sólidos. No Brasil a vida útil do aterro, definida pela norma ABNT NBR 13896/97, é de no mínimo 10 anos. No entanto, a  redução e reutilização de resíduos diminui o volume de lixo no aterro, aumentando dessa forma, a sua durabilidade.
    Já os lixões a céu aberto podem se formar em qualquer lugar, sem proteção ou planejamento. Basta que os resíduos sejam despejados e esquecidos. Além disso, quando os resíduos dos lixões são cobertos com argila, terra e grama, forma-se o aterro controlado. Essa técnica não evita a contaminação do lençol freático. Como o aterro controlado não realiza a impermeabilização do solo, não deve ser confundido com aterro sanitário.
    Que impactos negativos o lixo pode causar na natureza?
    No lixão a céu aberto, há bactérias responsáveis pela decomposição da matéria orgânica. Consequentemente, a reação química produz gás metano (CH4), que é responsável pelo aquecimento global. Além disso, quando em contato com o ar, pode provocar incêndios e explosões. A decomposição da matéria orgânica também é responsável por produzir chorume. Esse líquido percolado apresenta a mesma composição dos detritos descartados e pode apresentar concentrações de metais pesados. Dessa forma, no período chuvoso, o chorume pode se infiltrar no solo e contaminar as águas subterrâneas.
    O descarte inadequado de resíduos sólidos pode atrair animais, principalmente ratos portadores da bactéria leptospira. Por serem eliminadas na urina, essas bactérias se espalham por vários lugares. Em virtude disso, quando há enchentes, pessoas com ferimentos em contato com a água correm o risco de contrair leptospirose. Os principais sintomas são febre, dor de cabeça e dores pelo corpo. Em casos mais graves, os sintomas podem ser meningite, insuficiência renal e o paciente pode ir a óbito.
    Os materiais descartados perto dos cursos d’água, além de transmitirem doenças, são os principais responsáveis pela poluição hídrica. Segundo a Agência Europeia do Ambiente, a cada ano 10 milhões de toneladas de lixo vão parar nos oceanos, no mundo inteiro. Por causa disso, muitos animais marinhos estão morrendo por ingestão de resíduos e asfixia.  
    O lixão a céu aberto e o aterro sanitário tem algo em comum. Os materiais destinados à esses dois lugares podem ser comercializados e gerar receita. Desse modo, a reciclagem pode se tornar o sustento para quem não tem o que comer. Além de gerar fonte de renda, diminui a quantidade de lixões e aterros, amenizando os impactos ambientais. .

    Veja a matéria na integra: https://portalresiduossolidos.com/o-impacto-dos-lixoes/




    É necessário que cada um tenha responsabilidade de fazer sua parte na gestão de resíduos sólidos em nosso município. Dentro da PNRS existe a responsabilidade compartilhada.

    #FaçaSuaParte
    #ResponsabilidadeCompartilhada
    Eu, vc e todos nós são responsáveis pela gestão correta dos resíduos sólidos ou popularmente "Lixo".

    Érica Sena 

    <---conte da="" do="" postagem---="" sua="">

    quarta-feira, 13 de junho de 2018

    Curitiba lança propostas para conservação da biodiversidade na Região Metropolitana


    Bugios fotografados na Região Metropolitana de Curitiba (Foto: SPVS)

    Parceria entre a Prefeitura de Curitiba e SPVS elaborou diretrizes a serem seguidas pelos municípios da Região Metropolitana para enfrentar mudanças climáticas
    Em evento na capital paranaense nesta quinta-feira (24) foram lançadas propostas para ações integradas pela conservação da biodiversidade na Região Metropolitana de Curitiba. O documento apresenta diretrizes para que as cidades vizinhas trabalhem juntas em prol do patrimônio natural.
    A publicação das “Diretrizes para Conservação da Biodiversidade na Região Metropolitana de Curitiba” é uma iniciativa pioneira surgida de uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Curitiba e a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem (SPVS), cuja elaboração envolveu outras 20 instituições ligadas ao meio ambiente. As ações estratégicas presentes no documento incluem a conservação da biodiversidade como parte dos negócios, reconhecendo as áreas naturais como ativos socioeconômicos da metrópole. O objetivo das diretrizes previstas no documento é garantir a resiliência ambiental da região diante das mudanças climáticas, promovendo a segurança hídrica e do clima, além da qualidade de vida da população.
    Segundo o diretor executivo da SPVS, Clóvis Borges, o cumprimento das diretrizes pode tornar a Grande Curitiba referência em desenvolvimento sustentável. “Vemos hoje no Brasil uma retórica antiquada de antagonismo entre a conservação da natureza e o desenvolvimento”, afirma. “A Região Metropolitana de Curitiba pode dar ao país o exemplo de que é possível conciliar os investimentos necessários para a conservação da natureza com qualidade de vida e desenvolvimento econômico.”
    O prefeito de Curitiba, Rafael Greca, declarou que a estrutura da Prefeitura e da Secretaria do Meio Ambiente está à disposição dos municípios vizinhos. “Vamos multiplicar a ideia da conservação, da segurança hídrica, a sensibilização para as mudanças climáticas e a educação ambiental e fazer o melhor possível nesta região”, garantiu o prefeito.
     As diretrizes, de autoria das biólogas da SPVS Betina Ortiz Bruel e Maria Vitória Yamada, podem ser acessadas na integra no site da instituiçãoO documento é apoiado pelo Programa de Desenvolvimento Produtivo Integrado da Região Metropolitana de Curitiba, o Pró-Metrópole.

    Curso metropolitano de conservação da natureza
    O evento de lançamento das Diretrizes para Conservação da Biodiversidade marcou também a aula inaugural de um curso gratuito de capacitação em conservação da natureza para servidores e gestores das secretarias de meio ambiente da Grande Curitiba. A secretária municipal do Meio Ambiente, Marilza Dias, destacou a importância de uma visão integrada para o patrimônio natural. “Não podemos trabalhar isoladamente. O curso de formação vai nos dar instrumentos para promover a sustentabilidade de maneira integrada em todos os municípios participantes”, diz Dias.
    Fonte: Pg1
    <---conte da="" do="" postagem---="" sua="">
    Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...