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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Os efeitos do desenvolvimento " Insustentável" no seres vivos!



Durante a década de 1990, houve uma redução na população de jacarés que habitava os pântanos da Flórida, nos Estados Unidos. Ao investigar o problema, cientistas perceberam que os machos da espécie tinham pênis menores do que o normal, além de apresentar baixos índices do hormônio masculino testosterona.

Os estudos verificaram que as mudanças hormonais que estavam alterando o fenótipo dos animais e prejudicando sua reprodução foram desencadeadas por pesticidas clorados empregados em plantações naquela região.

Esses produtos químicos eram aplicados de acordo com a legislação norte-americana, a qual estabelecia limites máximos baseados em sua toxicidade, mas não considerava a alteração hormonal que eles provocavam, simplesmente porque os efeitos não eram conhecidos.
Assim como os pântanos da Flórida, corpos d’água de vários pontos do planeta estão sendo contaminados com diferentes coquetéis que podem conter princípios ativos de medicamentos, componentes de plásticos, hormônios naturais e artificiais, antibióticos, defensivos agrícolas e muitos outros em quantidades e proporções diversas e com efeitos desconhecidos para os animais aquáticos e também para pessoas que consomem essas águas.

“Em algumas dessas áreas, meninas estão menstruando cada vez mais cedo e, nos homens, o número de espermatozoides despencou nos últimos 50 anos. Esses são alguns problemas cujos motivos ninguém conseguiu explicar até agora e que podem estar relacionados a produtos presentes na água que bagunçam o ciclo hormonal”, disse Wilson Jardim, professor titular do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), à Agência FAPESP.

O pesquisador conta que esses contaminantes, chamados emergentes, podem estar por trás de vários outros efeitos relacionados tanto à saúde humana como aos ecossistemas aquáticos.

“Como não são aplicados métodos de tratamento que retirem esses contaminantes, as cidades que ficam à jusante de um rio bebem o esgoto das que ficam à montante”, alertou o pesquisador que coordena o Projeto Temático “Ocorrência e atividade estrogênica de interferentes endócrinos em água para consumo humano e em mananciais do Estado de São Paulo”, apoiado pela FAPESP.

O aumento no consumo de cosméticos, de artigos de limpeza e de medicamentos tem piorado a situação, de acordo com o pesquisador, cujo grupo encontrou diversos tipos de produtos em amostras de água retirada de rios no Estado de São Paulo. O antiinflamatório diclofenaco, o analgésico ácido acetilsalicílico e o bactericida triclosan, empregado em enxaguatórios bucais, são apenas alguns exemplos.
A esses se soma uma crescente coleção de cosméticos que engorda o lixo químico que vai parar nos cursos d’água sem receber tratamento algum. “Estima-se que uma pessoa utilize, em média, dez produtos cosméticos e de higiene todos os dias antes mesmo de sair de casa”, disse Jardim.

Sem uma legislação que faça as empresas de distribuição retirar essas substâncias tanto do esgoto a ser jogado nos rios como da água deles captada, tem sido cada vez mais comum encontrar interferentes hormonais nas torneiras das residências. Os filtros domésticos disponíveis no mercado não dão conta dessa limpeza.

“Os métodos utilizados pelas estações de tratamento de água brasileiras são em geral seculares. Eles não incorporaram novas tecnologias, como a oxidação avançada, a osmose inversa e a ultrafiltração”, disse o professor da Unicamp, afirmando acreditar que tais métodos só serão incorporados pelas empresas por meio de uma legislação específica, uma vez que eles encareceriam o tratamento.

Peixes feminilizados
Uma das primeiras cidades a enfrentar esse tipo de contaminação foi Las Vegas, nos Estados Unidos. Em meio a um deserto, o município depende de uma grande quantidade de água retirada do lago Mead, o qual também recebe o esgoto da cidade.
Apesar de contar com um bom tratamento de esgoto, a água da cidade acabou provocando alterações hormonais nas comunidades de animais aquáticos do lago, com algumas espécies de peixes tendo apresentado altos índices de feminilização. Universidades e concessionárias de água se uniram para estudar o problema e chegaram à conclusão de que o esgoto precisava de melhor tratamento.

“Foi uma abordagem madura, racional e que contou com o apoio da população, que se mostrou disposta a até pagar mais em troca de uma água limpa desses contaminantes”, contou Jardim.
Alterações como o odor na água são indicadores de contaminantes como o bisfenol A, produto que está presente em diversos tipos de plásticos e que pode afetar a fertilidade, de acordo com pesquisas feitas com ratos no Instituto de Biociências do campus de Botucatu da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Jardim alerta que o bisfenol A é um interferente endócrino comprovado que afeta especialmente organismos em formação, o que o torna perigoso no desenvolvimento endócrino das crianças. Além dele, a equipe da Unicamp também identificou atrazina, um pesticida utilizado na agricultura.

Não apenas produtos que alteram a produção hormonal foram detectados na pesquisa, há ainda outros que afetam o ambiente e têm efeitos desconhecidos no consumo humano. Um deles é o triclosan, bactericida empregado em enxaguatórios bucais cuja capacidade biocida aumenta sob o efeito dos raios solares.
Se o efeito individual de cada um desses produtos é perigoso, pouco se sabe sobre os resultados de misturas entre eles. A interação entre diferentes químicos em proporções e quantidades inconstantes e reunidos ao acaso produz novos compostos dos quais pouco se conhecem os efeitos.
“A realidade é que não estamos expostos a cada produto individualmente, mas a uma mistura deles. Se dois compostos são interferentes endócrinos quando separados, ao juntá-los não significará, necessariamente, que eles vão se potencializar”, disse Jardim.
Segundo ele, essas interações são muito complexas. Para complicar, todos os dados de que a ciência dispõe no momento são para compostos individuais.

Superbactérias
Outra preocupação do pesquisador é a presença de antibióticos nas águas dos rios. Por meio do projeto “Antibióticos na bacia do rio Atibaia”, apoiado pela FAPESP por meio de um Auxílio à Pesquisa – Regular, Jardim e sua equipe analisaram de 2007 a 2009 a presença de antibióticos populares na água do rio paulista.
A parte da análise ficou por conta do doutorando Marco Locatelli, que identificou concentrações de cefalexina, ciprofloxacina, amoxicilina e trimetrotrin em amostras da água do Atibaia.
A automedicação e o consumo exacerbado desse tipo de medicamento foram apontados por Jardim como as principais causas dessa contaminação que apresenta como risco maior o desenvolvimento de “superbactérias”, microrganismos muito resistentes à ação desses antibióticos.

Todas essas questões foram debatidas no fim de 2009 durante o 1º Workshop sobre Contaminantes Emergentes em Águas para Consumo Humano, na Unicamp. O evento foi coordenado por Jardim e recebeu o apoio FAPESP por meio de um Auxílio à Pesquisa – Organização de Reunião Científica e/ou Tecnológica.

O professor da Unicamp reforça a gravidade da questão da água, uma vez que pode afetar de inúmeras maneiras a saúde da população e o meio ambiente. “Isso já deve estar ocorrendo de forma silenciosa e não está recebendo a devida atenção”, alertou.
(Agência FAPESP)

Fonte: Mercado Ético, 30/09

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Conheça o Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis do MMA


O Ministério do Meio Ambiente lançou para consulta pública no dia 14 deste mês de Setembro o Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis (2011-2013). O período de consulta é de 45 dias e espera-se que a sociedade brasileira organizada contribua com sugestões para aperfeiçoar o documento que deverá orientar nos próximos três anos - portanto no curto prazo - um conjunto de ações que pretendem mobilizar o País para uma importante mudança de cultura.
 
O tema da produção e consumo sustentáveis ganha a cada dia maior relevância no cenário nacional e internacional. Iniciativas consideráveis podem ser observadas nos últimos 10 anos tanto por parte do setor público quanto do setor privado que buscam praticar uma economia mais limpa, observando critérios de conservação ambiental, e de diminuição dos Gases de Efeito Estufa (GEE). Se de um lado aumenta o arcabouço legal que multiplica os mecanismos de comando e controle por parte do Estado, que levam à conformidade ambiental cada vez mais exigente, de outro proliferam os chamados mecanismos voluntários, adotados por empresas e instituições privadas, como os relatórios de sustentabilidade sob égide do Global Report Initiative (GRI) e do Greenhouse Protocol.

Sem uma produção mais limpa (com o menor impacto ambiental e social negativo possível) e um consumo mais responsável (com a consciência do impacto gerado pelas escolhas pessoais e institucionais), é impossível progredir rumo a uma economia de baixo carbono, ou rumo à uma economia mais sustentável, como é o desejo de todos que entendem a gravidade da degradação ambiental e do aquecimento global.
Sem o esforço para alterar os atuais padrões de produção e consumo também não é realista almejar uma sociedade mais justa, pois a disputa por recursos naturais estratégicos pode levar ameaças concretas à paz, a tolerância entre etnias e povos. A mídia vem mostrando o crescimento de conflitos em torno do acesso à água, bem como ao petróleo em várias partes do mundo. No Brasil verifica-se um crescente açodamento entre desenvolvimentistas e conservacionistas, mostrando que uma agenda de convergência entre desenvolvimento e conservação dos recursos naturais é extremamente importante para prevenir uma guerra ideológica que não interessa a ninguém.
O Brasil vem tomando iniciativas robustas no campo legal, criando marcos regulatórios importantes como a Lei Nacional de Recursos Hídricos (1998), do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC - 2002), da estruturação do próprio Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA), da Política Nacional de Educação Ambiental, e outras, que buscam oferecer parâmetros e amparo jurídico para novos e mais ousados passos.
Mais recentemente, o Plano Nacional do Clima (PNMC) de 2008 e a Política Nacional de Resíduos Sólidos de 2010 colocaram mais dois importantes pilares no conjunto de políticas públicas brasileiras que visam orientar cada vez mais a nossa economia e a nossa sociedade no caminho do desenvolvimento sustentável. Diminuir a emissão dos GEE e tratar adequadamente os resíduos gerados em todo o ciclo de manufatura de bens e serviços são, sem dúvida nenhuma, pontos de partida essenciais para se forjar uma “Green Economy”, ou uma economia orientada por uma modernização ecológica como querem alguns teóricos que analisam este importante momento da história humana - quando começamos a realizar a transição de um capitalismo intensivo em recursos naturais para um capitalismo intensivo em conhecimento e tecnologia.

O Plano ora colocado para a apreciação da sociedade brasileira, além de cumprir importante acordo que o Brasil assumiu junto às Nações Unidas - em 2007 (aderindo ao assim chamado processo de Marraquech), significa também uma decisiva sinalização por parte do governo brasileiro sobre a qualidade do crescimento que se deseja incrementar nos próximos anos. O promissor cenário de crescimento sustentado com taxas entre 5 e 7% ao ano pode vir a ser catastrófico se certas medidas não forem tomadas para lidar com os efeitos colaterais do desenvolvimento. Ninguém deseja que o padrão de engarrafamento do trânsito da cidade de São Paulo seja universalizado para o restante das cidades brasileiras. Ninguém deseja que o poder recém-adquirido pelas classes médias urbanas - especialmente a C, D e E - se torne uma avassaladora geração de resíduos que vão parar em rios, córregos e mares.
O Plano de Produção e Consumo Sustentáveis é uma agenda positiva, pois articula ações e idéias, muitas já em curso, absolutamente concretas e verificáveis, que buscam um melhoramento da sociedade. Também aponta para modelos de relacionamento entre os atores sociais, mais colaborativos e consensuais. Em estreita consonância com a Política Nacional de Resíduos Sólidos - cuja regulamentação sairá em poucas semanas - o Plano conceitualmente trata da responsabilidade compartilhada e enfatiza a necessidade do engajamento dos consumidores e da estruturação de uma verdadeira cidadania ambiental.
O Plano apresenta um leque de seis prioridades, entre muitas que caberiam no escopo de um conjunto de ações direcionadas às mudanças de padrão tanto na produção quanto no consumo. São elas: aumento da reciclagem; educação para o consumo responsável; agenda ambiental na administração pública, compras públicas sustentáveis, construções sustentáveis, e varejo sustentável.
Ao selecionar tais prioridades buscamos privilegiar ações convergentes com os objetivos centrais do Plano, e que contem com responsabilidades e recursos definidos. Também consideramos o momento atual e a capacidade de implementação dos diversos atores envolvidos. Para as temáticas - igualmente importantes, mas ainda não maduras o suficiente para serem inseridas como prioridade - apontamos outros mecanismos, para incluí-las mais à frente.
Em essência, não é um plano governamental ou do Ministério do Meio Ambiente, uma vez que não se estrutura somente em ações governamentais. É um plano que abriga e agrega também ações importantes do setor produtivo e da sociedade civil, valorizando esforços que tem por base o bem público, o princípio da parceria e da responsabilidade compartilhada.
Como já mencionei, a recente sanção pelo Presidente da Política Nacional dos Resíduos Sólidos anima e fortalece o atual Plano. Ela fornecerá em muitos aspectos, as definições conceituais e os instrumentos legais, assim como o delineamento de incentivos pára que o Plano ganhe adesão e maior consistência.
O Plano de Produção e Consumo Sustentáveis, em muitas dimensões contribui para o debate das cidades sustentáveis ao tornar o tema da reciclagem e da disposição final do lixo um tema central, mas com soluções de curto e médio prazo.Também contribui com o incentivo ao retrofit (reformas ou modernização das edificações) e às construções com critérios ambientais.
A meta de aumentar significativamente a reciclagem resultará em duplo benefício para a sociedade: de um lado, diminuirá a quantidade de impactos ambientais - de resíduos a serem descartados - e de outro, instituirá um novo segmento econômico que tem tudo para crescer e para incluir; como é o caso dos catadores e das cooperativas que ganharão extraordinário impulso nesse ciclo. Mas esse movimento não será possível sem o engajamento do consumidor, portanto da população, e aí temos todo um campo de atuação para fazer avançar a informação qualificada sobre produtos, bens e serviços e ajudar os cidadãos a fazerem escolhas mais inteligentes nos seus hábitos e padrões de compra. Mas não estamos falando somente dos indivíduos, as instituições públicas e privadas também são consumidores, também compram bens e serviços e podem exercer um notável papel indutor no mercado, acelerando o processo de ampliação da oferta de bens e serviços mais sustentáveis.
Como Ministra de Estado, e em última instância responsável por mais esse esforço do MMA e de seus parceiros, só tenho a solicitar de todos os atores que desejem se somar a nós, nesta empreitada, que o façam usando seus melhores recursos de inteligência e generosidade.
As propostas que o Plano contempla, e que deverão ser aperfeiçoadas no processo de consulta, são um convite ao aproveitamento e à otimização de uma série de iniciativas, algumas voluntárias outras estimuladas, que já estão sendo praticadas e fazendo a diferença. É também uma convocação no sentido de engajar mais fortemente setores que estão apenas iniciando seus movimentos em prol da sustentabilidade. Finalmente, o Plano é, sobretudo, o descortinamento da possibilidade, aqui e agora, de darmos respostas positivas aos desafios que a dramaticidade do momento nos solicita e que o otimismo que as expectativas de desenvolvimento do nosso País requerem. Mãos à obra, portanto!


 Fonte: Mercado Ético, 28/09

 Entre e leia a proposta!

pdficon_small Proposta preliminar PPCS para consulta pública


segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Mundo dobra uso de água subterrânea em quatro décadas

 A humanidade se tornou uma usuária tão sedenta das águas subterrâneas do planeta que essa exploração pode ser responsável por um quarto do aumento anual do nível dos oceanos. O dado vem de um artigo aceito para publicação na revista científica "Geophysical Research Letters"
Nele, uma equipe liderada por Marc Bierkens, da Universidade de Utrecht (Holanda), traça um mapa não muito animador do estado das reservas subterrâneas mundo afora. 

Usando estatísticas e simulações de computador sobre a entrada e saída de água dos lençóis freáticos, Bierkens e companhia estimam que a exploração de água doce subterrânea mais do que dobrou dos anos 1960 para cá, passando de 126 km3 para 283 km3 por ano, em média. 

  A questão, lembram os pesquisadores, é que ainda não dá para saber o preço exato da brincadeira, porque ninguém tem dados precisos sobre a quantidade de água subterrânea no mundo. Mas, a esse ritmo, se tais reservas fossem equivalentes aos célebres Grandes Lagos dos EUA e Canadá, essa fonte de água seria esgotada em 80 anos.

De qualquer maneira, a preocupação se justifica porque, de acordo com estimativas, 30% da água doce da Terra está no subsolo.
Com exceção das calotas polares --as quais ninguém em sã consciência gostaria de derreter, já que os efeitos sobre os mares e o clima seriam imensos--, trata-se da principal fonte de água potável do mundo. Rios e lagos na superfície são só 1% do total. 

BEBERRÕES
Algumas regiões são especialmente beberronas, mostra a pesquisa. Não por acaso, são centros de grande produção agrícola em áreas naturalmente já não muito chuvosas: noroeste da Índia, nordeste da China e do Paquistão, Califórnia e meio-oeste americano. A exploração desenfreada afeta principalmente, como seria de esperar, os agricultores mais pobres.
Segundo Bierkens, a água que sobrar "vai acabar ficando num nível tão baixo que um fazendeiro comum, com sua tecnologia normal, não vai mais conseguir alcançá-la". 

Ao trazer para a superfície quantidades portentosas do líquido, a exploração sem muito controle aumenta a evaporação e, consequentemente, a precipitação em forma de chuva, o que acaba favorecendo o aumento do nível dos mares ligado ao uso dos aquíferos do subsolo.
Embora a pesquisa não aborde diretamente a situação brasileira, o país tem razões de sobra para se preocupar com a situação dos aquíferos subterrâneos.
O interior brasileiro abriga, por exemplo, a maior fração do aquífero Guarani, gigantesca reserva com 1,2 milhão de km2.
Hoje, 75% dos municípios do interior paulista precisam usar as águas do aquífero para seu abastecimento. No caso de Ribeirão Preto, uma das principais cidades do Estado, essa dependência é total. 

 Fonte: Folha de SP, 27/09

domingo, 26 de setembro de 2010

Visite o Portal sobre Água da ANA




O Portal da Qualidade das Águas é um espaço virtual criado no âmbito do Programa Nacional de Avaliação da Qualidade das Águas – PNQA, destinado à divulgação de informações e intercâmbio de conhecimentos sobre a situação da qualidade das águas no país.

O Portal da Qualidade das Águas foi elaborado para permitir um amplo acesso à informação por parte da sociedade civil e uma maior interação entre os órgãos públicos direta ou indiretamente envolvidos com o monitoramento e avaliação da qualidade das águas no país.

Os dados e informações disponibilizados neste Portal são provenientes do monitoramento de qualidade de água realizado pela Agencia Nacional de Águas - ANA e por órgãos estaduais de meio ambiente e recursos hídricos que possuem redes de qualidade de água e aderiram ao PNQA.

Eu Marinei, e vc??



É por isso e por muitas outras razões votarei em MARINA SILVA, com muito gosto semana que vem!!!

 

sábado, 25 de setembro de 2010

Norte e Nordeste sofrerão mais com mudanças climáticas, diz IPEA


Mudanças climáticas nas regiões Norte e Nordeste podem aprofundar atuais desigualdades regionais e de renda
 
 As populações das regiões Norte e Nordeste serão as mais afetadas nas próximas décadas se houver agravamento das condições climáticas no Brasil, o que pode aprofundar as atuais desigualdades regionais e de renda.

O diagnóstico consta do Boletim Regional, Urbano e Ambiental número 4, elaborado por pesquisadores do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), e feito com a participação de especialistas de diversos setores no país.


O documento associa os problemas climáticos ao aquecimento global e prevê resultados de longo prazo. A perspectiva macroeconômica traçada pelo estudo indica em uma das simulações que o PIB (Produto Interno Bruto) nacional poderia ser, numa primeira hipótese prevista para 2050, de R$ 15,3 trilhões (no valor do real em 2008). Em outra alternativa, com menos danos para o meio ambiente, poderá chegar a R$ 16 trilhões, se o clima ajudar. 

O Ipea estima o risco de reduções de 0,55% ou 2,3% respectivamente para esses valores. O aquecimento global poderá elevar a temperatura no Norte e Nordeste até 8 ºC em 2100 como consequência do desmatamento da floresta amazônica.

Entre os compromissos assumidos pelo país no Protocolo de Quioto, a redução do desmatamento figura como a contribuição de menor custo. O valor médio de carbono estocado na Amazônia foi estimado em US$ 3 por tonelada ou US$ 450 por hectare.
Se esses valores forem utilizados para remunerar os agentes econômicos poluidores, seriam suficientes para desestimular até 80% a pecuária na Amazônia. Seria possível reduzir em 95% o desmatamento com o custo de US$ 50 por tonelada de carbono, aponta o Boletim Regional, Urbano e Ambiental divulgado pelo Ipea. 


 Fonte: Folha de SP, 22/09

Áreas verdes da Região Noroeste e Oeste da RMSP



                                                Foto: Pq S Dom- Érica Sena

Opções não faltam!!

A região Noroeste do Município de SP aglutina uma quantidade importante de áreas verdes que nos ofertam gratuitamente lazer, bem estar, sociabilização, além de benefícios para o meio ambiente e para saúde. Dentre as inúmeras ofertas, destacam-se os  parques Estadual do Jaraguá, São Domingos, Villa Lobos, Cidade Toronto e Villas Boas. A bióloga Érica Sena passou por esses locais e comenta nesta edição a atual condição desses parques.
 
Fundado em 1961, o Parque Estadual do Jaraguá tem uma área de 5 mil hectares. Representa uma das últimas vegetações remanescentes da Mata Atlântica em áreas urbanas da nossa cidade, sendo tombado como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO desde 1994. O local possui um grande valor histórico, estético, econômico, ambiental e de lazer. Este parque costuma ser mais lembrado por seu pico e suas antenas - o ponto culminante da cidade, elevando-se a uma altitude de 1.135 metros. Possui uma infra-estrutura boa e oferece local para a realização de palestras, shows e eventos. 

Análise: 
Infelizmente, mesmo com essa importância toda, tem alguns aspectos que precisam ser revistos. O Lago do Parque está contaminado há anos e não foram tomadas atitudes pelos órgãos públicos para despoluí-lo. Outro sério problema é o seu entorno, onde ocorre um crescimento desordenado de favelas, que adentram a área, formada pelos índios da aldeia Jaraguá Ytu. Em condições de precariedade, muitos vivem da venda de artesanato na área do Parque. A falta de cuidado e infra-estrutura (pontos de ônibus, calçamento e segurança) no entorno atrapalham a visitação de um maior número de pessoas a esse ponto turístico de São Paulo.
 
Criado numa área remanescente de um plano de arruamento do bairro aprovado em 1953, o Parque São Domingos foi aberto ao público em 1980. Possui uma área de 80 mil m² distribuídas em bosques, áreas ajardinadas, quadras esportivas, pistas de Cooper, playground, espaço para churrasco, sanitários, anfiteatros (tipo romano e tipo arena), aparelhos de ginástica e um lago cercado. 

Análise
  Por ter uma boa infra- estrutura e boa localização poderiam ter mais práticas e informações de Educação ambiental, como também, identificação de seus espécimes vegetais. Achei insuficiente o número de lixeiras no local. É interessante o uso dos bambus como cercas dividindo a parte cimentada da gramada.

O Parque Vila Lobos, fundado em 1989,está numa área de 732 mil m² que tinha a função de depósito de resíduos da CEAGESP, do material dragado do Rio Pinheiros e de entulho da construção civil. Localizado no Alto de Pinheiros, transformou-se numa ótima dica de lazer, esporte e cultura da cidade de São Paulo. Estima-se que durante a semana receba cerca de 5 mil pessoas/dia, nos finais de semana 20 mil e feriados 30 mil. Essa alta visitação se deve a sua localização e a ótima infra-estrutura existente: ciclovia, quadras, campos de futebol, “playground” e bosque com espécies de Mata Atlântica. A área de lazer inclui ainda aparelhos para ginástica, pista de Cooper, um anfiteatro aberto com 750 lugares, sanitários adaptados para deficientes físicos e lanchonete. Ele dispõe de muitas atividades na área de educação ambiental, viveiros de mudas, observação de árvores e sua avifauna, shows e eventos. E o melhor, está sempre inovando suas atividades, principalmente na área de Educação ambiental. Foi um dos primeiros parques de São Paulo a garantir acessibilidade às pessoas com necessidades especiais.

Análise
  Sem dúvidas esse é um parque modelo, que soube usar seu espaço abrangendo todas as funções que lhe é permitido. É bom lembrar que, diferentemente dos outros parque descritos, é obra do Estado e não da Prefeitura. Vale à pena passar uma tarde!

Pertinho da Marginal do Tietê está o Parque Cidade Toronto, criado em 1992 em uma área remanescente do loteamento City América. Tem 109 mil m² formada principalmente por brejo e lagos. Em seu entorno existe o bairro de classe alta da City América. O parque nasceu de um programa de Cooperação Técnica entre as Prefeituras de São Paulo e de Toronto, no Canadá.
O Parque Toronto recebe um bom número de visitantes, que desfrutam da linda paisagem e conta com a presença da fauna com hábitos desse ecossistema (lagos e brejos), destacando-se: Martins-pescadores-grandes, socós, biguás, garças-brancas, além de outros animais. Em relação à flora, vem passando por um processo de recuperação de áreas degradadas, para diminuir o assoreamento do lago e proteger as nascentes. Já que se trata de uma parceria Brasil-Canadá, implantou-se um bosque de coníferas, simbolizando a paisagem canadense. Além disso, possui áreas para ginástica, pista de Cooper, quiosques, palco e playground com brinquedos típicos canadenses. É possível caminhar pelo lago sobre um píer.
Em relação ao seu lago, é abastecido pelo córrego Fiat Lux, margeando a Rodovia dos Bandeirantes e captando afluentes de diversas microbacias ( SABESP).

Análise: Atualmente não posso afirmar sobre a qualidade da água, mas já pude ver em épocas passadas áreas eutrofizadas (indícios de contaminação) e assoreadas.
Uma das coisas que deveriam ser repensadas neste local é o melhor aproveitamento da área para atividades de Educação ambiental, assim como estimular ainda mais práticas esportivas, corridas, etc. Fora isso, é um lugar super agradável, sossegado e bem cuidado.

Um dos mais novos parques da cidade é o Orlando Villas Boas, inaugurado em 2010. Criado numa área de 55 mil m² e ainda em fase de implantação, este parque já nasceu cheio de agravantes, pois está numa área contaminada pela Usina de Compostagem e a Faiveley Transport e sem passar por um processo total de descontaminação. Diante desse impasse, sobrevive sobre alerta de que o local possa a ser perigoso para a saúde dos freqüentadores.
Dados do Jornal O Estado de SP, informam que dentro do parque foram encontradas substâncias tóxicas em níveis superiores ao permitido, como cobre, chumbo e zinco. Nas águas subterrâneas, além dos metais, há contaminação por organoclorados, como o tetracloroeteno, que estão ligados à síndrome da fadiga crônica. Quando inalado em quantidade, o cloroeteno provoca perda de consciência. Segundo a CETESB, o acesso a algumas áreas onde há poluentes acima do permitido será restrito e não serão plantadas árvores frutíferas nem perfurados poços artesianos para aproveitar a água, já que o lençol freático também está contaminado. E por esse motivo a Comissão Parlamentar de Inquérito Ambientais da Câmara Municipal está apurando este caso.

Análise: 
Bem, não preciso dizer que minha posição como ambientalista é de espanto. Como deixaram esse parque ser aberto sem passar por um processo de descontaminação? E as futuras conseqüências quem se responsabilizará?

Érica Sena

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

17 Idéias para você Salvar o Mundo

É antigo isso...já tinha lido há alguns anos...mas continua atual.
Veja!

1. Informe-se
Acompanhe as notícias sobre o meio ambiente, atualize-se, estude a fundo os aspectos que mais lhe interessam
2. Aja localmente
Pense a respeito de como colaborar na família, na vizinhança, na escola dos filhos e na comunidade. Participe mais de tudo e difunda suas idéias sobre um mundo melhor.
3. Pense localmente
Estabeleça vínculo entre temas locais e globais. Apesar de magnitudes diferentes, os dois universos se correlacionam.
4. Some
Antes de pensar em formar uma organização não-governamental, procure ema parecida na qual você possa se engajar.
5. Otimismo é fundamental
Envolva-se de maneira criativa e divertida. Se quer atrair outras pessoas, pense em discursos e eventos positivos.
6. Seja efetivo
Envolva-se, torne-se ativo, mas não duplique suas obrigações. Trabalhe para ampliar sua efetividade.
7. Crie notícia
Identifique temas que possam interessar a muitas pessoas. Então, escreva para jornais, revistas, redes de rádio e TV.
8. Planeje sua família
Se a população da Terra, em 2050, ficará em 7,9 ou 10,9 bilhões de pessoas, conforme projeta a ONU, a diferença será de um filho por casal.
9. Não polua
Não jogue pilhas e baterias de celular no lixo comum. Mantenha bacias hidrográficas, rios, represas e lagoas livres de lixo ou qualquer tipo de resíduo. Lembre-se: o cano que sai da sua casa provavelmente deságua num rio, numa lagoa ou no mar.
10. Preserve a biodiversidade
Espécies animais e vegetais merecem respeito. Plante árvores: elas produzem oxigênio e são abrigos para aves.
11. Seja coerente
Economize energia, água, prefira equipamentos que não prejudiquem a camada de ozônio, reutilize materiais, recicle o lixo caseiro, use menos o carro, ande mais a pé, evite produtos de origem animal.
12. Passe a sua vida a limpo
Reveja seu estilo de vida. Pense num padrão condizente com o mundo sustentável.
13. Boicote
Engaje-se em movimentos de boicote a produtos que não respeitam o meio ambiente. Aliás, nem espere por moviemntos: faça isso sempre que cair a ficha.
14. Eleja e cobre
Fiscalize o trabalho e a postura dos deputados e senadores ligados à sua comunidade ou cidade. Escreva para eles fazendo sugestões ou cobranças.
15. Separe o joio
Nunca na história tivemos acesso a tanta informação - e também a tantas opiniões diferentes. Faça a coisa certa.
16. Ensine as crianças
Preparar as novas gerações à luz de princípios ecológicos é a garantia de um mundo mais redondo daqui para frente.
17. Acredite no futuro
Estimule idéias inovadoras, invista em grupos não-governamentais, renove sua crença de que tudo vai dar certo. Quanto mais pessoas acreditarem na paz, mas ela será possível.

Fonte: Ambiente Brasil

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

No Dia do Tietê, vamos a la praia!

Na segunda edição da “Praia no Tietê”, paulistanos foram com roupas de banho tomar sol às margens do rio, na altura de Santana (zona norte de São Paulo) na manhã desta quarta-feira (22). No Dia do Tietê, a iniciativa chama atenção para a importância do rio de 1.100 km e tenta estimular esforços para despoluí-lo, além de integrá-lo ao cotidiano das cidades por onde passa.
Essa é mais uma iniciativa da FUNDAÇÃO  SOS MATA ATLÂNTICA!! 
      Veja as fotos:


Fonte: Notícias R7

Assista esse vídeo tb!  G1- 1ºedição



Dia Mundial Sem Carro – campanha sugere alternativas de transporte

Alguma vez você já pensou em deixar o seu carro na garagem e usar outro tipo de transporte durante um dia? Se isso passa pela sua cabeça, hoje é o dia. Nesta quarta-feira, 22, é Dia Mundial Sem Carro.



Diversas atividades estão programadas em todo o Brasil para celebrar a data. A Fundação SOS Mata Atlântica, lançou a campanha “Vá de Galinha”, para incentivar a utilização de meios de transporte alternativos. “As grandes cidades brasileiras estão com um trânsito cada vez mais complicado, o governo precisa adotar medidas para melhorar essa questão, enquanto o cidadão precisa encontrar formas para uma melhor mobilidade”, afirmou o coordenador de Mobilização da SOS Mata Atlântica, Belloyanis Monteiro.

O Campus da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, da Universidade de São Paulo, USP, aderiu ao movimento e promove o dia da Mobilidade Sustentável do Campus. Alguma ações serão destacadas durante a programação, entre elas o Pedalusp, que incentiva o uso de bicicletas.
Também em São Paulo, o Instituto Akatu participa do projeto Vaga Viva, que vai ocupar as vagas nas ruas, que seriam ocupadas por carros estacionados, para a realização de atividades de lazer. Durante o evento serão distribuídas Cartilhas de Orientação para o Uso Consciente do Transporte.
O Instituto está divulgando a programação do Dia Mundial Sem Carro em várias cidades brasileiras. Confira abaixo uma relação dos eventos programados para esta quarta-feira, divulgados pelo Instituto Akatu:

Evento: Bicicletada
Descrição: movimento reúne ciclistas de várias cidades do Brasil e realiza, periodicamente, passeios e manifestações para reivindicar seu espaço nas ruas, além de apoiar, por meio de pedaladas, diversas causas. O objetivo do grupo é divulgar a bicicleta como um meio de transporte e criar condições favoráveis para o uso deste veículo nos grandes centros urbanos, tornando estes espaços mais ecológicos e sustentáveis. Para o dia 22 de setembro, estão programados diversas manifestações. Mais informações e programação detalhada em http://www.bicicletada.org/Home+page
Responsável: Bicicletada Brasil
Horário: das 7h às 21h
Local: Diversas cidades do Brasil
Curitiba
Evento: Arte Bicicletada 2010
Descrição: grupo reúne pessoas com veículos não-motorizados (bicicleta, patins, skate, patinete) e, realizam, periodicamente, passeios pelo centro da cidade para reivindicar, de forma passiva, o direito de circular com tranquilidade pelas ruas de Curitiba. No dia Mundial Sem Carro, a pedalada será especial. Mais informações em http://bicicletadacuritiba.wordpress.com/about/
Inscrições: não é necessário.
Responsável: Arte Bicicletada Curitiba
Horário: a definir
Local: Pátio da Reitoria Universidade Federal do Paraná (UFPR). Cruzamento das ruas Amintas de Barros e Dr. Faivre.

São Paulo
Eento: Vaga Viva
Descrição: A Vaga Viva consiste no uso de vagas de estacionamento para atividades de lazer e convivência entre as pessoas, com o objetivo de provocar uma reflexão sobre a relação entre a cidade e o automóvel. Mais informações em http://www.nossasaopaulo.org.br/portal/node/11224
Inscrições: não é necessário.
Responsável: Movimento Nossa São Paulo
Horário: das 7h às 18h30
Local: Rua Pe. João Manoel (esquina com Avenida Paulista), Cerqueira César, São Paulo – SP

Evento: “Praia do Tietê”

Descrição: manifestantes vão se reunir para tomar banho e sol às margens do rio Tietê. O objetivo é chamar a atenção da sociedade para a importância do rio e de sua integração no cotidiano das cidades da Região Metropolitana de São Paulo. Mais informações em http://www.sosmatatlantica.org.br/index.php?section=content&action=contentDetails&idContent=606
Inscrições: não é necessário.
Responsável: SOS Mata Atlântica
Horário: das 7h às 18h
Local: Entre as pontes das Bandeiras e Cruzeiro do Sul da Marginal Tietê, São Paulo – SP.

Fonte: Ambiente Brasil,22/09

Que tal andar a pé? Dia mundial sem carro!

Hoje, dia 22 de setembro, você tem um motivo a mais para isso: aderir às ações do Dia Mundial sem Carro, criado em 1996 pelos franceses em protesto à poluição ambiental. De lá para cá, cidades do mundo engajaram-se no movimento. Ande a pé!



A caminhada é uma atividade fácil de ser realizada, que tonifica o corpo e queima muitas calorias. E, se você ainda está em dúvida quanto a deixar o carro na garagem, acompanhe as dicas abaixo.
Os consultores da MPR e autores do Guia de Corrida, Fábio Rosa e Emerson Gomes, listam a seguir cem motivos capazes de convencer qualquer pessoa a abrir mão do volante, e não só uma vez por ano. Mas sempre que possível. Acompanhe:


1- Aumenta a liberação de endorfinas, ajudando no combate do stress, ansiedade e depressão.
2- Tonifica a musculatura das pernas, coxas e glúteos
3- Possui um gasto médio de 200-300 kcal/hora
4- Na subida o gasto calórico pode aumentar para até 450kcal/hora
5- Melhora a circulação sanguínea
6- Auxilia na prevenção de varizes
7- Auxilia no controle da pressão arterial
8- Auxilia no controle do colesterol, diminuindo o HDL( bom colesterol) e aumentando o LDL ( mau colesterol)
9- Aumenta a massa muscular
10- Melhora a atividade do sistema imunológico
11- Ajuda a prevenir a osteoporose, através da compressão imposta aos ossos pelo impacto da caminhada
12- Aumenta o metabolismo de repouso, aumentando assim o gasto calórico diário
13- Aumenta a capacidade dos pulmões absorverem o oxigênio
14- Auxilia no combate a diversos tipos de câncer
15- Alivia os sintomas da TPM
16- A caminhada durante a gestação pode facilitar o parto, por manter a musculatura firme
17- Acelera a recuperação pós-parto
18- Acelera a recuperação de cirurgias
19- Aumenta a força dos membros inferiores
20- Melhora flexibilidade
21- Acelera a atividade do sistema nervoso, auxiliando na condução de impulsos
22- Auxilia no controle postural, pois exige sustentação do tronco
23- Diminui riscos de derrame cerebral
24- Auxilia no controle e prevenção da diabetes
25- Ajuda a prevenir a obesidade
26- Auxilia no combate ao tabagismo
27- Melhora a auto estima
28- Combate a insônia
29- Praticamente sem contra indicações
30- Você fica mais disciplinado, pois caminhando para o trabalho, há horário a cumprir e com isso impõe um ritmo a seu organismo
31- Tem baixo custo. Basta apenas um calçado confortável com amortecedor
32- Aumenta o contato com o meio ambiente, ficando livre do ar condicionado do carro e do escritório
33- Auxilia na absorção de vitamina D, se realizada durante o dia devido à irradiação solar
34- Sem pegar o carro, você colabora com o trânsito
35- Colabora com o controle da emissão de gases que provocam o aquecimento global
36- Você fica livre dos congestionamentos e do stress que os engarrafamentos provocam aos motoristas
37- Deixando o carro na garagem, você gasta menos dinheiro com combustível
38- Você economiza com o altíssimo valor cobrado pelos estacionamentos
39- Pode fazer suas comprar durante a caminhada de ida e volta ao trabalho, evitando a perda de tempo em se deslocar somente para isso
40- Caminhar nas ruas permite observar melhor a arquitetura dos prédios e descobrir lugares nunca antes observados
41- Caminhar nos parques permite observar a natureza
42- Aumenta a percepção de umidade e temperatura
43- Caminhar em contato com a natureza pode reduzir ainda mais a ansiedade, pois a cor verde traz tranqüilidade
44- Podemos observar as nuvens no céu, o que dificilmente pode ser feito dentro de um carro
45- Podemos ver o nascer do sol enquanto caminha em direção ao trabalho
46- Podemos desenvolver a audição prestando atenção nos sons dos carros que se aproximam
47- Em um parque, podemos ouvir o cantar dos pássaros
48- Podemos ver o pôr do sol enquanto voltamos do trabalho
49- Enquanto caminhamos, podemos conversar com os amigos
50- Caminhando diariamente, você fica em forma e pode até economizar com a academia
51- Você ganha uma maior resistência aeróbica
52- Auxilia na tonificação da musculatura dos membros inferiores;
53- Aumenta o seu gasto calórico
54- Fortalece os tendões
55- O impacto da caminhada rápida ajuda na calcificação dos ossos, retardando ou evitando a osteoporose, problema que afeta principalmente mulheres
56- Ajuda a controlar a ansiedade
57- Combate a depressão
58- Controla a pressão arterial
59- Contribui para a diminuição dos valores da freqüência cardíaca de repouso (basal)
60- Estimula a socialização
61- Trabalha o equilíbrio do corpo
62- Fortalece as articulações
63- Reduz risco de arteriosclerose
64- Reduz o risco de AVC (acidente vascular cerebral)
65- Reduz risco de infarto do miocárdio
66- Auxilia no controle do colesterol
67- Auxilia no controle do diabetes
68- Aumenta a eficiência do sistema imunológico
69- Age no controle do estresse
70- Reduz o risco de câncer no cólon
71- Auxilia na prevenção do reumatismo
72- Ajuda na melhora da disposição para o dia-a-dia
73- Combate sentimentos de inadequação
74- Melhora a auto-estima
75- Ajuda no controle da obesidade
76- Diminui o risco de lesão devido ao baixo impacto (comprando à corrida)
77- Auxilia no ganho da massa óssea
78- Diminui o risco de varizes
79- Diminui o risco de lombalgia
80- Contribui para o aumento da flexibilidade
81- Aumenta a resistência anaeróbica
82- Ajuda a corrigir vícios posturais
83- Melhora a estabilidade articular
84- Contribui para a melhora de problemas de circulação
85- Considerada a prática mais segura de exercícios aeróbicos do ponto de vista ortopédico e cardiovascular
86- Ajuda a fortalecer braços e troncos (se houver boa utilização dos braços, no movimento da caminhada)
87- Ajuda na oxigenação cerebral, auxiliando na circulação do sangue pelo corpo
88- Traz a sensação de bem-estar
89- Auxilia no aumento da força
90- Reduz o risco de câncer de mama
91- Ajuda a combater a insônia
92- Aumenta a produção endorfina
93- Auxilia no combate à asma
94- Auxilia no trabalho digestivo
95- Melhora o metabolismo energético
96- Combate os radicais livres
97- Melhora a qualidade do sono
98- Retarda o envelhecimento
99- Contribui para a diminuição do risco do diabetes tipo 2
100- Diminui os triglicérides.


Que tal começar hoje a caminhar? Assim, você estará beneficiando seu organismo e ajudando o meio ambiente.

Há alguns dias que levanto mais cedo e vou e voto a pé do meu trabalho...me sinto melhor. Faça o mesmo!!
                                                                  Érica Sena
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