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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Encontro com a Indigenista Maria Luiza Silveira

A convite da escola em que trabalho, fui a uma das reuniões de diretoria e coordenação ocorrida no CEU VILA ATLÂNTICA. Foi uma tarde muito reflexiva sobre como lidar com as diferenças. Foi passado um curta ótimo chamado Criaturas que nasciam em segredo, de Chico Teixeira,1995- sobre o nanismo.. já viram?


 Mas o  auge dessa reunião foi a palestra com a indigenista Maria Luiza Silveira, jornalista da TV Globo que já fez inúmeras matérias interessantes sobre os povos indígenas do Brasil.

 Segundo ela, existem 220 povos indígenas aqui no Brasil, alguns deles são povos isolados do contato com os brancos, mantendo sua cultura original. E mesmo os índios que vivem nas cidades - Os Guaranis- mantem parte da sua cultura e seus ritos.
Maria Luisa, com sua simpatia e simplicidade, passou a todos nós parte do seu amplo conhecimento sobre as questões indígenas, fruto do seu estudo de campo em diversas tribos.

 Veja uma das reportagens feitas por ela e equipe da Globo..
.



   Adorei ter conhecido Maria Luiza e ter visto um pouco do seu lindo trabalho de proteção aos Índios!!! 
 Parabéns Maria Luiza!!
 Érica Sena

Deputado recua em projeto de lei de florestas

Aldo Rebelo altera proposta que poderia estimular desmate de reserva legal no país

Um dos pontos mais criticados por entidades ambientalistas no parecer do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) sobre o novo Código Florestal sofrerá modificações.

A versão final do relatório será votada na próxima semana, na comissão da Câmara que debate as alterações na lei. Pelo texto do relator, as propriedades rurais com até quatro módulos fiscais estarão desobrigadas da necessidade de manter reserva legal. Essas áreas representam as florestas protegidas.

Os ambientalistas enxergaram na medida uma carta branca para o desmatamento. Na Amazônia, por exemplo, um módulo fiscal pode passar de 100 hectares.
Sob pressão, Rebelo recuou e afirmou ontem que mudará o texto para impedir novos desmates. "Os pequenos produtores não estarão autorizados a se desfazer da vegetação nativa, só não serão obrigados a recompor a reserva legal", defendeu.
A proposta de alteração foi vista com ressalvas por Rafael Cruz, do Greenpeace. "É bom que o relator tenha recuado, esclarecido o que não está claro, mas precisamos ler o novo texto para saber de fato o que mudará."

A versão final deverá ser apresentada pelo deputado nos dias 5 ou 6 de julho, segunda e terça-feira.

Rebelo afirmou que não irá alterar outros pontos polêmicos, como a transferência de poder aos Estados para que legislem sobre temas ambientais, a anistia de multa para os produtores que desmataram até julho de 2008 e a flexibilização nas regras das APPs (áreas de preservação permanente).

Sobre esse último ponto, o deputado negou que seu relatório aumente as áreas de risco em caso de enchentes e desastres naturais, como os que ocorreram em Alagoas e Pernambuco nas últimas semanas. A crítica foi feita pelo Ministério Público Federal, em nota técnica encaminhada ontem ao Congresso.

"As pessoas foram vítimas porque são pobres, não porque moram em APPs", disse Rebelo. Tais áreas garantem a estabilidade das encostas.
Mesmo que seja aprovado na comissão especial -que conta com maioria de deputados ruralistas-, o texto não deverá ser analisado pela Câmara antes das eleições.NANCY DUTRA DE BRASÍLIA 

Fonte: Folha de SP, 30/06

Ecofit e Naturalis Brasil promovem descontaminação coletiva de lâmpadas

Academia EcoFit e Naturalis Brasil realizam, neste sábado, a Operação Papa-Lâmpadas. 

Com a proposta de conscientizar a população sobre a importância do descarte ecologicamente correto das lâmpadas fluorescentes, a academia EcoFit Club, em parceria com a Naturalis Brasil, empresa especializada na descontaminação de lâmpadas fluorescentes, promoverão, no dia 03 de julho, sábado, a Operação Papa-Lâmpadas. Trata-se de uma campanha de coleta e descontaminação deste material, cujos riscos, poucos conhecem.
As lâmpadas fluorescentes são responsáveis por 70% da luz artificial utilizada no mundo. Consomem cinco vezes menos energia que uma lâmpada tradicional, e duram até 45 vezes mais. Por estas vantagens, se tornaram predominantes neste mercado. Porém, existe um outro lado, pouco abordado e do qual a maior parte dos consumidores não tem conhecimento. Para produzir a chamada luz fria, estas lâmpadas possuem em sua composição uma carga de mercúrio, um metal tóxico, cancerígeno e extremamente prejudicial à saúde e ao meio ambiente.
No Brasil são consumidas cerca de 100 milhões de lâmpadas fluorescentes por ano. Desse total, 94% são descartadas em aterros sanitários, sem nenhum tipo de tratamento, contaminando o solo e a água, além de, se rompidas, liberarem vapor de mercúrio, que será aspirado por quem as manuseia.
Diversas empresas e campanhas vêm alertando a população sobre os males causados pelo mercúrio contido em pilhas e baterias. Entretanto a presença deste metal nas lâmpadas, apesar de seu volume ser ainda maior do que nas pilhas, é pouco citada. A academia Ecofit e a Naturalis Brasil se uniram com o ideal de conscientizar a população sobre o risco que este resíduo representa e a importância do descarte correto deste material.
Com um processo licenciado pela CETESB, a Naturalis Brasil faz a descontaminação in loco, levando o Papa-Lâmpadas até o local gerador do resíduo. Este equipamento possui um duplo sistema de filtros: o pó de fósforo é retido em um filtro de celulose e o mercúrio é retido por um carvão ativado. Após a descontaminação, praticamente todos os materiais da lâmpada são reciclados.
Dia 03 de julho, das 10h às 15h, na entrada da Ecofit, uma equipe receberá lâmpadas fluorescentes de qualquer tipo ou tamanho. Além de receber o material, a equipe mostrará o processo de descontaminação e seu funcionamento. A academia sugere transportá-las embaladas em jornal, papelão ou plástico bolha para evitar possíveis acidentes. 

[Campanha de Coleta e Descontaminação de Lâmpadas Fluorescentes. Dia 03 de julho (sábado), das 10h às 15h, na Ecofit Club - Rua Cerro Corá, 580, Alto de Pinheiros, São Paulo].

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Cartuns ecológicos de Biratan!


                          http://greencartoon.blogspot.com/

Soltar balões é crime!!!

Segundo o ARTIGO 42 da Lei 9605/98- LEI DE CRIMES AMBIENTAIS, tem-se:
FABRICAR, VENDER, TRANSPORTAR ou SOLTAR BALÕES que possam provocar incêndios  nas florestas e demais formas de vegetação em áreas urbanas ou qualquer tipo de assentamento humano:
PENA: Detenção de 1 a 3 anos ou multa, ou ambas as penas cumulativas.




Em breve teremos Usina Solar!!!



Em breve, a paisagem de Tauá, CE, ficará parecida com a da foto acima, clicada em Sevilha, na Espanha. A novidade, ainda isolada, pode multiplicar-se em breve. “Com o aumento dos custos de produção de energia elétrica e a redução das despesas de fabricação das placas fotovoltaicas, prevejo uma paridade tarifária que tornaria a segunda opçãomais viável”, diz Ricardo Rüther, especialista no tema e professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Construir pequenas usinas como a de Tauá, de abrangência local, ou instalar painéis fotovoltaicospróximos aos pontos de consumo (como em coberturas deprédios) pode ser um caminho interessante. “Assim, gasta-se menoscom redes de transmissão e distribuição”, afirma Ricardo. Sem falar nosganhos quantitativos: segundo ele, se a área inundada de Itaipu fosse coberta por placas fotovoltaicas, a produção de energia dobraria.

EM BREVE NA SUA CASA
O Brasil ainda não fabrica placas fotovoltaicas (importa de marcas como Kyocera, Sharp, Sanyo e SS Solar),mas há grande expectativa quanto à participação do país na geração de energia solar. “Temos boa insolação e a maior reserva de quartzo do mundo, de onde se extrai o silício, usado nas células solares. Desenvolver o setor é questão de dez anos”, afirma Ricardo Ruther.

Além disso, a pressão mundial pelo uso de fontes renováveis favorece a queda dos preços das placas, o que disseminará o uso. “Por enquanto, os consumidores são pessoas de classe alta, dispostas a pagar mais pela energia limpa, ou populações muito carentes, que obtêm ajuda do governo para a compra dos painéis”, diz Airton Dudzevich, da loja paulista Supergreen, especializada em produtos e sistemas sustentáveis.

Fonte: Planeta Sustentável, 28/06


Árvores são replantadas na Marginal Tietê


Mudas não resistiram ao ambiente e secaram.
Especialistas temem que o número de árvores mortas seja ainda maior.




Fonte: G1- SPTV, 28/06
  Muito bem Ricardo Cardim!!

sábado, 26 de junho de 2010

Agora mais essa!!Mudança climática aumenta quantidade de lixo espacial


Dentre os efeitos das mudanças climáticas estão o aumento dos níveis do mar, a redução das geleiras e a floração precoce. Agora um novo fenômeno pode ser adicionado a essa lista: o aumento na quantidade de lixo espacial. 

As camadas superiores da atmosfera atuam como freios em satélites desativados. Ao reduzir a velocidade desses satélites, as camadas altas da atmosfera fazem com que eles saiam de órbita, caiam e queimem.
Arrun Saunders e Hugh Lewis, da Universidade de Southampton, no Reino Unido, estudaram as órbitas de 30 satélites nos últimos 40 anos e observaram um aumento gradual no tempo que eles permanecem em órbita.
Eles atribuem o fenômeno à redução na densidade da camada superior da atmosfera causada pelo aumento nos níveis de gás carbônico.
Os pesquisadores calculam que a densidade da atmosfera a 300 quilômetros de altitude esteja sendo reduzida em 5% a cada década.
"Como há um menor freio molecular [na atmosfera], o lixo espacial pode ficar até 25% mais tempo em órbita", diz Lewis.
Isso aumenta o risco de colisões com satélites e torna mais arriscado o lançamento de espaçonaves.
Segundo os pesquisadores, agências espaciais precisam se preparar para a remoção de mais lixo espacial do que o esperado. O trabalho foi apresentado em uma conferência em Boulder, Colorado, na semana passada.(NEW SCIENTIST)

Fonte: Folha de SP, 25/06

Perigo: Lâmpadas fluorescentes são perigosas ao serem quebradas

  Receb i um email de uma amiga ambientalista ,Monique do Blog Mirabolantes, que alertava sobre o cuidado que deveriamos ter com lâmpadas fluorescentes quando quebradas e assustada resolvi pesquisar mais sobre o assunto....Veja o que encontrei a respeito!!!  É verdade!!!!

Lâmpadas fluorescentes trazem riscos para a saúde

Seu interior contém mercúrio, metal tóxico que se espalha no ambiente quando a lâmpada se quebra e causa danos irreparáveis ao organismo humano. LEDs são melhor opção.

Há um bom tempo campanhas para a troca das lâmpadas incandescentes (que perdem até 70% da energia elétrica utilizada em calor) por lâmpadas fluorescentes, que são muito mais econômicas, ganharam espaço na mídia e em qualquer guia básico de como ser mais ecológico.

Contudo, esquece-se de dizer que as lâmpadas fluorescentes contêm mercúrio em seu interior, que se espalha e contamina o ambiente, quando se quebram. Qualquer pessoa nas proximidades, está arriscada a inalar partículas de mercúrio ou ter sua pele contaminada por este metal pesado ou até ingeri-lo ao levar a mão ou objetos contaminados à boca, mesmo muitos dias após a lâmpada ter se quebrado.
O mercúrio inalado ou ingerido entra na corrente sanguínea e instala-se nos órgãos, de onde o organismo não consegue mais eliminá-lo. As reações são diversas, dependendo do grau de concentração. Geralmente, quem foi intoxicado dessa maneira pode apresentar sintomas como dor de estômago, diarréia, tremores,depressão, ansiedade, gosto de metal na boca, dentes moles com inflamação e sangramento nas gengivas, insônia, falhas de memória e fraqueza muscular, nervosismo, mudanças de humor, agressividade, dificuldade de prestar atenção e até demência, por acumular-se especialmente no cérebro.

Cada lâmpada tem uma quantidade pequena de mercúrio - nos EUA, os fabricantes se comprometeram a limitar a concentração a 6 mg em lâmpadas de 25 a 40W - que não prejudicaria um adulto sadio. Os riscos existem mais para uma exposição repetida ao mercúrio. Contudo, se cinco lâmpadas se quebram em um ambiente pouco ventilado já trazem um alto risco imediato a quem estiver por perto.

Agressor silencioso
 Pode-se então imaginar o risco que todos nós corremos ao utilizar este tipo de lâmpada em larga escala, sem uma correta orientação do que fazer no caso dela quebrar e sem saber para onde encaminhar as lâmpadas queimadas.
Se levadas para lixões, ou trituradas em caminhões de lixo e depositadas em aterro, o mercúrio de seu interior passa a contaminar o solo e lençóis freáticos, tornando-se um agressor silencioso, infiltrado onde vivemos.

A sua reciclagem requer procedimentos especializados, que raríssimas indústrias estão habilitadas a realizar no Brasil. Além disso, as que reciclam este tipo de lâmpadas cobram por este serviço de R$ 0,30 a R$ 0,50 por lâmpada, mais valor do frete. Quantos estão dispostos a pagar por isso? Além disso, para fechar o cálculo da vantagem que elas representam, é necessário comparar quanta energia e quanto de água se gasta nesta reciclagem, em relação à economia de energia elétrica que elas geram.
Por enquanto, a realidade é que muita gente se expõe inocentemente ao contágio pelo mercúrio como lixeiros e catadores desavisados, que aceitam a doação destas lâmpadas ou até mesmo as recolhem do lixo, para reaproveitar o seu alumínio e seu vidro.

O que fazer
O contágio com mercúrio não é o único dano que estas lâmpadas provocam. Sua luz é intermitente, isto é, pisca em rápidos ciclos, o que causa dor de cabeça e mal estar a quem se expõe por muito tempo a ela.
A iluminação representa apenas 7% do gasto de toda energia elétrica gerada no País. No momento, não temos uma cadeia de coleta e reciclagem segura e econômica de lâmpadas fluorescentes. Assim, será que é prudente já estarmos incentivando uma troca massiva das lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes?

Técnicos do governo brasileiro e autoridades quando questionadas sobre esta questão respondem que uma legislação está sendo preparada para obrigar os fabricantes de lâmpadas fluorescentes a recolhê-las e reciclá-las, a exemplo do que já existe com pilhas, baterias e pneus. Contudo, sabemos que a coleta de pilhas, baterias e pneus, mesmo anos após a aprovação desta obrigação, ainda deixa muito a desejar. E estes produtos representam riscos menores do que o mercúrio contido nas fluorescentes.

As lâmpadas LED são melhores, pois não contêm mercúrio e usam ainda menos energia e duram mais que as fluorescentes; mas são mais caras.

O governo poderia isentá-las de impostos, por exemplo, e facilitar uma economia de energia, sem riscos à saúde. Mesmo porque o fabricação das lâmpadas fluorescentes e sua reciclagem representam riscos contantes aos trabalhadores que as manipulam.

Enquanto uma melhor política pública não existe, podemos a qualquer tempo, usar menos energia - quantas vezes mantemos luzes acesas sem necessidade? aparelhos ligados sem ninguém ao lado? ou em standby, mesmo quando vamos ficar dias fora de casas? - e também, utilizar mais iluminação natural - telhas transparentes, clarabóias e vidros fazem muita diferença.

                                                                   Dez passos
Campanha do governo britânico O risco representado pelas lâmpadas fluorescentes está no mundo todo. O governo britânico preocupado com o seu desconhecimento por grande parte dos ingleses, divulgou um guia de dez passos do que fazer no caso de uma lâmpada fluorescente quebrar. A Agência Ambiental Britânica quer anexar alertas e estas orientações às embalagens que as envolvem.




                               Os dez passos recomendados são:
* Espere 15 minutos fora do ambiente em que a lâmpada quebrou, antes de iniciar a limpeza
1 - coloque luvas protetoras
2 - coloque uma máscara protetora
3 - utilize uma caixa rígida, que não quebre ou se rompa
4 - pegue os fragmentos maiores e os coloque na caixa
5 - varra os caquinhos para uma folha de jornal ou papel e a coloque na caixa
6 - limpe a área usando um pano úmido
7 - coloque o pano na caixa
8 - sele a caixa com fita adesiva
9 - etiquete a caixa, identificando seu conteúdo e o risco que representa
10 - leve a caixa selada para a área de coleta de lixo
(o item 10 supõe a existência de uma coleta especializada para este item, o que, infelizmente, ainda não existe no Brasil).

   Fonte: Comunidade Banco do Planeta

Que horror, vamos ficar espertos com isso!!!

7 sinais da propaganda ecológica enganosa

Saiba como identificar quando uma empresa está mentindo sobre sua preocupação com o meio ambiente
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1. Palavras vazias Uso de termos cujo significado é obscuro, como "eco-friendly", geralmente em inglês

 
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2. Imagens sugestivas
 A foto sugere um feito impossível, como flores brotando do escapamento de um carro

 
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3. Amigos imaginários
Selos que parecem fornecidos por órgãos independentes, mas são apenas parte da propaganda

 
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4. Relativo, mas não absoluto
Ser mais "verde" que os concorrentes pode não ser bom, se os outros forem terríveis

 
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5. Falta de credibilidade
O produto pode ser ecológico, o que não significa que seja seguro ou saudável

 
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6. Linguagem hermética
Vocabulário ou dados que apenas os especialistas compreendem

 
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7. Fala, mas não prova
Além do discurso, é preciso mostrar evidências que comprovem o que é dito.( Revista Veja, 12/2009)


Fonte: Planeta Sustentável

Fonte:

Falando em selos ambientais, em breve mais um!




                  Selo Qualidade Ambiental, ABNT


 Este selo aparecerá em breve estampado nos rótulos dos produtos consumido por todos nós.
Ele indica um belo passo rumo a sustentabilidade , pois garantirá  que o produto foi produzido de acordo com os cuidados socioambientais durante toda a sua cadeia de produção ( berço ao túmulo).
  
 Ele foi criado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), sendo fruto das exigências do mercado mundial por comprar produtos ambientalmente corretos.
 
Segundo dados do site  Planeta Sustentável, 15 empresas brasileiras já passam por um minucioso processo de análise e adequação de seus processos de produção para conseguir o selo Qualidade Ambiental.São de áreas bastante variadas: indústrias de calçados, tecidos, higiene pessoal, pneus reformados, aço, gráficas e até mesmo de fraldas descartáveis e absorventes. Elas ainda passam por uma fase de adequação para conseguir suas certificações, que devem ser concedidas já nos próximos meses
.
Andrea de Oliveira, analista técnica da instituição e encarregada de organizar os trabalhos do  Grupo de Rotulagem Ambiental (GRA), relatou ao Planeta Sustentável que solicitações de empresas não param de chegar. Isso é muito bom!!

 Sobre o GRA :
  • O GRA é formado por cientistas, órgãos ambientalistas e de defesa do consumidor, fornecedores dos fabricantes e até mesmo consumidores.
  • Estabelece critérios ambientais específicos para cada elo da cadeia de produção de cada um dos fabricantes.
  •  Propõe correções e adaptações no processo, até que a empresa consiga adequar-se. Depois faz acompanhamentos e auditorias periódicas para saber se a empresa que recebe o selo continua mantendo seus padrões de qualidade.
Quem orienta toda a metodologia utilizada pela ABNT é o órgão canadense Global Ecolabellin Network (Gen), referência mundial em rotulagem ambiental. 

  
Fonte: Planeta Sustentável, ABNT

Eu adorei essa notícia...mudanças estão acontecendo no Brasil. Espero vê-lo em breve nos produtos!!  A Mãe natureza agradece!!!
 

Será que o selo da biodiversidade vai colar?

Depois dos selos orgânicos, das florestas, da energia... vem aí o selo da biodiversidade
Stefano Martini
O CRIADOR

Milano, idealizador do Life, no Jardim Botânico do Rio. O selo busca medir vários tipos de agressões à vida
Há hoje pelo menos 17 mil espécies de animais e plantas em risco de desaparecer por causa da forma como a humanidade produz, consome e se espalha. As empresas deveriam ajudar a reduzir a tragédia? Um grupo de ambientalistas, acadêmicos e empresários brasileiros acredita que sim. Eles criaram o selo Life (sigla, em inglês, para Iniciativa Duradoura pela Terra, em inglês), uma certificação que pretende atestar se uma companhia ou fábrica jogam ou não contra a diversidade de espécies. 

Se existem muitas espécies em extinção, a família dos selos não é uma delas.

O Life é apenas o mais novo e ambicioso dos selos verdes, uma turma que surgiu timidamente nos anos 70, por pressão do movimento ambientalista

As empresas adotaram a novidade de olho na crescente sensibilidade dos consumidores. A Alemanha inaugurou a onda das “ecocertificações” em 1978, com o Blue Angel, voltado para pilhas, baterias e outros produtos que não danificassem a camada de ozônio. Na última década, vários deles invadiram o mercado (leia abaixo) . Eles servem para algo? 

 O sucesso ou o fracasso de qualquer selo depende de pelo menos dois fatores. O primeiro será técnico – se o selo consegue medir o que se propõe. O segundo é a relevância.

“Só se pode dizer que um selo deu certo se o cliente ou o consumidor o levarem em consideração na hora de comprar ou fazer negócio”, diz o consultor Aerton Paiva, da Gestão Origami.

 O mundo dos selos vive, portanto, uma espécie de competição tão acirrada quanto a concorrência entre empresas. Em tese, todos podem ser bem-sucedidos. Na prática, a atenção das pessoas é limitada. Ninguém adere a todas as campanhas bem-intencionadas do mundo. 

Ainda é cedo para saber se o Life vai sobreviver. A norma foi desenhada com o Instituto Tecnológico do Paraná (TecPar) entre 2007 e 2009. Até o final do ano, será testada em quatro empresas: a Hidrelétrica Itaipu Binacional, a fabricante de cosméticos O Boticário, a MPX Energia, do empresário Eike Batista, e a Posigraf, gráfica do Grupo Positivo.

  Quanto às dificuldades técnicas, o Life é um dos selos mais complicados. Ele busca medir agressões à biodiversidade – e elas são de tantos tipos que fica difícil normatizá-las (é muito mais simples checar emissões de poluentes, por exemplo). 

A intenção é louvável. “Não conhecemos um quinto do que a natureza tem a oferecer. Extinguir espécies pode implicar perder a cura para muitas doenças”, diz Giovana de Bruns, da ONG The Nature Conservancy (TNC).

“As empresas já sabem que é importante agir contra as mudanças climáticas”, afirma o engenheiro florestal Miguel Milano, idealizador do selo e conselheiro do Instituto Life, criado para conceder a certificação. “Queremos agora trazer a iniciativa privada para atuar em favor da biodiversidade.” 

O problema é como fazer isso. A metodologia do Life consiste em avaliar o maior número possível de aspectos da companhia: investimento em áreas verdes, consumo de água e energia, emissão de gases de efeito estufa, possíveis efeitos negativos de seus produtos e serviços. Um selo tão completo corre o risco de se perder em sua própria abrangência.

                         Os carimbos verdes
As “ecocertificações” nasceram nos anos 70 e vêm se multiplicando. Eis algumas


  • FSC-Criado em 1993, atesta que produtos de madeira e papel são feitos sem matéria-prima de desmatamento

  • FLO- Maior certificadora de comércio justo do mundo, garante boas condições de mercado para pequenos produtores

  • Leed- É um selo global. Atesta o consumo responsável, em edifícios, de energia, água e matérias-primas na construção

  • Rainforest Alliance Certifie- Atesta que empresas do agronegócio respeitam a biodiversidade e os trabalhadores rurais

  • EcoSocial IB-  Certifica alimentos, cosméticos e algodão orgânicos; exige obediência às leis trabalhistas e ao Código Florestal

  Fonte: Revista Época
Se interessou? Quer saber mais sobre esse assunto? Acessem:
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/atitude/selos-verdes-493188.shtml

   Estou na torcida para que cole!!!
    Érica Sena

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Dossiê “Rótulos, selos e certificações verdes: uma ferramenta para o consumo consciente” é lançado em São Paulo


A transparência é um aspecto cada vez mais exigido das companhias mundo afora e, para comunicar o caráter socioambiental de seus produtos, um número crescente de empresas vêm passando por certificações das mais variadas e adotando selos que identifiquem tais ações. Porém, questões como credibilidade das certificações, mensagens confusas e comunicação ao consumidor ainda são temas críticos que envolvem a questão.
Para discutir o assunto e traçar um panorama do atual mercado de certificação no Brasil e no mundo aconteceu, nesta quarta-feira (23/06), o lançamento do Dossiê “Rótulos, selos e certificações verdes: uma ferramenta para o consumo consciente”.
O estudo é o segundo da parceria entre Unomarketing, Idéia Sustentável e Mob Consult, que teve seu primeiro documento, sobre Consumo Consciente, lançado em Março. Outros três estudos serão publicados nos próximos meses abordando temas essenciais na discussão da sustentabilidade.
Confira os principais tópicos discutidos no lançamento do dossiê.



Rótulos e tendências internacionais
O especialista em mapeamento de complexidade, Luis Bouabci, da Mob Consult, iniciou o evento traçando uma perspectiva mundial sobre o tema a partir de um levantamento dos rótulos utilizados em todo mundo, destacando alguns dos mais relevantes.
O número de certificados e rótulos tem crescido em todos os países, juntamente com a quantidade de certificadoras. Ao invés de as empresas fazerem um esforço no sentido de se adequar aos padrões de selos já existentes, muitas têm optado pela criação de novos símbolos, muitas vezes a partir de critérios menos rígidos; a questão financeira e o pensamento no curto prazo as fazem optar pelo caminho mais simples. Atualmente, 600 tipos de selos estão disponíveis no mundo.
“Esse movimento pode levar a total paralisação no avanço das certificações, que visam apontar o quão sustentável uma empresa é. As companhias passam a querer entender o conceito com base nas próprias premissas”, ressaltou Bouabci.
O crescimento da autoregulação se dá em uma época na qual os indivíduos têm buscado mais informações sobre produtos e empresas; e muitas têm aproveitado esse interesse para ganhar pontos no mercado com produtos que se dizem verdes, já que a desinformação sobre o que significam os símbolos estampados em rótulos ainda é muito grande.
“Com a influência que os símbolos exercem sobre as pessoas, ficamos seduzidos por logotipos bonitos. Vivemos em uma era de superficialidade cada vez maior, e começamos a transportar isso para outros assuntos, nos enganamos com tais selos”, destacou o especialista.
A quantidade de selos não tem deixado apenas os consumidores confusos, mas também as próprias empresas, que não sabem a quais certificações se adequarem. O Global Labbeling Network, um movimento para definir critérios que levem a uma unificação das certificações tem sido bem sucedido na União Européia. Do lado da sociedade civil, a plataforma ecolbelling.org permite uma comparação entre selos que possibilita uma decisão mais consciente por parte do consumidor.
Desafios da rotulagem ambiental
Ricardo Voltolini, diretor da consultoria Ideia Sustentável e publisher da revista Ideia Socioambiental, levantou a discussão sobre Rótulos, Selos e Certificações verdes a partir da ótica de consumo consciente.
Segundo o consultor, o Brasil passou por um período da hiperinflação, no qual muitos indivíduos não tinham a possibilidade de consumir. Sendo recente o aumento de consumo do brasileiro, ainda não se criou o hábito de ler rótulos.  Segundo estudo da Market Analysis, apenas dois entre 10 o fazem, enquanto em outros países essa proporção é de 8 para 10.
O alto índice de desinformação cria um questionamento para a expansão do tema: o quanto a falta de interesse decorre de uma baixa valorização da sustentabilidade, aspecto superado com educação, e o quanto decorre da dificuldade em decodificar a informação ou de sua escassez?
“Há um estresse geral de informação e para um consumidor sem hábito fica difícil ter o interesse de avaliar os produtos. Faltam rótulos, campanhas de educação, estimulo por parte das empresas. E não adianta tentar fazer o consumidor virar um especialista, senão o discurso se torna apenas pró-venda, enquanto deveria despertar o interesse da maioria das pessoas”, destacou.
A tendência para que selos sejam cada vez menos autodeclaratórios também foi apontada, e alguns países têm atuado nesse sentido de maneira mais forte, como França e Estados Unidos. No Brasil, que se insere cada vez mais em um contexto global de comércio, a cobrança por modelos de certificação internacionalmente aceitos também aumentou consideravelmente.
Segundo Voltolini, a ascensão de certificações mais eficientes pressupõe a interação entre diferentes atores e, no País, temos um quadro desafiador que passa por um esforço de educação e comunicação, aspectos que foram trabalhados durante o “apagão” no início da década passada.
“O Selo Procel (que identifica aparelhos mais eficientes) veio da crise do apagão, quando o governo veio a publico dizer para a população apagar as luzes, comprar lâmpadas mais econômicas. As lâmpadas foram trocadas e o que era racionamento virou um habito de economia. Atuamos em uma situação critica, e talvez seja hora de pensar novamente como o governo pode atuar.”, finalizou Voltolini.


Desafios para o mercado, segundo o dossiê “Rótulos, selos e certificações verdes”
1-inserir novos critérios específicos.
2-regular o mercado para que as diferenças nos processos de certificação não prejudiquem empresas menores
3- estimular a busca das empresas por certificação, destacando o valor econômico gerado ao negócio e à marca.
4- estabelecer uma convivência boa entre selos e processos de certificação para que se somem ao invés de se anularem.
5- incentivar selos do tipo I, checados por terceiros, e do tipo III, focados em estudos de ciclo de vida de produto.
6-criar mecanismos para evitar uso de selos como forma de greenwashing
Sobre o evento:
“A empresa quer comunicar ao mercado algo e a certificação tenta dar esse recado, é a materialização da informação em forma de selo. Do ponto de vista de dar o recado de maneira global, estamos indo bem, pois temos vários selos exercendo essa função. Do ponto de vista qualitativo, estamos muito longe disso, porque além da proliferação de selos, os consumidores não conseguem diferenciar um do outro, o dossiê mostrou claramente esse aspecto”, Alexandre Van Parys Piergili, da empresa Ecossistemas.
“A questão da criação de rótulos pelas empresas foi um ponto muito importante abordado, que está crescendo principalmente aqui no Brasil, e deve-se tomar muito cuidado porque faz com que elas percam a credibilidade não cresçam em termos de sustentabilidade”, Karina Parassuki, analista de sustentabilidade da PepsiCo Brasil.
“Existe um abismo enorme entre as empresas que estão se certificando e o consumidor- ninguém entende exatamente qual a mensagem dos selos. Esse tipo de evento é importante para educar as pessoas, mostrando os desafios relacionados ao tema”, Alexandre Eliasquevitch Garrido, consultor da Sextante Ltda. 

Se quiser ler o dossiê na íntegra entre no link abaixo:

Fonte: Idéia Socioambiental

Estudantes do Espírito Santo desenvolvem roupas a partir de materiais recicláveis

Como parte de uma das tarefas da Olimpíada Ecológica da cidade de Ecoporanga, no Espírito Santo, os alunos da Escola Estadual Ecoporanga, criaram roupas a partir de materiais recicláveis. Copos descartáveis, cartões telefônicos, entre outros objetos, foram utilizados para a produção de 50 peças, como roupas, chapéus, colares e cintos.
Os estudantes realizaram um desfile de moda no Mercado Municipal e conquistaram o primeiro lugar na competição, sendo que a escola foi presenteada com um troféu e um aparelho de DVD.
“Conquistar esses prêmios foi maravilhoso, mas nosso foco maior é a conscientização dos alunos por meio da aprendizagem. Por isso, desenvolvemos ações relacionadas ao meio ambiente todos os anos. Afinal, eles são o futuro do nosso planeta, precisam saber o tamanho desta responsabilidade”, afirmou a professora de Artes, Floriza Pereira da Silva.
Em abril, Ambiente Brasil divulgou ação semelhante em “EXCLUSIVO: Alunos de escola capixaba desenvolvem projeto ambiental e criam roupas a partir do lixo”.
*Com informações da ascom.
Fonte: Ambiente Brasil, 24/06

terça-feira, 22 de junho de 2010

Encontro baleeiro começa excluindo ambientalistas

ONGs protestaram contra negociações fechadas sobre retomada da caça

Para Greenpeace e WWF, captura de baleia pode ser aceitável, mas só se caça japonesa na Antártida for encerrada

Koji Sasahara/Associated Press

Em Tóquio, japonês faz um sashimi de baleia

REINALDO JOSÉ LOPES
ENVIADO ESPECIAL A AGADIR

Por enquanto, saíram pela culatra as tentativas de quebrar o impasse que domina a reunião anual da CIB (Comissão Internacional da Baleia).
Os ambientalistas foram excluídos de rodadas confidenciais de negociação entre os países conservacionistas e os que querem caçar baleias, o que causou protestos.
As discussões a portas fechadas começaram ontem, primeiro dia da reunião da CIB em Agadir (Marrocos).
Elas são iniciativa do vice-presidente da comissão, Anthony Liverpool. Com o presidente, o chileno Cristián Maquieira, que alegou razões de saúde para não estar no evento, ele é autor de uma polêmica proposta para liberar a caça comercial.
A proposta permitiria o abate dos cetáceos ao longo dos próximos dez anos, embora com cotas de captura menores do que as praticadas atualmente pelos países baleeiros. Eles teriam de se submeter ao monitoramento de suas atividades.
No entanto, as conversas não só foram insuficientes para dar mais peso à proposta como parecem ter aberto uma caixa de Pandora.

A Coreia do Sul, por exemplo, afirmou ter interesse em retomar atividades baleeiras, a exemplo do que Islândia, Noruega e Japão (este sob a alegação de "caça científica", embora a carne seja consumida) já fazem.
Em busca de peso político, o Japão tem sido acusado de comprar o voto de países da África ou de nações insulares com ajuda econômica. A própria nação de Liverpool, a caribenha Antígua e Barbuda, tem acordo de cooperação pesqueira com os japoneses.

O combinado é que as conversas sigilosas continuem hoje. "O mais provável é que Liverpool esteja usando isso como uma tentativa de salvar ao menos algo do acordo, porque, do jeito que as coisas estavam caminhando, nenhuma decisão seria aprovada", diz a bióloga brasileira Márcia Engel, do Instituto Baleia Jubarte. Ela, porém, diz duvidar isso dê certo.

                                               PROPOSITIVAS
ONGs também divulgaram sua posição sobre a proposta da presidência da CIB.
Greenpeace, Pew Charitable Trust e WWF afirmam que a ideia de permitir e regular a captura comercial poderia se tornar aceitável caso, por exemplo, fosse totalmente barrada a caça de espécies ameaçadas de extinção e ficasse proibida a venda internacional de produtos derivados de baleias.
O trio de ONGs também considera inegociável a proibição de captura no oceano Austral, principal local de alimentação das baleias.



Fonte: Folha de SP, 22/06

 Agora me digam, o que comemorar no Ano da Biodiversidade, a morte de animais indefesos em troca de dinheiro????
    É repugnante isso!!!

Mais catástrofes no Brasil: SOS Alagoas e Pernambuco!

  Alagoas

O secretário da Educação de Alagoas, Rogério Teófilo, anunciou nesta terça-feira que vai antecipar o recesso de julho das escolas atingidas pelas enchentes no Estado. A medida também vale para as escolas que não foram avariadas, mas estão servindo de abrigo para as vítimas das chuvas.
Em Alagoas e em Pernambuco, as chuvas dos últimos dias causaram 41 mortes e obrigaram mais de 100 mil pessoas a saírem de casa. 

O último balanço fornecido pela Defesa Civil Estadual, na noite de segunda-feira (21), apontava mais de 80 mil pessoas fora de suas casas em Alagoas --26 mil desabrigadas e cerca de 54 mil desalojadas. Ao todo, 21 cidades foram afetadas, sendo que 17 decretaram estado de emergência e 15 de calamidade pública. No Estado, já foram confirmadas 29 mortes. 


Ainda segundo Teófilo, a secretaria está fazendo um levantamento completo dos estragos provocados pelas chuvas nas escolas. O diagnóstico ainda não foi concluído, mas há relatos de escolas completamente destruídas e outras que sofreram pequenas avarias.
Na reunião, ficou decidido também que as escolas que não foram atingidas pelas chuvas irão funcionar como ponto de coleta de doações para os desabrigados. As doações poderão ser feitas a partir desta quarta-feira (23).
Os coordenadores da campanha pedem à população que doem roupas, alimentos não perecíveis e água potável. Os alimentos coletados pelas escolas serão levados para a sede da secretaria e depois repassados à Defesa Civil Estadual. O prédio da sede da secretaria também terá um ponto de coleta.

Daniel Marenco/Folhapress
Branquinha (AL) destruído pelas chuvas. Bombeiros comparam estragos
 a de um tsunami
Branquinha (AL) destruído pelas chuvas. Bombeiros comparam estragos a de um tsunami
 
Pernambuco
 
As fortes chuvas que atingem parte da região Nordeste já fizeram com que 30 cidades de Pernambuco decretassem situação de emergência desde o fim da semana passada, e outras nove decretassem situação de calamidade pública. Ao todo, 12 pessoas morreram no Estado.
A Defesa Civil aponta ainda mais de 40 mil pessoas fora de suas casas em decorrência dos temporais, sendo 24.552 desalojadas --estão em casas de amigos e parentes-- e 17.800 desabrigadas, ou seja, dependem de abrigos públicos. 

Fonte: Folha de SP, 22/06

domingo, 20 de junho de 2010

Reflexão sobre um domingo com jogo do BRASIL

 Refletindo no supermercado!! rs

 Acho muito legal ver a massa verde e amarela andando pelas ruas fantasiadas com perucas, chapéus...patriotas como nunca. Nesse dia não há rivalidade entre times, nem desigualdade...todos fazem parte da mesma torcida verde e amarela.
Os problemas ficam para depois ,e a torcida ao som das vuvuzelas esperam ansiosas a hora do jogo.
Aqui no Brasil tudo é motivo de churrascada com muita cerveja...imagina no dia de hoje ,de céu azul com muito sol???
 Supermercados , açougues com filas quilométricas: a quantidade de carne e de cerveja me chama a atenção- eita consumismo louco!!!- comemoração signififica encher a cara de cerveja e o estômago de carne??? Será que a bebedeira vale tanto a pena assim???
  Concluo com minha mãe , em uma das filas, observando o carrinho cheio das pessoas que lá estavam, que será muito difícil mudar o consumismo louco das pessoas por aqui!!

Será que continuaremos nos matando aos poucos ao ingerir comidas erradas e grande quantidade de álcool sem nenhum peso na consciência??? Será que o apelo de ongs, mídias por mudanças de atitudes, pela diminição do consumo continuarão a passar despercebido pela maioria???
Hoje, terei  uma churrascada familiar..rs...vivenciarei  isso de perto e refletirei sóbria, ao ver as pessoas se embriagarem e falarem idiotices!! kkkkkkk...Espero que a seleção não cause uma ressaca coletiva amanha.

  BOM DOMINGO!!!
Bom jogo!!!!
     Érica Sena

Cuidado com o bafômetro!!! Que tal um ENGOV antes e um depois??? kkkkkkkkk


sábado, 19 de junho de 2010

Devemos fazer o mesmo: conquistar o impossível!

Muito fofo, não é? Com essa mensagem desejo a todos uma ótima semana!! Érica

Brasil quer a copa de 2014 verde!!

           O verde além do gramado
Os estádios brasileiros buscam um selo ecológico para a Copa de 2014
  Reprodução
Ainda não é uma exigência da Fifa, mas os estádios brasileiros que vão sediar a Copa de 2014 já estão atrás de um selo ambiental. Estima-se que, se seguirem as normas das certificadoras, seja possível reduzir em até 50% o consumo de água e de energia nesses edifícios. Quatro arenas já deram início ao processo de certificação no Brasil. Outras seis estão interessadas em reduzir seu impacto no meio ambiente. Elas têm duas opções de selos. Um deles é o Aqua, da Fundação Vanzolini, específico para complexos esportivos. O outro é o Leed, da ONG Green Building Council Brasil. Nesta ilustração, listamos os principais quesitos de um estádio com menor impacto ambiental. 

Fonte: Revista Época












sexta-feira, 18 de junho de 2010

A pegada de carbono da Copa do Mundo 2010


Se você achava que as vuvuzelas eram a pior coisa da Copa de 2010, espere até saber qual foi a quantidade de carbono estimada a ser emitida!!!
  •  Quer saber?

   2,753,251 toneladas de CO2 na atmosfera.
  •  O que equivale a...
quantidade liberada por 1 milhão de carros durante um ano. Isto é 6 vezes mais do que a emissão da última Copa do Mundo. 

  • Pq a pegada ficou maior?
  • muito mais pessoas se deslocaram até a África do Sul por meio de vôos internacionais do que por trem ou carro, como foi no caso da copa de 2006 em Berlin;
  • construção da infraestrutura do evento:estádios, entre outros ;
  •  a dependência do País em termoelétricas, significa que a energia utilizada durante o evento e pelos turistas irá resultar na emissão.
Poderia ser maior, caso a Africa não tivesse tomados medidas para diminuir a emissão de Carbono, como:

  • uma rede de trem foi construída para transportar os visitantes de maneira mais eficiente aos jogos, diminuendo as emissões do trânsito.
  Além do governo local também planeja compensar pelo menos parte das emissões plantando milhões de árvores em áreas urbanas por todo o País.


Esses dados foram fornecidos pelo estudo feito pela embaixada da Noruega e pelo Governo da África do Sul e descrito no Blog ambientebrasil.

  Érica Sena

 



Corte nas emissões de CO2 não evitará clima extremo

Nem mesmo o melhor cenário possível para as próximas reuniões climáticas, com os países concordando com um ambicioso acordo global com força de lei para reduzir as emissões, seria capaz de evitar que os fenômenos climáticos extremos sejam cada vez mais freqüentes nas próximas décadas. Esta é a conclusão de um modelo computacional gerado por um grupo de cientistas do Met Office, o serviço meteorológico britânico.
Em um artigo que será publicado no periódico Geophysical Research Letters, os pesquisadores afirmam que se as emissões voltassem para os níveis anteriores à revolução industrial ainda assim viveríamos um século de fenômenos climáticos extremos. Isso porque o ciclo da água do planeta já foi alterado pelo aquecimento global e não voltará ao que consideramos “normal” de uma hora para outra.
“A inércia resultante do calor acumulado principalmente nos oceanos implicará em mudanças climáticas mesmo depois de estabilizadas as emissões. Esses efeitos devem ser levados em conta nas políticas de mitigação e nas opções para adaptação a enchentes, suprimento de água, produção de alimentos e saúde humana”, explicou Peili Wu, líder do estudo.
O Met Office utilizou um modelo computacional para analisar como o ciclo da água reagiria diante de mudanças na quantidade de dióxido de carbono na atmosfera. Uma das primeiras descobertas foi que uma vez atingido os níveis altos de CO2 como os de hoje em dia, mesmo uma redução drástica não conseguiria evitar os piores impactos para o clima.
O atual nível do CO2 está um pouco acima de 390 partes por milhão (ppm) e a maior parte das políticas climáticas procura impedir que esse nível passe de 450ppm a 550ppm. Os pesquisadores chegaram a trabalhar com uma redução improvável para os níveis pré-industriais de 280ppm nos próximos anos e nem isso evitou as secas e enchentes previstas no modelo.
O estudou mostrou que apesar da temperatura acompanhar a queda do CO2, os distúrbios climáticos prosseguem intensos por várias décadas. Isto porque os oceanos dissipam o calor de forma muito lenta e o ciclo da água continuaria sob efeito do aquecimento global muito depois da redução das emissões de gases do efeito estufa.
As mudanças climáticas previstas não são ainda totalmente confiáveis, mas os pesquisadores calculam que o Brasil, assim como maior parte da América do Sul, sofrerá com severas secas ao mesmo tempo em que será alvo de tempestades tropicais intensas.
“O importante é perceber que mesmo reduzindo as emissões ainda será necessária a adoção de políticas para minimizar os impactos do clima nos ecossistemas”, alertou Vicky Pope, chefe de mudanças climáticas do Met Office.(Carbono Brasil)

Assista o vídeo abaixo:



Fonte: Mercado Ético, 18/06

terça-feira, 15 de junho de 2010

Ótima idéia: Matéria-prima semi-nova!


Está precisando de duas toneladas de jeans velhos ou de um caminhão de alimentos orgânicos apodrecidos? Você pode conseguir estes materiais por um preço baratinho por intermédio do Recyclematch, um website norte-americano que procura clientes interessados em resíduos industriais e comerciais que não são absorvidos pelos projetos de reciclagem convencionais.
A empresa vendedora se livra de um mico e ganha algum dinheiro com o resíduo, enquanto o comprador adquire materiais a um custo inferior ao da matéria-prima virgem e, em alguns casos, de melhor qualidade. O website, por sua vez, cobra uma taxa por transação concluída. A iniciativa foi considerada uma das “100 idéias brilhantes”, lista anual publicada pela revista Entrepreneur Magazine.
A idéia não é exatamente inédita. Nos Estados Unidos, alguns governos estaduais, como o da California, mantêm serviços semelhantes e gratuitos. E, no Brasil, bolsas de resíduos existem pelo menos desde os anos 90, criadas por uma dezena de federações estaduais de indústrias. Por meio delas, indústrias, estabelecimentos comerciais e até cooperativas de catadores vendem seus resíduos recicláveis e não perigosos, evitando que eles acabem num aterro industrial ou lugar pior. É um mercado que gera algumas centenas de milhares de reais por ano. Você pode contatá-las por meio da Confederacão Nacional da Indústria ou das federações de indústrias dos seguintes estados: Bahia, Ceará, Minas GeraisParaná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
No entanto, o Recyclematch tem algumas peculiaridades – ele mantém o nome das empresas fornecedoras em sigilo, atua internacionalmente (embora o grosso de sua atuação seja mesmo nos Estados Unidos) e alcançou uma visibilidade que as bolsas de resíduos tradicionais geralmente não conseguem. Dentre suas histórias de sucesso, está a intermediação da venda de 82 toneladas de vidros planos de janelas que foram extraídas de um arranha-céus que foi reformado para melhorar o seu isolamento térmico. O material foi adquirido por uma fabricante de bancadas para cozinhas. Num outro caso, outdoors publicitários feitos de vinil foram comprados por um fabricante de bolsas artesanais, que incorporou o colorido dos anúncios à sua estampa.

Alguém aí se interessa em criar algo semelhante no Brasil?


Fonte: Revista Página 22

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