Um artigo muito bem feito sobre ACV, uma ferramenta da Gestão Ambiental. Vale a pena ler e aprender com ele.
Durante os últimos anos tem se desenvolvido um enfoque
sistemático para as
análises de impactos ambientais associados aos processos e produtos. Os
processos industriais não só geram resíduos, como também, consomem
recursos
naturais, requerem infra-estrutura de transporte, utilizam produtos
químicos,
água e energia, e geram produtos que devem ser transportados,
consumidos
e, em alguns casos, reutilizados antes de seu descarte final.
Em cada uma dessas etapas são gerados impactos ambientais diversos que devem ser analisados quando se deseja avaliar o efeito de um processo sobre o meio.
A Análise de Ciclo de Vida (ACV) consiste na avaliação de cada um dos efeitos ambientais gerados ao longo da vida de um produto, desde as fontes dos recursos primários até o descarte final ("do berço ao túmulo").
De acordo com a Norma ISO 14040: “A Análise de Ciclo de Vida é uma técnica para determinar os aspectos ambientais e impactos potenciais associados a um produto: juntando um inventário de todas as entradas e saídas relevantes do sistema, avaliando os impactos ambientais potenciais associados a essas entradas e saídas, e interpretando os resultados das fases de inventário e impacto em relação com os objetivos de estudo”.
Esta análise permite identificar os impactos além dos limites da área produtiva. Estes impactos podem, em muitos casos, se apresentarem de maior relevância que os ocasionados diretamente pelos processos de manufatura do produto. Por exemplo, a super exploração e uma gestão inadequada de recursos florestais podem degradar significativamente a qualidade do solo, com os conseqüentes impactos significativos sobre a taxa de renovação deste recurso e sobre a qualidade das águas superficiais, devido ao carreamento de sedimentos e material orgânico derivados de processos erosivos.
A Análise de Ciclo de Vida foi desenvolvida originalmente na década de 70, com a crise energética. Inicialmente, esse estudo limitava-se a um simples balanço de matéria e energia ao longo do processo de geração e consumo energético, com o objetivo de identificar oportunidades de economia de energia através da cadeia de produção e consumo.
Devido a estreita relação existente entre o consumo energético, o consumo de recursos naturais e as emissões de resíduos, a evolução da ACV cresceu rapidamente ao que se conhece hoje.
De acordo com a literatura, o primeiro estudo de ACV foi realizado em 1969 pela Coca Cola.
De acordo com sua forma atual, o ACV constitui uma ferramenta de gestão ambiental (Figura 2). As normas ISO possuem várias normas associadas à condução do ACV:
Em cada uma dessas etapas são gerados impactos ambientais diversos que devem ser analisados quando se deseja avaliar o efeito de um processo sobre o meio.
A Análise de Ciclo de Vida (ACV) consiste na avaliação de cada um dos efeitos ambientais gerados ao longo da vida de um produto, desde as fontes dos recursos primários até o descarte final ("do berço ao túmulo").
De acordo com a Norma ISO 14040: “A Análise de Ciclo de Vida é uma técnica para determinar os aspectos ambientais e impactos potenciais associados a um produto: juntando um inventário de todas as entradas e saídas relevantes do sistema, avaliando os impactos ambientais potenciais associados a essas entradas e saídas, e interpretando os resultados das fases de inventário e impacto em relação com os objetivos de estudo”.
Esta análise permite identificar os impactos além dos limites da área produtiva. Estes impactos podem, em muitos casos, se apresentarem de maior relevância que os ocasionados diretamente pelos processos de manufatura do produto. Por exemplo, a super exploração e uma gestão inadequada de recursos florestais podem degradar significativamente a qualidade do solo, com os conseqüentes impactos significativos sobre a taxa de renovação deste recurso e sobre a qualidade das águas superficiais, devido ao carreamento de sedimentos e material orgânico derivados de processos erosivos.
A Análise de Ciclo de Vida foi desenvolvida originalmente na década de 70, com a crise energética. Inicialmente, esse estudo limitava-se a um simples balanço de matéria e energia ao longo do processo de geração e consumo energético, com o objetivo de identificar oportunidades de economia de energia através da cadeia de produção e consumo.
Devido a estreita relação existente entre o consumo energético, o consumo de recursos naturais e as emissões de resíduos, a evolução da ACV cresceu rapidamente ao que se conhece hoje.
De acordo com a literatura, o primeiro estudo de ACV foi realizado em 1969 pela Coca Cola.
De acordo com sua forma atual, o ACV constitui uma ferramenta de gestão ambiental (Figura 2). As normas ISO possuem várias normas associadas à condução do ACV:
- Norma ISO 14040: Apresenta os princípios gerais e a metodologia da ACV .
- Norma ISO 14041: Guia para determinar os objetivos e alcances de um estudo de ACV e para realizar a análise de inventario.
- Norma ISO 14042: Guia para a realização a fase de avaliação de impacto ambiental de um estudo de ACV.
- Norma ISO 14043: Guia para a avaliação dos resultados do estudo de ACV.
- Norma ISO 14048: Apresenta informações do formato dos dados que servem de base para a avaliação do ciclo de vida.
- Norma ISO 14049: Ilustra com exemplos como aplicar os guias ISO 14041 e ISO 14042
Junto ao ACV existe um conjunto de ferramentas complementares, como por exemplo:
- Avaliação de impacto ambiental
- Avaliação de Tecnologias
- Avaliação de riscos
- Análise de recursos
- Avaliação de desempenho ambiental
As técnicas específicas para a análise de ciclo de vida para um produto ou processo estão em desenvolvimento. Tais aspectos, como o desenvolvimento e análise do fluxos de matéria e energia através do ciclo de vida, e sua relação com os diferentes fatores ambientais, representam um grande desafio.
Figura 1 - Cargas
Ambientais de um Sistema de produção
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Érica Sena
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