terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Pensar Eco deseja um 2014 harmônico, iluminado e sustentável a todos!





                           A todos amigos e amigas do Pensar Eco,

desejo que neste novo ano que bate a porta,


possamos ser pessoas melhores conosco, com o próximo e com a natureza.
Que tenhamos mais amor do que raiva;
que sorríamos mais do que choremos;
que tenhamos mais saúde física, mental e espiritual;
que cresçamos mais pelo amor, e não pela dor;
que perdoemos mais;
que sejamos mais caridosos;
que aprendamos mais com os erros;
que sejamos mais felizes.
QUE VENHA 2014 CHEIO DE BOAS ENERGIAS E MUITA FÉ, PERSEVERANÇA, CORAGEM E REALIZAÇÕES!


Obrigada a todos vcs por mais um ano juntos!


Até 2014!
Felicidades!
Abraços
Érica Sena




domingo, 22 de dezembro de 2013

Kickant: Nova plataforma de crowdfunding


http://www.kickante.com.br
Nova plataforma de crowdfunding tem campanhas com foco em causas sociais, cultura e empreendedorismo
Quer lançar um livro ou CD, apoiar um projeto social ou ambiental,salvar um cão faminto das ruas ou apostar num negócio altamente inovador, mas não tem dinheiro
?
 

Para quem sonha, mas não tem como viabilizar sua ideia, o crowdfunding (financiamento coletivo) é uma opção acessível e cada vez mais confiável. O sistema, que surgiu nos Estados Unidos, vem ganhando força entre os brasileiros. Estudo recente do Banco Mundial constatou a presença de 17 websites de crowdfunding no Brasil, 53 na França, 87 no Reino Unido e 344 nos EUA, entre outros países. Para democratizar e simplificar o processo colaborativo de captação de recursos, chega ao mercado a KICKANTE(www.kickante.com.br), a mais completa plataforma de crowdfunding do Brasil.

Já no lançamento, são 21 campanhas simultâneas no ar, que reúnem desde projetos já conhecidos, como o Instituto Chico Anysio, para pesquisas de células-tronco no tratamento do enfisema pulmonar, até a montagem do musical ‘Rita Lee Mora ao Lado’, que tem como recompensa um jantar com a atriz Mel Lisboa, ou a campanha para ajudar a ONG Corrente do Bem a comprar uma Kombi para o Lar Pérolas de Cristo, que atende crianças carentes da periferia de Salvador (BA). Campanhas para viabilizar curso de inglês para deficientes visuais, oficinas para jovens e adolescentes em situação de risco, produção de espetáculos musicais, teatral e circense, clipe, série de TV, lançamento de CDs e muito mais também já podem receber doações na KICKANTE.

Modelo de negócio

A nova plataforma chega com inovações que mexerão com o setor. Entre elas, a possibilidade única no Brasil de dois modelos de captação na mesma plataforma: flexível e 'tudo ou nada'. Ou seja, mesmo que o total previsto para a campanha não seja alcançado, o dono da ideia recebe os recursos que foram doados. Outra inovação é a possibilidade de parcelamento dos valores doados. Também haverá descontos para aqueles que fizeram campanhas mais de uma vez (repeat campaings) e para ONGs. E o mais relevante para os criadores das campanhas: o maior investimento da plataforma está alocado em marketing e promoção.

Candice Pascoal, criadora da Kickante em sociedade com o irmão Diogo, afirma que é só o começo e que a proposta é ser a plataforma mais dinâmica e completa de crowdfunding no Brasil. 

 “Desenvolvemos um projeto que alia praticidade, com total segurança tanto para quem
capta quanto para quem doa. Somos uma empresa genuinamente brasileira, mas que já nasce globalizada”, afirma. 

Os dois contam com o apoio de uma dupla de investidores de Nova York (EUA), que decidiu apostar no crescimento deste fenômeno no Brasil, porém, de  forma inovadora e criativa.

Perfil dos empreendedores
 Candice vive há 15 anos fora do Brasil e atuou durante longo período como vice-presidente internacional da Putumayo World Music, na sua sede em Nova York, responsável pelo lançamento de grandes nomes no cenário musical, o que facilita o seu trânsito no mercado artístico global. Ela também traz na bagagem grande experiência na captação
internacional de financiamentos para ONGs, como Médicos sem Fronteiras, Cruz Vermelha, WWF, Anistia Internacional, entre outras.

“Estamos trazendo todo este conhecimento e uma grande rede de contatos para fazer da Kickante uma rede familiar, amiga e democrática. Nosso negócio é música, filmes, artes, ativismo, caridade, inovações, enfim, fazer acontecer e fazer o bem”, conta Candice, que hoje se divide entre a família na cidade holandesa de Naarderbos e o escritório da
Kickante, em São Paulo.

Já Diogo, que também é formado em Administração de Empresas, assim como Candice, vive em São Paulo e começou sua vida profissional no Sebrae. Ele já atuou durante dois anos na Holanda, ajudando start ups a lançarem seus produtos no Brasil e Estados Unidos. "Nossa empresa é muito democrática, aqui não tem chefe ou hierarquia, quem manda é o
cliente", complementa.

Diferenciais da Kickante

Com valores a partir de R$ 10,00, é possível colaborar para tirar projetos do papel em troca de recompensas que podem ser simplesmente satisfação pessoal, emotiva ou produtos, ingressos etc. Entre as vantagens para os criadores de campanhas, Candice lembra que a simples presença na plataforma já significa, para marcas ou nomes já consagrados, a realização de publicidade viral gratuita. Isso possibilita visibilidade e maior envolvimento dos fãs.

Na Kickante, todos podem ter acesso a criar suas campanhas, com ética e respeito. “Não julgamos se um projeto é bom ou ruim. Quem faz essa avaliação e decide se o projeto merece arrecadar fundos em nosso site é o público”, conta. “Quem sou eu para dizer se o projeto de um artista, um escritor ou uma ONG merece arrecadar fundos? Venho do
mundo das ONGs e do mundo artístico, sei que não posso decidir por toda uma nação”, diz Candice.

Segundo ela, na Kickante, é tudo muito simples, tanto para quem arrecada, como para quem doa. "Aqueles que pretendem lançar campanhas para tirar seus projetos do papel ou aqueles que desejam contribuir com projetos exclusivos, em troca de recompensas criativas, como

camisas, jantar com artistas, CDs, tickets para shows e outros, podem conferir tudo diretamente no site www.kickante.com.br", explica.

Mercado de crowdfunding - Os volumes de crowdfunding no mundo alcançaram a cifra de US$ 2,66 bilhões em 2012, contra US$ 1,47 bilhão levantado em 2011, segundo pesquisa da Massolution, consultoria especializada no setor. Em 2011, o crescimento foi de 64%. A previsão é que este ano US$ 5,1 bilhões sejam levantados por plataformas de
crowdfunding, com foco no financiamento de novos negócios e pequenas empresas em vez de projetos sociais, categoria mais popular atualmente.
 

O materialismo do Papai Noel e a espiritualidade do Menino Jesus- L. Boff


Um dia, o Filho de Deus quis saber como andavam as crianças que outrora, quando andou entre nós,“as tocava e as abençoava” e que dissera:”deixai vir a mim as criancinhas porque delas é o Reino de Deus”(Lucas 18, 15-16).
À semelhança dos mitos antigos, montou num raio celeste e chegou à Terra, umas semanas antes do Natal. Assumiu a forma de um gari que limpava as ruas. Assim podia ver melhor os passantes, as lojas todas iluminadas e cheias de objetos embrulhados para presentes e principalmente seus irmãos e irmãs menores que perambulavam por aí, mal vestidos e muitos com forme, pedindo esmolas. Entristeceu-se sobremaneira, porque verificou que quase ninguém seguira as palavras que deixou ditas:”quem receber qualquer uma destas crianças em meu nome é a mim que recebe”(Marcos 9,37).
E viu também que já ninguém falava do Menino Jesus que vinha, escondido, trazer na noite de Natal, presentes para todas as crianças. O seu lugar foi ocupado por um velhinho bonachão, vestido de vermelho com um saco às costas e com longas barbas que toda hora grita bobamente:”Oh, Oh, Oh…olhem o Papai Noel aqui”. Sim, pelas ruas e dentro das grandes lojas lá estava ele, abraçando crianças e tirando do saco presentes que os pais os haviam comprado e colocado lá dentro. Diz-se que  veio de longe, da Finlândia, montado num trenó puxado por renas. As pessoas haviam esquecido de outro velhinho, este verdadeiramente bom: São Nicolau. De família rica, dava pelo Natal presentes às crianças pobres dizendo que era o Menino Jesus que lhes estava enviando. Disso tudo ninguem falava. Só se falava do Papai Noel, inventado há mais de cem anos.
Tão triste como ver crianças abandonadas nas ruas, foi perceber como elas eram enganadas, seduzidas pelas luzes e pelo brilho dos presentes, dos brinquedos e de mil outros objetos que os pais e as mães costumam comprar como presentes para serem distribuidos por ocasião da ceia do Natal.
Propagandas se gritam em voz alta, muitas enganosas, suscitando o desejo nas crianças que depois correm para os pais, suplicando-lhes para que comprem o que viram. O Menino Jesus travestido de gari, deu-se conta de que aquilo que os anjos cantaram de noite pelos campos de Belém”eis que vos anuncio uma alegria para todo o povo porque nasceu-vos hoje um Salvador…glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa-vontade”(Lucas 2, 10-14) não significava mais nada. O amor tinham sido substituído pelos objetos e a jovialidade de Deus que se fez criança, tinha desaparecido em nome do prazer de consumir.
Triste, tomou outro raio celeste e antes de voltar ao céu deixou escrita uma cartinha para as crianças. Foi encontrada debaixo da porta das casas e especialmente dos casebres dos morros da cidade, chamadas de favelas. Ai o Menino Jesus escreveu:

Meus queridos irmãozinhos e irmãzinhas,

Se vocês olhando o presépio e virem lá o Menino Jesus e se encherem de fé de que ele é o Filho de Deus Pai  que se fez um menino, menino qual um de nós e que Ele é o Deus-irmão que está sempre conosco,

Se vocês conseguirem ver nos outros meninos e meninas, especialmente nos pobrezinhos, a presenca escondida do Menino Jesus nascendo dentro deles.

Se vocês fizerem renascer a criança escondida no seus pais e nas pessoas adultas para que surja nelas o amor, a ternura, o carinho, o cuidado e a amizade  no lugar de muitos presentes.

Se vocês ao olharem para o presépio descobrirem Jesus pobremente vestido, quase nuzinho e lembrarem de tantas crianças igualmente pobres e mal vestidas e sofrerem no fundo do coração por esta situação desumana e se decidirem já agora, quando grandes, mudar estas coisas para que nunca mais haja crianças chorando de fome e de frio,

Se vocês repararem nos três reis magos com os presentes para o Menino Jesus e pensarem que até os reis, os grandes deste mundo e os sábios reconheceram a grandeza escondida desse pequeno Menino que choraminga em cima das palhinhas,

Se vocês, ao verem no presépio todos aqueles animais, como as ovelhas, o boi e a vaquinha pensarem que o universo inteiro é também iluminado pela Menino Jesus e que todos, galáxias, estrelas, sois, a Terra  e outros seres da natureza e nós mesmos formamos a grande Casa de Deus,

Se vocês olharem para o alto e virem a astrela com sua cauda e recordarem que sempre há uma Estrela como a de Belém sobre vocês,  iluminando-os e mostrando-lhes os melhores caminhos,

Se vocês  aguçarem bem os ouvidos e escutarem a partir dos sentidos interiores, uma música celestial como aquela dos anjos nos campos de Belém que anunciavam paz na terra,

Então saibam que sou eu, o Menino Jesus, que  está chegando de novo e renovando o Natal. Estarei sempre perto de vocês, caminhando com vocês, chorando com vocês e brincando com vocês até aquele dia em que chegaremos todos, humanidade e universo, à Casa do Pai e Mãe de infinita bondade para sermos juntos eternamente felizes como uma grande família reunida.

                                    Belém, 25 de dezembro do ano 1.

                                    Assinado: Menino Jesus

Fonte: Leonardo Boff

Pensar Eco deseja a todos Boas Festas!
Eco abs
Érica Sena



Sancionada lei que declara Chico Mendes patrono do meio ambiente no Brasil

 A lei que torna Chico Mendes patrono do meio ambiente brasileiro foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff e publicada no dia 16 de dezembro, no Diário Oficial da União
O líder seringueiro, morto há 25 anos, ficou conhecido internacionalmente por sua luta em favor da categoria e da proteção da Floresta Amazônica.
Chico Mendes foi assassinado a tiros, no quintal de sua casa, em Xapuri, no Acre, no dia 22 de dezembro de 1988, uma semana depois de completar 44 anos.


Morte de Chico Mendes abre caminho para a questão ambiental no país

 Xapuri (AC) - A luta pela preservação da Amazônia, em especial pela manutenção das atividades extrativistas, sofria um duro golpe há 25 anos. 
Em 22 de dezembro de 1988 foi assassinado, no interior do Acre, Francisco Alves Mendes Filho, o Chico Mendes. A morte do líder sindicalista repercutiu mundialmente e provocou mudanças na forma como o Brasil passou a lidar com as questões relacionadas ao meio ambiente.
De vida simples, Chico Mendes era enfático na defesa dos seus princípios. Ele conquistou o apoio dos companheiros seringueiros, de políticos, de artistas e de ativistas das causas ambientais em todo o mundo.
 “O Chico era uma pessoa que sabia respeitar todo mundo, sabia se relacionar com todo mundo e sabia construir a amizade e a confiança das pessoas”, descreveu à Agência Brasil Raimundo Mendes Barros, primo de Chico.
“Ele era uma pessoa simples, sem ambição, e que tinha como único objetivo defender os interesses daqueles menos favorecidos tanto em termos de informação como em termos econômicos”, acrescentou a vice-presidenta do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri, Dercy Teles. Primeira mulher a presidir uma entidade sindical trabalhista no Brasil, Dercy esteve ao lado de Chico Mendes na criação da entidade em Xapuri.
Atraídos pelo ouro branco, milhares de nordestinos começaram a migrar para a Floresta Amazônica no final do século 19. Em meio a mais de 5 milhões de metros quadrados de floresta, começava uma história de disputas econômicas, conflitos por terra e luta pela preservação da selva. Foi nesse cenário que Chico Mendes se tornou símbolo da luta pela manutenção da floresta e da cultura do seu povo.
Com o fim do apogeu da borracha, depois da 2ª Guerra Mundial, em 1945, de explorados pelos donos das terras, os seringueiros passaram a ter que lutar pela permanência na floresta. Com o início da queda no preço da borracha, os fazendeiros passaram a vender as propriedades.
Na década de 1970, os governos militares iniciam a política de ocupação da Amazônia. Com isso, passam a estimular produtores rurais do Sul do país a ocupar  os estados do Norte, inclusive o Acre. O resultado foi um novo ciclo de derrubada das matas para a exploração de madeira, plantio de soja e criação extensiva de gado, com estímulos financeiros do governo brasileiro e de bancos internacionais de fomento, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
“Eles [os proprietários de terra] venderam os seringais [depois da queda do preço da borracha] mas não disseram para os fazendeiros do Sul que tinha gente no seringal. Venderam como se não morasse ninguém, mas em cada seringal daqueles tinha 100 pessoas, 50 famílias. Esse pessoal ia para onde? Eram casados, tinham filhos. Os fazendeiros quando compraram não queriam ninguém, eles queriam despejar todo mundo e daí que foi criado o sindicato e o movimento para empatar  e eles não tirarem o pessoal”, lembrou o ex-seringueiro Luiz Targino, companheiro de Chico Mendes na exploração do látex.
Os empates, idealizados pelo seringueiro Wilson Pinheiro, que presidiu o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Brasileia, consistiam em os trabalhadores rurais bloquearem a derrubada da mata se colocando a frente dos peões contratados pelos fazendeiros. Algumas vezes, para sensibilizar os peões com suas motosserras, mulheres e crianças eram colocadas na linha de frente. Com o assassinato de Wilson Pinheiro, em julho de 1980, a estratégia ganha ainda mais força com Chico Mendes. “Os empates foram fruto da sabedoria do Chico e desse espírito de não querer o confronto, de não querer o derramamento de sangue”.
Antropóloga e amiga do líder extrativista, Marly Alegretti recorda os conflitos da época. “Fiquei muito impressionada com a movimentação que estava acontecendo naquela ocasião. Havia muitos desmatamentos e os seringueiros estavam se organizando. Ninguém sabia, naquele momento, que lá no Acre, em Xapuri, que os seringueiros, que eram pessoas muito pobres e muito isoladas, praticamente sem poder nenhum, sem visibilidade, estavam fazendo uma defesa da floresta. E aquilo me impressionou bastante”, disse.
A postura dos seringueiros, no entanto, contrariava os interesses de grandes fazendeiros e as ameaças e os assassinatos de líderes sindicalistas começam a se tornar frequentes. Depois da morte de Wilson Pinheiro, outras lideranças também foram assassinadas, como Ivair Higino, dirigente sindical em Xapuri, morto em 1988.
Em 1975, Chico Mendes assume a secretaria-geral do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Brasileia. No ano seguinte, intensifica os empates. De volta a Xapuri, ajuda a fundar, em 1977, o sindicato dos trabalhadores rurais da cidade onde foi eleito vereador. Na época, começa a receber ameaça de morte, assim como outros sindicalistas.
As lutas do seringueiro ultrapassam as fronteiras do Brasil. Ele é reconhecido como uma liderança mundial da luta pelas causas ambientalistas e recebe vários prêmios internacionais. Com a cabeça a prêmio, em 1988, Chico Mendes pede proteção policial e passa a ser escoltado por soldados da Polícia Militar. Contudo, sete dias após completar 44 anos, é assassinado na própria casa, com o tiro de espingarda no peito, em casa. Os policiais que faziam a segurança dele fugiram.
Chico, que casou duas vezes, deixou três filhos: Ângela (do primeiro casamento), Sandino e Elenira. Dois anos depois do crime, os fazendeiros Darly e Darci Alves foram condenados a 19 anos de prisão como mandante e executor do assassinato.
Principal testemunha do caso, o menino Genésio Ferreira da Silva, então com 13 anos, disse que ouviu pai e filho planejando o crime. Para tentar inocentar o pai, Darci confessou o crime. Os dois, que chegaram a fugir da cadeia e depois foram recapturados, cumpriram pena e estão em liberdade. Darly continua morando em Xapuri.
Fonte: Agência Brasil
Salve Chico Mendes!
Érica Sena

Pensar Eco em reflexão: "O PRINCÍPIO DO VAZIO "

Passeando pelo Facebook, li esse texto, e achei que poderia ser importante para os meus amigos leitores, ainda mais agora, momento de repensarmos a vida.
Espero que gostem!
Boa leitura e ótima reflexão!
Érica Sena


O PRINCÍPIO DO VAZIO - Joseph Newton

Você tem o hábito de juntar objetos inúteis no momento, acreditando que um dia (não sabe quando) poderá precisar deles?
Você tem o hábito de juntar dinheiro só para não gastá-lo, pois no futuro poderá fazer falta?
Você tem o hábito de guardar roupas, sapatos, móveis, utensílios domésticos e outros tipos de equipamentos que já não usa há um bom tempo?
E dentro de você?
Você tem o hábito de guardar mágoas, ressentimentos, raivas e medos?
Não faça isso. É antiprosperidade. É preciso criar um espaço, um vazio, para que as coisas novas cheguem a sua vida.
É preciso eliminar o que é inútil em você e na sua vida, para que a prosperidade venha.
É a força desse vazio que absorverá e atrairá tudo o que você almeja.
Enquanto você estiver material ou emocionalmente carregado de coisas velhas e inúteis, não haverá espaço aberto para novas oportunidades.
Os bens precisam circular. Limpe as gavetas, os guarda-roupas, o quartinho lá do fundo, a garagem.
Dê o que você não usa mais.
A atitude de guardar um monte de coisas inúteis amarra sua vida.
Não são os objetos guardados que emperram sua vida, mas o significado da atitude de guardar.
Quando se guarda, considera-se a possibilidade da falta, da carência.
É acreditar que amanhã poderá faltar, e você não terá meios de prover suas necessidades.
Com essa postura, você está enviando duas mensagens para o seu cérebro e para a vida: * primeira, você não confia no amanhã e, * segunda, você acredita que o novo e o melhor não são para você, já que se contenta em guardar coisas velhas e inúteis.
Desfaça-se do que perdeu a cor e o brilho e deixe entrar o novo em sua casa e dentro de você!
As pessoas são solitárias porque constroem paredes ao invés de pontes.


Fonte: Vida Líquido

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

L. Boff em "Os catadores reciclam materiais sólidos e pessoas"


Dos dias 28 a 30 de outubro celebrou-se em Brasilia o 12º Festival Lixo e Cidadania:reciclando por um mundo melhor.
Ai estavam mais de mil catadores de material reciclável, extraído dos lixões das cidades, vindos de todas as partes do país. Eu pude participar emocionado pois por muitos anos acompanhei catadores do grande lixão de Petrópolis.
Vendo aquela multidão enchendo uma sala imensa, se abraçando, se conhecendo pela primeira vez ou se reencontrando, alegres e festivos em suas roupas singelas, a grande maioria afrodescendente, eu me perguntava: Quem são esses? De onde eles vêm? E me pareceu escutar uma voz interior, igual aquela do livro do Apocalipse, capítulo 7,13 que diz: 
”Estes  são aqueles que vêm da grande tribulação”, os sobreviventes da  onerosa  batalha pela vida, honrados porque corajosos e vitoriosos porque enfrentaram, muitas vezes, sozinhos  árduas lutas para ganhar o próprio sustento e de suas famílias.
No Brasil existem entre 800 mil a um milhão de catadores/as de materiais sólidos e recicláveis. Com o aumento do consumo são gerados muitos resíduos de todo tipo, orgânicos e sólidos como papelão, plásticos, alumínio e vidros que são recicláveis. Calcula-se que cada brasileiro produz 1 kg de lixo por dia, particularmente nos centros urbanos. 
Segundo o IBGE de 2008 50% dos municípios (5507) possuem lixões a céu aberto. Aí milhares de pessoas, de crianças a idosos, catam o que podem, inclusive alimentos. Essa atividade é altamente perigosa, pois sujeita a doenças infecto-contagiosas. Tenho assistido a disputa de pessoas entre porcos e urubus, num cenário de grande desumanidade. É a consequência de uma sociedadade do consumismo e do desperdício e que não aprendeu a viver os quatro erres: reduzir, reusar, reparar e reciclar.
A desumanidade maior não é serem catadores/as e terem que se contentar com aquilo que é jogado fora por outros. É o estigma que acompanha estes trabalhadores, não raro, considerados mendigos e vadios.
Primeiramente eram totalmente invisíveis. Ninguém os olhava e lhes dava qualquer consideração. Depois com o crescer da consciência, compareceram como trabalhadores que com sua coleta de milhares de kg de resíduos, exerciam uma função ambiental importante: mantinham limpas as cidades e impediam muitos alagamentos de ruas. Por fim foram se organizando em cooperativas e associações e se entenderam como cidadãos e agentes de transformações sociais e ambientais. Ganharam visibilidade e reconhecmento. De 4-6 de junho  de 2001 realizaram em Brasília o 1º Congresso Nacional dos Catadores/as com a participação de 1600 pessoas. Ai se lançou a Carta de Brasília que marca sua identidade e se elencam importantes reivindicações. Notável foi a Marcha em Brasília em 2006 com 1200 pessoas que ocuparam a Praça dos Três Poderes, cobrando direitos e políticas públicas para a categoria. Estas vieram com o Programa Cataforte em 2009 que foi enriquecido no dia 31 de julho de 2013 com 200 milhões de reais destinados a empreendimentos de catação de materiais recicláveis, com galpões e caminhões de transporte.
Tais medidas junto com a pressão das entidades, em boa parte, se deve-se ao interesse pessoal do Ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho que sempre se empenhou pela causa dos catadores/as. Em Brasília no dia 30 de outubro de 2013 por ocasião do 12º Festival Lixo e Cidadania em seu nome e da Presidenta Dilma Rousseff renovou o compromisso de fortalecer as cooperativas e associações de catadores/as criadas e a serem criadas.
Notável foi o 4º Festival realizado nos dias 5-9 de setembro de 2005 com a presença do Presidente Lula e da Danielle Mitterand, viúva do falecido Presidente francês, enfatizando seus direitos humanos básicos e o provimento dos recursos necessários para um trabalho decente e seguro de catação. Foi ai que a Itaipu Binacional lançou um carro elétrico para catadores/as com capacidade de transportar até três toneladas de materiais durante 8 horas diárias.
A grande luta destes trabalhadores é  impedir que grandes empresas que descobriram a catação como um  negócio altamente rentável e em associação com o poder público, se apropriem dos serviços deles, roubando-lhes o ganha-pão e lançando-os novamente na inseguridade. As empresas só se legitimam se incluirem os catadores/as, sem tirarem os valores que os caracterizam como a convivência solidária e os laços de pertença comum que desenvolveram.

Eles vem, sim, da grande tribulação brasileira. Reciclam não apenas materiais sólidos, mas pessoas, na medida em que juntos constroem sua autonomia, resgatam sua dignidade, se inserem na sociedade como verdadeiros “profetas da ecologia” e cidadãos que pensam, discutem seus problemas, decidem lutas comuns e se fazem indispensáveis no tipo de sociedade que criamos. Merecem respeito, apreço e todo o apoio.
Leonardo Boff
Fonte: Leonardo Boff

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

14/12:Projeto Ambientes Saudáveis lança Mapa Verde do bairro Jardins do Cerrado (GO)


Toda a comunidade está convidada para participar do evento

Chegou a hora de comemorar mais uma conquista do Projeto Ambientes Saudáveis! Após muito esforço e dedicação da comunidade e dos parceiros do Projeto, no dia 14/12, lançaremos o Mapa Verde do bairro Jardins do Cerrado, em Goiânia (GO). 

Foram horas de curso e mapeamento para descobrirmos as potencialidades e os desafios da região. Agora, o objetivo é mobilizar ainda mais a comunidade para construção de ambientes saudáveis a partir de tudo que foi levantado.

Como acreditamos que cada vitória deve ser festejada, no dia 14 de dezembro, você é nosso convidado para a festa de lançamento que contará com a participação de talentos do próprio bairro expondo seus trabalhos, apresentações de capoeira e teatro, atividades para crianças e de iconização do Mapa Verde do bairro.

A prática do projeto

O processo de construção do Mapa Verde contou com a participação de moradores e representantes dos equipamentos públicos do bairro na identificação de diversos elementos que compõe sua dinâmica. Entre eles, artesanatos, áreas verdes, nascentes, hortas, comércios e associações. Uma das propostas deste processo é fortalecer o sentimento de pertencimento por parte da comunidade.

A partir desse trabalho, com o apoio do Instituto Brookfield, a comunidade construiu a agenda sustentável do Jardins do Cerrado envolvendo escolas, centros de educação infantil, Unidade Básica de Saúde, Centro de Referência e Assistência Social e moradores em uma série de ações e projetos.

Movidos pelo comprometimento comunitário e pelo ideal de desenvolvimento local, o projeto tem mobilizado a população com cursos de formação, atividades de mapeamento social, oficinas e elaboração de materiais educativos.

O Projeto Ambientes Saudáveis é realizado pelo Instituto Brookfield em parceria com as Secretarias Municipais de Saúde e Educação.
Números do Projeto Ambientes Saudáveis
• Mais de 2 mil pessoas envolvidas direta e indiretamente;

• 8 equipamentos públicos participantes;

• 43 profissionais e moradores do bairro formados para aplicação da metodologia do Projeto.

Serviço:

Data: 14/12/2013 (sábado)

Local: EM Joaquim Câmara Filho – Rua das Dracenas –Jd. Cerrado IV – Goiânia (GO).

Horário: a partir das 9 horas.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Carlos Minc: “Há 30 anos a Baía de Guanabara está podre”


Um dos cartões postais mais famosos do Rio de Janeiro, a Baía de Guanabara, que vai receber as competições de iatismo dos Jogos Olímpicos de 2016, vem sendo alvo de muitas reclamações de velejadores por conta de sua poluição e foi duramente criticada por Carlos Minc, ex-ministro e atual secretário estadual do Meio Ambiente, em entrevista à Agência Efe.

Há 30 anos a Baía de Guanabara está podre”, afirmou o responsável pelo programa de despoluição das águas de um dos lugares mais emblemáticos da Cidade Maravilhosa e que nos próximos dias deixará o cargo para reassumir o mandato como deputado estadual.
Minc estendeu assim a denúncia feita à Efe pelas velejadoras Isabel Swan e Renata Decnop, da classe 470, que se dizem “envergonhadas” pelo alto grau de poluição das águas nas quais devem competir em 2016.
“É uma vergonha treinar e o barco bater em caixas de madeira, pneus e sacolas plásticas”, disse Isabel, medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008.
“Em outro dia estávamos velejando aqui e parecia muito sujo, quase um esgoto”, contou a atleta.
Minc foi um dos artífices do plano de despoluição da baía, que agora deixa sem estar completo, mas, segundo ele, com grandes avanços.
Nos últimos sete anos, “acabamos com todos os lixões do entorno da Baía de Guanabara. Só eles jogavam um Maracanã até a tampa de chorume (líquido poluente originário da decomposição de resíduos orgânicos), afirmou o secretário.
O problema mais urgente agora, para ele, é o tratamento das águas residuais, embora enxergue alguns avanços: “nos últimos 7 anos passamos de 12% para 40% de limpeza de esgoto tratado”.
“Maravilha?”, questiona, para em seguida responder: “maravilha nada, 60% continuam ‘in natura’. São os detritos de todo mundo na baía”.
As águas residuais, segundo especialistas, são as causadoras de boa parte da poluição da baía de Guanabara.
A falta de saneamento básico e de coleta de lixo nas favelas próximas à baía transformam os rios que nela desaguam em depósitos de lixo de 8,5 milhões de pessoas que vivem nessas comunidades.
Para combater este problema, junto com as obras de canalização, Minc aposta nas chamadas Unidades de Tratamento de Rio (UTR), que limpam as águas antes que desemboquem na baía.
“Vamos inaugurar uma em dezembro e outra em agosto do ano que vem, o que vai reduzir em um terço a poluição na Baía de Guanabara”, declarou.
Apesar de deixar o posto de secretário, Minc se propõe a fiscalizar os trabalhos de recuperação a partir da Comissão do Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.
“É possível completar o compromisso político de sanear 80% das águas da baía daqui até 2016 ao combinar os sistemas tradicionais de despoluição e os novos meios, como as UTRs, as ecobarreiras ou os ecobarcos”, que recolhem o lixo flutuante na água, disse.
O compromisso foi assumido pelo governo estadual quando o Comitê Olímpico Internacional (COI) escolheu o Rio de Janeiro como sede dos Jogos de 2016.
Para Minc, esse compromisso tem que estar à frente do evento esportivo. “As Olimpíadas não são o início, nem o meio, nem o final: são uma etapa. Queremos chegar a 2018 com 80% da Baía de Guanabara recuperada, porque há recursos e projetos suficientes”, afirmou.
Segundo o ex-ministro do Meio Ambiente, a principal razão da limpeza das águas da baía é salvar vidas.

“A primeira causa de mortandade infantil no Brasil são as doenças produzidas pela ingestão de água contaminada”, frisou. “O saneamento é a divisa entre a civilização e a barbárie, concluiu. (Terra)

Leia também:

Rio assina acordo de cooperação técnica com estado norte-americano para despoluir a Baía de Guanabara

Ipiranga expande os Postos Ecoeficientes

http://www.ipiranga.com.br/wps/portal/portalipiranga/postosipiranga/posto%20ecoeficiente
Ipiranga expande os Postos Ecoeficientes e apresenta o case de sucesso a blogueiros
Unidades foram concebidas visando o uso eficiente dos recursos naturais
 Eficiência e economia foram as palavras-chave da palestra Postos Ecoeficientes: Pergunta lá no Posto Ipiranga - Conheça o case brasileiro pioneiro de melhor prática de Ecoeficiência e Competitividade Sustentável” realizada na última quarta (4), no Rio de Janeiro. A rede Ipiranga reuniu blogueiros do segmento de arquitetura e sustentabilidade para apresentar o case pioneiro em melhores práticas de Ecoeficiência e Competitividade Sustentável: o Posto Ecoeficiente. Luiz Athayde Kauer e Fabiano Dagfal, Gerente e Coordenador da área de Desenvolvimento, Engenharia e Arquitetura da Ipiranga, apresentaram os detalhes do projeto e realizaram, juntamente com os participantes, uma visita ao primeiro Posto Ecoeficiente, localizado na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro.
Atualmente com 750 unidades no Brasil, entre inaugurados e em construção, os postos Ecoeficientes fazem a gestão de energia, água, resíduos e materiais, realizada desde a construção até a fase de operação. A iniciativa, uma das principais da empresa voltadas para a sustentabilidade, atraiu atenção internacional e se tornou objeto de estudo da Boston University School of Management, nos Estados Unidos. A instituição americana pretende destacar os diferenciais inovadores do projeto, com o objetivo de aprimorar e dar continuidade à iniciativa. 
“O projeto vai sempre se renovando. Com o avanço das tecnologias e as novas descobertas, outras formas de gerar menos impacto e colaborar com o ambiente no qual vivemos vão aparecendo. Desta forma, vamos incorporar, cada vez mais, novas ferramentas para esta ecoeficiência”, informou Luiz Athayde Kauer.
“Hoje, as crianças aprendem lições de sustentabilidade nas escolas. Em um futuro muito próximo, eles serão os consumidores e este grupo terá uma preocupação muito maior com o ambiente, valorizando produtos e empresas que tomam iniciativas de proteger o planeta”, completou Fabiano Dagfal. 
Conheça melhor cada processo utilizado no Posto Ecoeficiente:
Gestão da Água: os itens que promovem redução no consumo de água englobam coleta da água da chuva, reuso de água da lavagem de veículos, instalação de torneiras e chuveiros  de fechamento automático e diminuição de consumo de água nas descargas dos vasos sanitários.
Iluminação: foram desenvolvidas soluções para um melhor aproveitamento da luz natural, integrando-a com a artificial, além de se utilizar lâmpadas e luminárias mais eficientes, e sensores de presença para evitar o desperdício de energia.
Condicionamento de ar: um conjunto de ações contribuiu para reduzir a carga térmica do ar condicionado e ainda melhorar a qualidade dos ambientes. Entre essas ações estão: sistema de exaustão do calor proveniente dos refrigeradores, elementos sombreadores,  vidro especial  e isolamento térmico nas paredes e forro.
Gestão de Materiais e Métodos Construtivosutiliza-se o Sistema Light Steel Framing na edificação, que é modular, com estrutura em aço 100% reciclável, gerando bem menos resíduo. Para a cobertura da pista de abastecimento, utiliza-se um sistema de camada única, onde a telha metálica faz também o papel do forro, totalmente aparafusado, sem uso de solda. Utilizam-se também materiais que impactam menos o meio ambiente em sua produção, aplicação e descarte, como tinta a base de água e madeira certificada. 
Gestão de Resíduos: dar o destino correto ao lixo que for gerado tanto na construção quanto na operação, via coleta seletiva. 
Mais curiosidades:
Em relação à construção convencional da edificação do posto, o uso de concreto é 80% menor.
A redução de tempo na obra de um Posto Ecoeficiente Ipiranga em relação a uma obra convencional é de 50%.
A redução de resíduos gerados é de 40% em relação a uma obra convencional.
A água da chuva é tratada e aproveitada em descargas sanitárias, rega de jardins e lavagem de para-brisas. Esse sistema é capaz de reduzir o consumo de água em até 30%. Há um sistema de reuso de água da lavagem que reduz o consumo em aproximadamente 70%.  A combinação entre os dois sistemas pode até zerar o consumo de água com lavagem.

Para mais informações sobre os Postos Ecoeficientes, acesse o site: http://bit.ly/1bOUfYJ

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Eco-Challenge 2014 | Prêmio de Inovação Ambiental!


Mais uma vez , o blog Pensar Eco, é convidado a divulgar o Eco-Challenge 2014 | Prêmio de Inovação Ambiental!A competição, realizada em parceria pela PepsiCo e a Young Americas Business Trus (YABT), é voltada para empreendedores de 13 a 35 anos que estejam desenvolvendo projetos que colaborem ou potencializem soluções sustentáveis para enfrentar os desafios dos problemas ambientais.

Os participantes podem participar com ideias ou projetos de negócios.
O vencedor ganhará 5 mil dólares a serem investidos no projeto.As inscrições vão até 19/01/2014 e podem ser feitas pelo endereço:
http://www.ticamericas.net/pr/ .Nele encontrarão o regulamento completo do concurso.

 
 
 
 
 
Sorte a todos os participante, e que vença o melhor projeto!
Érica Sena

06/12- SP: Convite Seminário Globo Educação


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

04/12- RJ: Palestra sobre práticas de Ecoeficiência e Competitividade Sustentável


domingo, 1 de dezembro de 2013

Votos de Boas Festas do Blog Pensar Eco

A todos amigos(as), parceiros (as), seguidores (as) do Blog Pensar Eco,
agradeço todo o carinho, respeito para com esse Blog.

Que nossos laços de amizade não se quebrem, e que sigamos mais um ano juntos, na mesma missão: a luta por um mundo mais sustentável e harmonioso, sem violência, sem guerra, sem catástrofes, sem fome, sem preconceito.

Que todos sejamos irmãos, independente da cor e nível social, e amemos ao próximo, e a natureza, como a nós mesmos.

Boas festas!
Obrigada pela companhia neste ano de 2013!
Felicidades a todos!
Meu cartão para vcs!
 

Coleta e tratamento de esgoto estão entre principais problemas do gerenciamento de recursos hídricos

 
O diretor de Gestão da Agência Nacional de Águas (ANA), Paulo Lopes Varella Neto, admitiu que a falta de tratamento de esgoto é um dos principais problemas do Brasil no que se refere ao acesso aos recursos hídricos no país.
Varella Neto participou de debate sobre o assunto na Comissão de Infraestrutura do Senado e disse que quase 40% da população ainda não têm acesso a coleta e tratamento de esgoto, o que traz problemas não só de saúde pública como também de contaminação da água que é consumida.
O diretor da ANA apontou dados que mostram que 11% da água consumida no Brasil têm qualidade regular, 6% são de qualidade ruim e 1% de péssima qualidade, sendo que os locais onde a qualidade melhorou são os que tiveram investimentos na rede de esgoto.
Para o presidente do Instituto Internacional de Ecologia de São Carlos, José Galizia Tundisi, que participou da audiência com Varella, a falta de investimentos em coleta e tratamento de esgoto se traduz em empecilho para o desenvolvimento do país. Ele alertou para a necessidade de as autoridades promoverem obras e educação da população como forma, inclusive, de prevenir problemas de saúde pública como a diarreia, que mata mais as crianças. “Educação e mobilização da população sobre saneamento são imprescindíveis”, disse Tundisi.
Apesar disso, Varela Neto apontou que 90% da população têm acesso à água encanada e um dos maiores problemas na gestão dos recursos hídricos do país é abastecer a agricultura. Em 2010, 72% da água consumida foram destinadas à produção agrícola, cuja área deverá aumentar até seis vezes nas próximas décadas.
Os dados foram retirados do Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos elaborado pela ANA e do Atlas do Abastecimento Urbano de Água. A audiência foi o terceiro painel do sexto ciclo de debates, Água: Gerenciamento e Utilização, promovido pela Comissão de Infraestrutura.
Mariana Jungmann- Repórter da Agência Brasil