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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Energias renováveis são a opção mais barata hoje

Relatório Fim da ocupação do carvão e do gás?


Os custos de geração de energia renováveis já ​​são, na média mundial, inferiores aos dos combustíveis fósseis e as usinas de energia limpa se tornarão ainda mais competitivas em 2020.  Estas são as principais conclusões de um novo estudo publicado pela Carbon Tracker Initiative, de Londres.


"Os decisores políticos e os investidores realmente precisam questionar a suposições datada sobre custos de tecnologia que não foram atualizadas para o processo de descarboniozação deflagrado pelo Acordo de Paris. Planejar novas usinas de carvão e gás usando as taxas de ocupação e vida útil do cenário business-as-usual  é a receita para ativos ociosos no futuro​​", alertou o chefe de pesquisa da Carbon Tracker, James Leaton.

O relatório Fim da ocupação do carvão e do gás? compara os custos de geração de energia a carvão de quatro usinas recém construídas: carvão, gás, eólica e de energia solar
O documento aplica uma análise de sensibilidade a um custo nivelado de eletricidade (LCOE, na sigla em inglês) em três cenários: um cenário de referência de 2016, um cenário atualizado de 2016 e um cenário para 2020 com base no caminho para mantermos a temperatura abaixo dos 2˚C caminho, onde as decisões de investimento tenham em conta as tendências de descarbonização. Essa comparação mostra que taxas de ocupação reduzidas e vidas úteis mais curtas para as usinas de carvão e gás em um mundo que é descarbonizado de forma constante, o que prejudica significativamente a economia das usinas. Atualmente, poucas modelagens levam em conta esse tipo de dinâmica para o cálculo futuro. Enquanto isso, a combinação do menor custo do capital com as tecnologias mais baratas para a energia solar e eólica melhora a posição competitiva relativa das energias renováveis.

"Esta análise explica porque as energias renováveis ​​já são a opção mais barata em diversos mercados. Esta tendência é susceptível de se espalhar à medida que o crescimento das energias renováveis ​​prejudica a economia de combustíveis fósseis ", disse Paul Dowling co-autor do relatório.

O estudo constata também que o rumo da economia forjado pela aplicação das Contribuições Determinados a nível Nacional (NDCs) pós-2020 vai levar as energias renováveis, em média, a um custo ainda mais competitivo, mesmo se os preços dos combustíveis fósseis caírem e os preços do carbono permanecerem modestos em torno de US $ 10 / tCO2 ou abaixo disso.
O gráfico abaixo mostra a transição dos custos globais médios relativas a partir de de números de referência de 2016 até indicadores operacionais atualizados para um mundo de baixo carbono pós-2020.




O relatório pode ser encontrado neste link:

A Carbon Tracker Initiative é uma equipe de especialistas financeiros que identificam e analisam o risco climático nos mercados financeiros de hoje. Nossa investigação até à data sobre o carbono não queimável, a bolha de carbono, e ativos irrecuperáveis ​​despertou um novo debate global sobre como alinhar o sistema financeiro à transição de energia para um futuro de baixo carbono.

Fonte: Aviv Comunicação
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Oceana comemora nomeação de representantes para o Comitê de Gestão da Pesca



  O Diário Oficial da União trouxe, no dia 16/09, a portaria que designa os membros do Comitê Permanente de Gestão e do Uso Sustentável dos Recursos Pelágicos (CPG Pelágicos Sudeste/Sul). 

A portaria é assinada pelo ministro interino da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Eumar Novacki. Os CPGs são órgãos consultivos que compõem o sistema de gestão compartilhada da pesca no Brasil. 

Ao todo, nove CPGs (seis marinhos e três continentais) foram criados em setembro de 2015 como espaços de debate e acordo entre o setor pesqueiro, cientistas, o governo federal e a sociedade civil sobre medidas de manejo e gestão da pesca. Desses nove CPGs, apenas o CPG Bacias Hidrográficas do Norte teve sua primeira reunião esse ano.

  O CPG Pelágicos SE-S (recursos pesqueiros que se deslocam na coluna d´agua e na superfície, como a anchova e a sardinha) será composto por nove representantes do governo federal, três de órgãos estaduais e 12 da sociedade civil organizada, incluindo a representação da Oceana, a maior organização não governamental que atua exclusivamente em conservação dos oceanos. O fórum será presidido pelo secretário de Aquicultura e Pesca do MAPA, Dayvson de Souza, e terá como secretário-executivo Sami Pinheiro de Moura, diretor de pesca do ministério.

  Para a diretora geral da Oceana, Monica Peres, que será uma das representantes da sociedade civil no fórum, a portaria significa um primeiro e importante passo para a implementação dos CPGs, que, segundo ela, são uma das instâncias mais importantes para que o governo possa entender e discutir com todos os interessados cada aspecto das normas de pesca. “O MAPA está de parabéns. Sem os CPGs, a gestão é feita dentro de quatro paredes, sem transparência, podendo eventualmente sofrer pressões políticas e tomando decisões que nem sempre são as mais adequadas”, diz. “Os CPGs também são a melhor forma de encontrar as soluções perfeitas para problemas aparentemente insolúveis. Só trazendo todo mundo para uma discussão qualificada pelas recomendações científicas é que chegaremos a ter um bom manejo pesqueiro no país”, argumenta. Monica disse, ainda, que a iniciativa revela vontade política do governo em implantar os fóruns esperados desde 2010. 

  Cada CPG conta, também, com um Subcomitê científico, formado por pesquisadores pesqueiros. Esses órgãos auxiliares comprem a função de subsidiar os debates entre gestores e representantes dos vários setores sociais envolvidos na cadeira produtiva da pesca. Para Monica, eles são fundamentais para que as decisões possam ser tomadas a partir de estudos e com base técnica, garantindo o manejo adequado dos recursos da pesca.

  Monica espera que o CPG Pelágicos seja efetivamente implementado. “Precisamos dessa primeira reunião ainda este ano”, diz. Segundo a dirigente da Oceana, isso será muito importante para evitar que, em 2017, não tenhamos as confusões e os prejuízos que presenciamos para a safra da tainha em 2016. “O resultado da falta de planejamento é que a pesca foi judicializada, o que acaba por diminuir a efetividade do regramento existente. É preciso recuperar a gestão pesqueira no Brasil e, o funcionamento dos CPGs é um passo decisivo para isso”, conclui.


Sobre a Oceana – A Oceana foi criada em 2001 para trabalhar exclusivamente na proteção e recuperação dos oceanos em escala global, por meio de campanhas e estudos científicos. A organização já conquistou mais de 100 vitórias para os oceanos ao redor do mundo. A Oceana está presente em sete países e na União Européia, que, juntos, são responsáveis por mais de 40% da produção de pescado do mundo; ela atua no Brasil desde julho de 2014.

Seguem o link das redes sociais: : 

Fonte: Partners Comunicação 
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Desafio vai selecionar inovadores que investem em biodiversidade



Representantes da proposta vencedora vão participar de um Programa de Imersão com todas as despesas pagas. Inscrições até 09/10.

A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, em parceria com a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), selecionará empresas inovadoras que proponham modelos de negócios para a conservação da biodiversidade brasileira em quaisquer setores da economia.

O desafio irá contemplar, por exemplo, propostas de estratégias de negócios em mercados inovadores, tais como mercados de cap-and-trade, de serviços ambientais e de compensação de biodiversidade.

Podem participar empresas vinculadas a parques tecnológicos e incubadoras associados à Anprotec, que possuam proposta de negócios em conservação e biodiversidade.  

Os interessados devem  preencher formulário e enviá-lo à Anprotec através do e-mail: atendimento@anprotec.org.br, até o dia 12/10/2016.

Resultado e premiação
O resultado da seleção será divulgado no dia 19 de outubro deste ano, durante a 26ª Conferência Nacional da Anprotec, que será realizada em Fortaleza (CE). A proposta vencedora será premiada com um Programa de Imersão para duas pessoas, realizado nas instalações do Grupo Boticário, em São José dos Pinhais (PR) e na Reserva Natural Salto Morato, que fica em Guaraqueçaba (PR).

O programa de imersão será realizado entre os dias 21 a 25 de novembro de 2016. Aos participantes serão oferecidos passagem aérea, hospedagem, transporte em terra e alimentação durante a imersão; mentoria da proposta durante o período de imersão, reuniões com executivos do Grupo Boticário, e com especialistas em conservação da natureza da Fundação Grupo Boticário de Proteção a Natureza.


Fonte: MOC Comunicação
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