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sábado, 18 de fevereiro de 2017

8 dicas para evitar o consumo excessivo e o desperdício em seu Carnaval


Ótimo Carnaval! Não esqueçam das dicas sustentáveis!

Saiba como curtir bastante o feriado prolongado sem abrir mão do cuidado com o meio ambiente e sem entrar em dívidas


Carnaval é tempo de diversão (ou de descanso), mas isso não é motivo para que os foliões se rendam ao consumo exagerado ou desperdício. Aproveitar o feriado não deve ser sinônimo de deixar resíduos no meio ambiente nem ter sustos com as finanças no final do mês. Para mostrar como é possível unir Carnaval com consumo consciente e cuidado com o meio ambiente, o Instituto Akatu preparou 8 dicas que valem para os foliões de carteirinha e para quem vai curtir um merecido descanso nesse período. São dicas simples e práticas para aproveitar esses dias sem culpa. Confira!

1.      Lixo no lixo
Você vai pular Carnaval nos blocos e desfiles? Já pensou se toda aquela multidão jogasse papéis, copos, latinhas, garrafas e tudo o mais nas ruas? Seria uma tragédia! O lixo acumulado nas calçadas entope os bueiros e aumenta o risco de enchentes. Nas estradas, os detritos jogados nos acostamentos agridem e colocam em risco o meio ambiente e os animais. Nas praias, o lixo se espalha pela orla, vai parar no mar e, além de contaminar a água e consequentemente fauna e flora que nela vivem, seu recolhimento é muito trabalhoso. O consumidor pode evitar estes impactos se levar consigo um saquinho para guardar seu lixo até encontrar um local apropriado para o descarte.

2.      Recicle
Ao reciclar uma latinha de alumínio – de refrigerante ou de cerveja, por exemplo – você possibilitará a economia de 95% da energia elétrica usada para produzir uma latinha a partir do minério. De um modo geral, para produzir uma matéria-prima a partir de uma embalagem reciclada é necessário muito menos energia elétrica do que se ela for feita a partir do recurso natural virgem. Por isso, separe e envie para coleta seletiva todas as embalagens de plástico, vidro, metal, além de todo papel que for gerado nas suas festas de Carnaval. Além da economia de energia elétrica e outros recursos naturais usados na sua produção, menos lixo será gerado, ocupando assim menos volume nos aterros sanitários.

3.      Produza menos lixo
Um exemplo: durante o Carnaval de 2016 em Florianópolis (SC), a produção de resíduos associados às festas chegou a 163,9 toneladas, um aumento de 50% com relação a 2015, o que gera um alto custo de coleta para as prefeituras, pago com recursos públicos que poderiam ser investidos em outras áreas. Evitar os itens descartáveis, sempre que possível, já é uma atitude com grande impacto.

4.      Fantasia reciclada
Para confeccionar uma fantasia, diversas matérias-primas, além de água e energia elétrica, são utilizadas em sua produção. Que tal reutilizá-la, trocá-la com amigos ou reformá-la? Utilizando a mesma fantasia mais de uma vez, o consumidor dilui ao longo do tempo os impactos negativos ocorridos na produção dos materiais que compõem a vestimenta. Além disso, evita que ela seja jogada fora e, assim, aumente a quantidade de lixo produzido desnecessariamente. Sem falar na economia para o bolso!

5.      Desligue
Mesmo no modo “stand by”, eletrodomésticos e eletrônicos consomem energia elétrica. O gasto de energia pode ser pouco, mas como ocorre continuamente acaba por representar uma oportunidade perdida de aplicar esse dinheiro gasto na poupança. Esse desperdício varia, mas pode representar até 20% do consumo médio total de energia elétrica dos equipamentos de uma residência. Portanto, antes de viajar ou sair de casa por períodos prolongados, tire os aparelhos elétricos e eletrônicos da tomada, tais como televisão, DVD, micro-ondas, computador e carregador de celular, a fim de economizar energia.

6.      Economize água!
Tanto em momento de escassez como em situação de represas cheias, evitar o desperdício de água é sempre necessário. Não é porque você está viajando que o consumo de água tem que aumentar: continue tomando banhos curtos e aproveite o calor para desligar o chuveiro caso demore ao se ensaboar ou lavar os cabelos. O Carnaval é época em que muitas cidades, especialmente as que recebem muitos turistas, enfrentam sérios problemas de abastecimento de água em função do aumento excessivo de consumo. Portanto, se você já é um consumidor consciente de água, redobre os cuidados no Carnaval. Evite as brincadeiras que implicam em desperdício!

7.      Consciência na estrada
Vai viajar de carro? Na época do Carnaval, o tráfego nas estradas é intenso, por isso, aumenta o risco de acidentes, além de aumentar a emissão de poluentes. O que fazer? Procure se organizar para viajar com o maior número possível de pessoas no carro, diluindo os impactos da viagem. Hoje em dia, compartilhar sua viagem ou pegar carona está ainda mais prático e seguro com a ajuda de diversos aplicativos. Você pode ainda programar a saída de casa em horários de menos trânsito, reduzindo desta forma o tempo em marcha lenta e a emissão maior de carbono. Outra boa opção é fazer uma vistoria geral no seu carro. Além de ser mais seguro, você consegue reduzir o consumo de combustível do veículo, diminuindo custos e a emissão de Gases de Efeito Estufa (GEEs). Por exemplo, pneus calibrados conforme a recomendação de pressão da montadora e alinhados podem garantir uma economia de até 20% do combustível.

8.      Turismo com respeito
Aprender sobre a história, conhecer os costumes, a comida, a música das pessoas que moram no lugar visitado é muito enriquecedor. Assim, o turismo pode ter impactos positivos ao respeitar os costumes dos lugares visitados e prestigiar a cultura e economia locais.

Sobre o Instituto Akatu
Criado em 15 de março de 2001, o Instituto Akatu é uma organização não governamental sem fins lucrativos que trabalha pela conscientização e mobilização da sociedade para estilos sustentáveis de vida com consumo consciente e mais bem-estar para todos. As atividades do Instituto estão focadas na mudança de comportamento do consumidor em duas frentes de atuação: Educação e Comunicação, com o desenvolvimento de campanhas, conteúdos e metodologias, pesquisas, jogos e eventos. O Akatu também atua junto a empresas que buscam caminhos para a nova economia, ajudando a identificar oportunidades que levem a novos modelos de produção e consumo – modelos que respeitem o ambiente e o bem-estar, sem deixar de lado a prosperidade.

Fonte: CDN Comunicação: Assessoria de Imprensa do Instituto Akatu

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Custo da energia solar cai na Índia


A Índia acaba de ultrapassar o patamar de 50GW de capacidade instalada de energias renováveis (excluindo hidrelétricas) e deve continuar investindo forte na solar porque seus preços estão baixando.

As ofertas iniciais para o primeiro grande leilão solar de 2017 mostram um recorde de baixa: US$ 53.50/MWh, 16% menor em relação ao ano anterior, em comparação com o recorde de baixa oferta de US$ 63.80/MWh. 

O projeto de Plano Nacional de Eletricidade da Índia, lançado em dezembro de 2016, prevê expandir em cinco vezes a capacidade gerada por energias renováveis para 258GW até 2027.  Isso reduziria a atual participação de 66% das térmicas na geração de energia na Índia para 43%, fazendo com que a meta do ministro indiano de Energia, Piyush Goyal, de acabar com as importações de carvão seja praticamente uma certeza.


"A meta de expansão das energias renováveis na Índia ficou substancialmente mais acessível para ser alcançada", disse Tim Buckley, diretor de Estudos de Finanças de Energia do Instituto de Economia e Análise Financeira de Energia (IEEFA). 

 "Os custos por unidade de energia estão caindo. Esses preços são comercialmente viáveis ​​e provavelmente serão reduzidos novamente em 2018, e novamente em 2019, já que os custos da energia solar continuam a cair globalmente em 10% ao ano”, prevê. 
   
Os fatores que estão favorecendo a queda no custo da eletricidade solar na Índia são muitos. Em primeiro lugar, os preços do módulo solar caíram 30% em relação a 2016. Em segundo lugar,
Reserve Bank of India  fez uma sucessão de cortes nas taxas desde 2015, uma vez que a inflação caiu quase pela metade após a eleição de 2014 do primeiro-ministro Modi. Isto causou a queda no custo dos financiamentos. Em terceiro lugar, a taxa de câmbio da Índia se estabilizou, permitindo que os custos dos módulos em dólar gerem um valor menor em rupias. Em quarto lugar, o acesso ao capital global para projetos de infra-estrutura renovável na Índia está se expandindo rapidamente. Em quinto lugar, os instaladores indianos estão aprendendo com a prática e agora estão instalando os maiores projetos solares do mundo, como o projeto Adani de 648MW, usando as mais recentes tecnologias.  Um sexto fator é que a proposta solar é apoiada pela Corporação de Energia Solar da Índia (SECI), uma entidade do governo central que fornece uma contraparte inteiramente bancável, contornando as utilidades públicas não-bancáveis ​​(DISCOMs). O sétimo fator é que a proposta permite que a tarifa inicial tenha uma proteção de inflação parcial por meio da indexação.
 
"Por trás de tudo isso está a visão clara do ministro da Energia Piyush Goyal. A política energética da Índia deu transparência, longevidade e certeza para o setor solar”, comemora Buckley. 
 
As necessidades de investimento do setor elétrico indiano na próxima década estão se aproximando de US$ 1 trilhão - uma oportunidade de investimento suficientemente grande para chamar a atenção das grandes multinacionais que historicamente negligenciaram os 1,3 bilhões de pessoas na Índia e a taxa de crescimento econômico anual de 7%.  O primeiro grande leilão de energia solar na Índia atraiu ofertas de conglomerados de energia da Índia (por exemplo, o grupo Adani, Aditya, Hero, em parceria com a Foxconn de Taiwan), as principais empresas de serviços públicos globais (ENEL da Itália, GDF da França) e também as empresas especializadas em energias renováveis ​​indianas (ReNew Power) apoiadas por financiadores globais (ADB, Goldman Sachs e JICA do Japão).
 
A Autoridade Central de Eletricidade da Índia (CEA) divulgou seu Projeto de Plano Nacional de Eletricidade em dezembro de 2016 e a conclusão clara foi que a Índia não precisava construir nenhuma nova usina de carvão na próxima década até 2027. Esta conclusão foi reforçada com o recente relato do CEA de que a média da taxa de utilização das usinas termelétricas nos nove meses até dezembro de 2016 caiu para uma baixa decrescente de 59,6%.

Fonte: Aviv Comunicação 
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Águia de Ouro levará a causa animal para o Sambódromo de SP


Onça Juma, orca Tilikum e gorila Harambe serão homenageados pela Águia de Ouro

 Como já anunciado, a Águia de Ouro e uma das maiores ativistas do país, Luisa Mell, levarão a causa animal para a avenida no próximo dia 24/02.

Trazendo à tona algumas histórias de grandes repercussões internacionais, a escola homenageará animais que comoveram o mundo. Segundo o carnavalesco, Amarildo de Mello, a ideia das homenagens é para fazer cada vez mais pessoas refletirem sobre como é grande o sofrimento de um animal não estar em seu habitat natural, chegando muitas vezes à sua fatalidade.

A onça brasileira Juma ganha homenagem na avenida. Sua história foi um marco para quem defende os animais. A mascote do Exército Brasileiro foi morta após a passagem da tocha na cidade de Manaus, nas festividades das Olimpíadas de 2016. Levou um tiro de pistola por ter avançado sobre um soldado no evento.

Tilikum, que morreu mês passado, também será homenageada. Ela é a orca do SeaWorld que protagonizou o documentário ‘Blackfish’. Sua história teve grande impacto na sociedade quando o documentário revelou depoimentos de ex-treinadores que detalharam diversas situações de vida do animal.

No mesmo carro alegórico, vem Harambe. O gorila que foi morto no zoológico de Cincinnati, em Ohio, Estados Unidos, após ter agarrado um menino de 4 anos que caiu em seu cativeiro.

O Carnaval também pode mostrar seu respeito aos animais, realizando uma festa linda e digna”, Luisa Mell.

A escola não trará nenhuma pluma em sua apresentação. Amarildo conta que teve muito trabalho para desenvolver alternativas, como, por exemplo, utilizar elementos feitos de garrafas pet.

Picadeiro não é mata, piscina não é oceano , Amarildo de Mello.

Fonte: Misasi Relações Públicas
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