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domingo, 30 de julho de 2017

24/08: Workshop: Plástico: da origem a geração de impacto ambiental na UMAPAZ


O plástico se tornou parte de nosso cotidiano de uma forma tão forte e devastadora que um estudo publicado no periódico Antropocene, mostra que estamos entrando na Era do Plástico, e a superfície do planeta está notavelmente alterada pelo descarte de materiais de longa durabilidade. 

O estudo sugere que os plásticos têm um impacto de longo prazo na geologia do planeta porque são inertes e de difícil degradação. Como resultado, quando o lixo plástico é jogado na natureza, eles são incorporados ao solo ou aos oceanos e são consumidos pelo plâncton, pelos peixes e pássaros, muitas vezes causando a morte deles. Essa distribuição tanto nos ambientes terrestres como marinhos sugerem que esse é um indicador do Antropoceno, a era geológica caracterizada pelos impactos das ações do homem. (AKATU)

Os plásticos eram pouco conhecidos pelos nossos avós quando eles eram crianças. Mas, agora, eles são indispensáveis em nossas vidas. Eles estão em todos os lugares: embrulhando a nossa comida, levando nossa água e leite, embalando ovos, iogurtes, chocolate, conservando os remédios. Também são material para as roupas que vestimos”, disse o professor Zalasievicz. (AKATU)


Refletindo sobre essa problemática esta palestra mostrará desde a origem do plástico, passando pelo pós consumo, priorizando o descarte incorreto deste material no meio ambiente, interferindo negativamente nos ecossistemas terrestres e aquáticos.

Facilitação: 
Érica Sena: Bacharel e licenciada em Ciências Biológicas (Univ. Mackenzie); gestora Ambiental (FMU), educadora ambiental, especialista em Tecnologias Ambientais (FATEC). Atuou como professora da rede pública por 11 anos; blogueira ambiental há oito anos, e atualmente diretora da UMAPAZ 4.

William Rodriguez Schepis: Diretor Presidente do Instituto Ecofaxina. Fundador, graduado em Biologia Marinha pela Universidade Santa Cecília - UNISANTA;
Coordenação: Érica Regina de Sena Silva: Bióloga, Gestora Ambiental e Diretora da UMAPAZ-4

Vagas: 60
Público: geral

Dia: 24 de agosto de 2017, quinta-feira
Horário: das 14h às 17h
Local: Sede da UMAPAZ – Parque Ibirapuera. Av. Quarto Centenário, 1268.
Pedestres: Portão 7A.

Estacionamento: Portão 7 da Av. República do Líbano (Zona Azul).

Governos fazem com que cidadãos paguem bilhões para destruir sua própria saúde

Crédito de imagem: http://atmospher.org/ 


● Novo relatório da Aliança Saúde e Meio Ambiente (HEAL) mostra como os subsídios aos combustíveis fósseis apoiam um setor que causa óbitos prematuros, problemas de saúde e enormes custos de saúde em todo o mundo
● Os custos de saúde associados aos combustíveis fósseis são mais de seis vezes maiores que os subsídios: US$ 2.758 bilhões contra US$ 444 bilhões 



A Aliança Saúde e Meio Ambiente (HEAL, na sigla em inglês) acaba de lançar o relatório Etiquetas de preço escondidas: como o fim dos subsídios aos combustíveis fósseis beneficiaria a nossa saúde  com a primeira comparação entre subsídios a combustíveis fósseis e os custos com saúde decorrentes da poluição do ar gerada pela queima desses combustíveis – a qual é também responsável pelas mudanças climáticas.
Praticamente todos os governos destinam cifras enormes de recursos público – ou seja, dinheiro oriundo de impostos pagos por seus cidadãos - para apoiar a indústria de petróleo, gás e carvão na produção de energia a partir de combustíveis fósseis. Apesar um compromisso que já tem quase uma década, de acabar com esse apoio financeiro, o que o relatório revela é que, na média, os custos de saúde associados aos combustíveis fósseis são mais de seis vezes maiores do que os subsídios nos países do G20: US$ 2.760 bilhões vs US$ 444 bilhões.
Todos os anos, a queima de combustíveis fósseis ceifa a vida de cerca de 6,5 milhões de pessoas em todo o mundo em decorrência de infecções do trato respiratório, acidentes vasculares cerebrais, ataques cardíacos, câncer de pulmão e doença pulmonar crônica. Os custos para a saúde decorrentes da poluição atmosférica gerada pelos fósseis, das alterações climáticas e da degradação ambiental não são pagos pela indústria, mas pela sociedade.
 
"Líderes europeus e mundiais continuam a comprometer-se com o combate às mudanças climáticas e a descarbonização de nossa economia. No entanto, eles ainda dão bilhões de euros e dólares justamente ao que leva ao aquecimento global e causa mortes precoces e problemas de saúde, incluindo doença cardíaca e pulmonar”, alerta Genon K. Jensen, diretor executivo da HEAL. 

 É hora de aproveitar a oportunidade para melhorar a saúde de milhões de pessoas em todo o mundo, abandonando os subsídios à indústria mortal de combustíveis fósseis. Eles devem fazer o que dizem e acabar com os subsídios de combustíveis fósseis já".
 
O relatório analisa os verdadeiros custos dos impactos na saúde decorrentes dos subsídios aos combustíveis fósseis em vários países. No Reino Unido, por exemplo, os custos de saúde decorrentes da poluição atmosférica impulsionada por combustíveis fósseis são quase cinco vezes maiores do que os subsídios que eles recebem, o que significa que os cidadãos não só vêem 6,5 bilhões de dólares de dinheiro público concedidos a uma das indústrias mais ricas do mundo, mas acabam pagando outros 30,7 bilhões de dólares em custos de saúde decorrentes de mortes prematuras causadas pela poluição do ar. Na China, os combustíveis fósseis geram impressionantes 1,790 trilhão de dólares em custos de saúde decorrentes da poluição do ar, mais de 18 vezes o que a nação entrega aos produtores de petróleo, gás e carvão, ajudando a alimentar uma crise de saúde pública que está causando 1,6 milhão de mortes prematuras a cada ano.
 
No relatório, a HEAL apresenta recomendações aos decisores políticos, instando-os a eliminar progressivamente os subsídios aos combustíveis fósseis até 2020 para os países desenvolvidos e, até 2025, para as economias de baixa renda, para reduzir as mortes prematuras, má saúde e caos do clima e pavimentar o caminho para opções de energia renováveis ​​e limpas e seus múltiplos benefícios para a saúde.
 
O relatório também destaca como os fundos poderiam ser reatribuídos para impulsionar a saúde nos sete países que foram analisados mais a fundo. Na Alemanha, por exemplo, os 5,4 bilhões de dólares de subsídios para combustíveis fósseis representam o dinheiro dos contribuintes que é suficiente para instalar energia solar em mais de 300 mil lares, o que contribuiria fortemente com a transição de todos os 15.000 trabalhadores da indústria do carvão nos próximos cinco anos. Em países como a Turquia e a Polônia, os subsídios aos combustíveis fósseis representam valiosos fundos públicos que poderiam fortalecer os sistemas de saúde da nação – no caso da Polónia, poderiam ser usados para construir mais de 34 novas clínicas e aumentar o número de médicos em 30.000.
 
"Uma das melhores estratégias políticas para reduzir os subsídios aos combustíveis fósseis é simultaneamente lançar serviços de saúde gratuitos universais. As economias do primeiro podem financiar o último”, analisa Robert Yates, Senior Fellow da Chatham House. “Combinar essas políticas pode oferecer benefícios significativos para a saúde, a economia e o meio ambiente e oferecer grandes benefícios políticos aos líderes que trazem cuidados de saúde gratuitos para suas pessoas. "-
 (Bruxelas, 27 de julho de 2017)

Website: www.env-health.org.

Fonte: Aviv Comunicaçao 
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Relatório anual da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza



Relatório Anual divulga ações voltadas à proteção do meio ambiente
Os trabalhos realizados em 2016 pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza foram reunidos e podem ser conferidos por meio do seu Relatório Anual. O lançamento de desafios em busca de modelos de negócio com impactos positivos na biodiversidade, a promoção da conservação da natureza como ferramenta para tornar a sociedade mais resiliente aos efeitos da mudança do clima, além de um estudo para evidenciar os benefícios econômicos e sociais de parques municipais e estaduais do Paraná, são algumas das ações divulgadas no documento.
Além disso, a partir dos resultados de iniciativas apoiadas, que somam 1.510 em 26 anos de atuação, foi articulada a aproximação entre poder público e pesquisadores, tornando a Fundação Grupo Boticário cada vez mais influenciadora na tomada de decisão em favor da causa da conservação. Outra importante conquista de 2016 foi a definição de protocolos de monitoramento de biodiversidade, permitindo a geração, a categorização e o acesso à informação sobre biodiversidade das duas reservas privadas mantidas pela instituição. O material completo está disponível no site da Fundação e pode ser conferido por meio deste link.
Sobre a Fundação Grupo Boticário
A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover e realizar ações de conservação da natureza. Criada em 1990 por iniciativa do fundador de O Boticário, Miguel Krigsner, a atuação da Fundação Grupo Boticário é nacional e suas ações incluem proteção de áreas naturais, apoio a projetos de outras instituições e disseminação de conhecimento. Desde a sua criação, a Fundação Grupo Boticário já apoiou 1.510 projetos de 501 instituições em todo o Brasil. A instituição mantém duas reservas naturais, a Reserva Natural Salto Morato, na Mata Atlântica; e a Reserva Natural Serra do Tombador, no Cerrado, os dois biomas mais ameaçados do país. Outra iniciativa é um projeto pioneiro de pagamento por serviços ambientais em regiões de manancial, o Oásis. 
Fonte: Central Press
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