sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Orelhão ecológico: uma ótima invenção brasileira!

Fonte: JN-29/10

Acordo histórico na convenção da ONU sobre biodiversidade

Ministro do Meio Ambiente do Japão, Ryu Matsumoto preside sessão da COP-10, a convenção da ONU sobre diversidade


Representantes de cerca de 200 países fecharam um plano estratégico que prevê a proteção da biodiversidade, em nível global, nesta sexta-feira (sábado de madrugada, no horário do Japão). 

No acordo histórico, foram definidos 20 objetivos para deter o ritmo alarmante de desaparecimento das espécies que vivem tanto em terra quanto no mar. 

Também se enfatizou no acordo um protocolo ABS (sigla em inglês para Acesso e Distribuição de Benefícios). O documento versa sobre a distribuição de ganhos obtidos pelas indústrias farmacêuticas e de cosméticos graças a recursos genéticos originários de várias espécies (animais, plantas, microorganismos) presentes em, principalmente, países de clima tropical.
Essa era um dos pontos principais do comércio e de propriedade intelectual, que poderá assegurar bilhões de dólares em novos recursos as para nações em desenvolvimento.


Ministro do Meio Ambiente do Japão, Ryu Matsumoto preside sessão da COP-10, a convenção da ONU sobre diversidade
Esse era um dos pontos defendidos pela ministra brasileira do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, durante a décima COP-10 (Conferência das Partes da Convenção da Organização das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica), que envolveu reuniões durante as últimas duas semanas na cidade de Nagoia, no Japão.

"É um sonho que todos os países tinham em mente há muito tempo", comemorou o ministro japonês do Meio Ambiente, Ryu Matsumoto, que presidiu os debates.
Até o encerramento oficial da COP-10, nesta sexta-feira, não havia indícios de formalização de uma intenção de ação global.
Dois meses depois da imensa decepção com o fracasso da cúpula de Copenhague sobre as Mudanças Climáticas, o sucesso em Nagoia impulsiona o processo de negociações ambientais no âmbito da ONU. 

Fonte: Folha de SP, 29/10

A insustentabilidade dos candidatos



A guerra pelos votos de Marina arrancou alguns compromissos mais claros de Dilma e Serra em relação às questões de sustentabilidade, mas o debate sobre o tema não decolou, como esperavam especialistas e militantes do movimento ambientalista.

Foram lamentáveis as baixarias trocadas entre as campanhas de Dilma e Serra (elas colocaram o Tiririca no chinelo), mas o segundo turno teve o mérito de forçar os candidatos a falarem um pouco mais de suas idéias sobre sustentabilidade, além das juras de torcedor de futebol, do tipo, “eu sou ambientalista desde criancinha”. Dilma e Serra finalmente lançaram, na reta final da campanha, documentos um pouco mais elaborados, à guisa de “programa de governo”, para conquistar os “votos verdes”, já que, para Marina Silva, o apoio a uma das candidaturas dependia de um acordo programático e não de barganha de interesses.
José Serra divulgou na terça-feira (26) alguns trechos de um documento que alega ser o seu “Programa de Governo”. O candidato do PSDB disse que não divulga o programa na íntegra para evitar que o PT copie. Mais uma vez, parece piada do Tiririca, um candidato com um “programa de governo secreto”. O Estadão, que se declarou partidário de Serra, destacou criticamente no título da matéria que o programa tucano “aumenta” o governo.

De fato, cria seis órgãos públicos: um novo Conselho de Desenvolvimento da Amazônia, ligado à Presidência da República, a Guarda Nacional de Fronteira, a Secretaria Especial do Semiárido e a Força Nacional de Combate a Catástrofes Ambientais, além dos ministérios já anunciados, para Pessoas com Deficiência e o da Segurança Pública. Na verdade, o programa do Serra, (http://www.propostaserra.com.br/) é mais uma lista de obras, incentivos e investimentos nos 26 estados e no distrito federal, entre elas, as que já constam o PAC e que ele se compromete a dar continuidade. Mesmo organizadas por temas, as propostas (http://serra45.com.br/propostas/temas) repetem as medidas listadas por estados.

Na área ambiental, Serra toca nas principais questões, mas suas propostas priorizam medidas pontuais, deixando em segundo plano as formulações estratégicas e as políticas públicas. Curiosamente, fala da questão do clima, prometendo “implantar uma Política Nacional de Mudanças Climáticas, com metas compulsórias de redução de emissão de carbono e incentivos à Economia de Baixo Carbono”. Parece ignorar que esta política já foi aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Lula (Lei nº 12.187, de 29 de dezembro de 2009). O que falta é implementá-la. Além disso, não revela quais metas de redução serão estabelecidas, ignorando que o Brasil já assumiu um compromisso sobre elas em Copenhague. Não revela ainda que tipo de incentivos serão oferecidos para a “economia de baixo carbono”. Também ingenuamente, em uma frase, Serra se compromete a “promover a Política de Pagamento por Serviços Ambientais”, um tema até agora indefinido até no âmbito internacional.

Para confundir ainda mais, o programa de Serra promete “fomentar e criar um Fundo Internacional de Proteção da Amazônia”, uma idéia que foi lançada pelo presidente Lula, em dezembro de 2007, durante a Conferência das Partes (COP) realizada em Nairobi, no Quênia, e formalizada no ano passado com a doação feita pelo governo da Noruega, de US$ 110 milhões. Gerido pelo BNDES, o Fundo Amazônia já aprovou 63 projetos, apresentados por instituições como Fundação Amazonas Sustentável (FAS), Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Instituto de Conservação Ambiental “The Nature Conservancy do Brasil” (TNC Brasil), Instituto Ouro Verde e Funbio.

Dois itens importantes se destacam entre as propostas do candidato tucano. Ele promete vetar a anistia aos desmatadores incluída no relatório do deputado Aldo Rebelo, sobre a reforma do Código Florestal e, “em contrapartida”, promete “a regularização ambiental para áreas de agricultura consolidadas e produtivas”. Além disso, o candidato propõe a instituição e implementação de um Programa de Proteção da Costa Brasileira, providência não apenas necessária como também urgente. O problema é que o seu exemplo é o criticado programa que começou a implementar em São Paulo, com a criação de diversas áreas de proteção ambiental do litoral do Estado. A principal crítica: transtornou a vida de pescadores e outras populações litorâneas com medidas tomadas sem o necessário estudo e sem debate com os atingidos.

No mais, Serra faz propostas pontuais, formuladas de forma genérica, seguindo o dicionário ambientalista do momento. Promete “garantir, preservar, investir, recuperar e incentivar" ações nas mais diversas áreas, como desmatamento, mananciais, encostas, matas ciliares, biodiversidade, novas tecnologias, áreas degradadas - florestas, cerrado, mangues, eficiência energética, energias renováveis e não poluentes, áreas verdes e fiscalização, além de algumas propostas específicas como a de recuperação da “balneabilidade” dos rios da Região Metropolitana de Belo Horizonte e da Lagoa da Pampulha.

No caso da candidata do PT, Dilma Rousseff, as propostas ambientalistas introduzidas no seu programa de governo apresentam um discurso sobre sustentabilidade mais bem estruturado. Pressionada pela guerra dos “votos verdes”, a campanha da candidata petista preparou um documento com “Os 13 compromissos de Dilma com a sustentabilidade”, (http://www.galeradadilma.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Folder-A4-Meio-ambiente.pdf) apresentado a lideranças e militantes do PV que optaram por apoiá-la, em ato solene, em Brasília, na quarta-feira (20/10). O tom básico do documento foi “o desafio de crescer e preservar”, traduzindo claramente a política do atual governo, de buscar a sustentabilidade sem tirar o pé do acelerador.

Aproveitando o palanque, Dilma destacou, na apresentação do documento, as iniciativas do governo Lula no período 2003 a 2010, tais como os 26,8 milhões de hectares de novas Unidades de Conservação, a redução do desmatamento da Amazônia para 7,5 mil km2 em 2009, a criação do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o fortalecimento do IBAMA , as Conferências Nacionais de Meio Ambiente e as Conferências Infanto-Juvenis, a aprovação do Plano Nacionais sobre Mudança do Clima, do Plano Nacional de Recursos Hídricos e da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
Seus 13 compromissos, também redigidos de forma genérica, reafirmam logo nos dois primeiros itens o peso do crescimento econômico nas prioridades de seu futuro governo, se eleita. Um crescimento vinculado à distribuição de renda, à sustentabilidade ambiental e ao baixo índice de emissão per capita de CO². As propostas de Dilma dão maior ênfase na definição de estratégias e políticas, prometendo, por exemplo, “avançar na integração da sustentabilidade ambiental às políticas públicas”. Em outras palavras, a candidata petista propõe uma disseminação mais transversal dos princípios da sustentabilidade em todas as atividades do governo, através de políticas públicas.

Embora apresentados de forma superficial, sem especificação de metas, ações ou recursos, os compromissos de Dilma propõem o aprofundamento e a implementação de diversas políticas nacionais, como a de proteção, conservação e uso sustentável do patrimônio natural, a de resíduos sólidos e a política ambiental global, além de pretender ampliar e fortalecer a participação da sociedade nas políticas ambientais.
A matriz energética brasileira, de acordo com Dilma, deverá ser ampliada com base em fontes limpas de geração e na eficiência energética dos transportes. Além disso, os compromissos incluem o desenvolvimento sustentável da Amazônia, o incentivo à utilização de instrumentos econômicos que gerem sustentabilidade ambiental, o fortalecimento da educação ambiental, do Sistema Nacional de Meio Ambiente (SISNAMA), da capacidade do licenciamento ambiental do Estado e da dimensão da sustentabilidade ambiental nas grandes obras do PAC, da Copa do Mundo e das Olimpíadas.

Dilma já havia escrito uma carta a Marina Silva, pouco antes da reunião do PV para decidir seu posicionamento no 2º turno, concordando com diversos pontos da agenda verde, entre eles, a questão do Código Florestal. “Expresso meu acordo com o veto a propostas que reduzam áreas de reserva legal e preservação permanente, embora seja necessário inovar em relação à legislação em vigor. Somos totalmente favoráveis ao veto à anistia para desmatadores", diz a carta de Dilma.

Na segunda-feira, 25, o tema da sustentabilidade voltou aos debates da campanha,  quando a candidata do PT apresentou o seu “programa de governo”, batizado de “Os 13 compromissos programáticos de Dilma Rousseff para o debate com a sociedade brasileira”.
(http://admin.paginaoficial1.tempsite.ws/admin/arquivos/biblioteca/programadilma11537.pdf). O novo documento anuncia logo de início que o programa quer “dar seguimento a um Projeto Nacional de Desenvolvimento que assegure grande e sustentável transformação produtiva do Brasil”. Em destaque, no quarto item, a candidata repete as linhas gerais de seus compromissos com a sustentabilidade, prometendo, mais uma vez, “defender o meio ambiente e garantir um desenvolvimento sustentável”.  Segundo ela, a política ambiental de seu governo “cuidará para que o Brasil desempenhe papel exemplar na construção de um modelo de desenvolvimento ao mesmo tempo sustentável e includente”.

Enfim, não tivemos o grande debate nacional sobre sustentabilidade, como sonhavam muitos ambientalistas e militantes do movimento à época em que Marina Silva anunciou que seria candidata à Presidência da República. Durante a campanha do primeiro turno, a candidata do PV mais parecia um João Batista, pregando no deserto. Nos debates, por mais que levantasse a bola do ambientalismo não encontrou adversário à altura, ou preparado, ou interessado em discutir a questão. Apesar disso, fez um esforço extraordinário e levou as eleições para o segundo turno, com quase 20% do eleitorado nacional, deixando embasbacados os que já viviam o clima do “já ganhou”.

Caberá ao eleitor agora decidir sobre a pertinência e a sinceridade de Dilma e Serra sobre o assunto. Claro que promessa, para a política, não é dívida. Portanto, se quisermos que elas sejam cumpridas, teremos de inverter a lógica dos políticos (que só fazem corpo-a-corpo com o eleitor durante as campanhas) e fazer um corpo-a-corpo com eles durante todo o seu mandato.Celso Dobes Bacarji
 
Fonte:Agência Envolverde-29/10

Um ótimo artigo para refletimos mais um pouco antes de votar em umas das 3 opções: branco, Dilma e Serra !!
              Érica Sena

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Prestes a encerrar convenção global sobre biodiversidade, ONU tenta acordo histórico

Ministros de todo o mundo iniciaram nesta quarta-feira um esforço final pela aprovação de um novo tratado da ONU para a proteção da biodiversidade, enquanto o Banco Mundial sugeriu que sejam quantificados os benefícios que florestas, oceanos e rios representam para as economias e para o bem-estar humano.
Autoridades de quase 200 países estão reunidas em Nagoia, no Japão, para estabelecer novas metas de proteção das espécies animais e vegetais a serem cumpridas até 2020. As metas para 2010 em geral foram descumpridas. 
Falando no início dos três dias da fase ministerial do evento da ONU, o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, disse que autoridades e empresas precisam atentar para o valor representado pela natureza em termos de alimentação, medicamentos, turismo e outras atividades.
AFP

Convenção global sobre a biodiversidade, a COP-10 que acontece na cidade japonesa de Nagoia termina na sexta-feira
"A produtividade da terra e dos mares está diminuindo, e com ela os serviços do ecossistema que são cruciais para que as pessoas saiam da pobreza", afirmou. "Espécies ameaçadas estão sumindo para sempre diante dos nossos olhos."
Delegados discutem desde a semana passada as novas metas para 2020 e um plano estratégico de 20 itens destinado a proteger estoques pesqueiros, evitar a perda e degradação de habitats naturais e promover a conservação de maiores áreas terrestres e marítimas.
Mas os países estão divididos a respeito do grau de ambição e sobre quem irá pagar a conta. Atualmente, o mundo dedica US$ 3 bilhões por ano à proteção da biodiversidade, mas alguns países em desenvolvimento dizem que seria necessária uma quantia cem vezes maior.
JAPÃO OFERECE AJUDA AOS PAÍSES
O Japão, que preside a cúpula, ofereceu US$ 2 bilhões aos países em desenvolvimento durante três anos a partir de 2010, mas não ficou claro se a União Europeia acompanhará esse esforço. "Realmente não viemos aqui com a mentalidade de uma conferência para fazer promessas", disse o representante europeu Karl Falkenberg. "A Europa, nos últimos oito anos, já vem gastando 1 bilhão de euros por ano."
Os EUA, que não ratificaram a Convenção sobre a Diversidade Biológica, participam do evento apenas como observadores.
Os países pobres se recusam a subscrever as metas para 2020 se não receberem mais verbas e se não houver acordo a respeito de um novo protocolo da ONU que lhes destine uma participação mais justa nos lucros gerados por seus recursos genéticos e biológicos --especialmente para os laboratórios farmacêuticos.
O Brasil salientou a necessidade de um acordo, e defendeu concessões e flexibilidade de todas as partes.
"Estamos todos cansados das infinitas reuniões que simplesmente adiam as soluções para os problemas. Também estamos cansados de decisões que são dissociadas da vida real", disse a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
"Nos últimos dez dias, tivemos tempo suficiente para ver as diferenças que nos separam. Agora temos só três dias para ver o que nos une."
Convenção global sobre a biodiversidade, a COP-10 que acontece na cidade japonesa de Nagoia termina na sexta-feira

Fonte: Folha de SP, 27/10

Ecofit cria festival de dança com temática ambiental



A academia Ecofit realiza no dia 06 de novembro a quarta edição do Festival de Dança. As apresentações, que acontecem no teatro do Colégio Santa Cruz, terão como tema “Planeta Terra”, abordando 15 diferentes países (Brasil, Japão, Rússia, Itália, África, Canadá, China, Espanha, França, Índia, Egito, Cuba, Estados Unidos, Argentina e Grécia) convidando o público a refletir sobre práticas sustentáveis e problemas ambientais gerados pelos respectivos países.


O evento terá coreografias apresentadas por alunos de diferentes faixas etárias – de crianças até a terceira idade –, e ritmos variados, incluindo dança do ventre, balé, jazz, yoga, ritmos e hip hop. Ao todo serão apresentadas 15 coreografias, contando com a exibição de 150 alunos. A academia sempre apostou na dança como proposta de aliar socialização e exercícios físicos.

Serviço:
4º Festival Ecofit
Tema: “Salve o Planeta Terra”
Data: 06/11/2010
Horário: 18h00
Local: Teatro do Colégio Santa Cruz


 Mais informações para a imprensa:
Germinare Comunicação
Roberta Vieira
(11) 3825-7476


terça-feira, 26 de outubro de 2010

Cuidado com as substâncias tóxicas em sua casa!


Sabe aquele câncer que um amigo, parente seu, ou parente de algum amigo seu, teve?
E aquelas notícias que cada vez mais casais tem problemas de fertilidade e recorrem a inseminações?

Sabe aqueles graves problemas hormonais que os médicos observam em pessoas cada vez mais jovens que, uma vez há muito tempo, você ouviu mencionar em um programa de entrevistas na televisão?

O que acontece é que nós humanos estamos produzindo cada vez mais substâncias sintéticas, estima-se que são mais de 100.000. Elas estão distribuídas em produtos que usamos diariamente (cosméticos, produtos de higiene e limpeza, inseticidas e até mesmo em um simples potinho plástico que utilizamos para armazenar comida). São produzidas para “melhorar” os produtos que temos disponíveis.

Os alimentos também entram nesta lista pois absorvem estas substâncias através de muitos pesticidas. Todos os alimentos que nós ingerimos, com exceção dos orgânicos, têm exposição direta ou indireta aos pesticidas, que também possuem muitas dessas substâncias em sua composição.

Muitas dessas substâncias sintéticas são permanentes, ou seja, não são absorvidas ou transformadas na natureza e permanecem no corpo dos animais e dos homens. Há décadas estão se acumulando em nosso organismo e as passamos de geração em geração através do aleitamento materno.
As substâncias se acumulam na cadeia alimentar e multiplicam seu potencial prejudicial  pois, potencializam umas às outras quando dentro do mesmo organismo. Muitos estudos já foram feitos que comprovam a permanência delas nos organismos.

Veja a lista das 10 substâncias tóxicas mais presentes em nossas residências:



1- Bisfenol A (em inglês B.P.A)
2- Oxibenzona
3- Fluoreto
4- Parabenos
5- Ftalatos
6- Butil-hidroxi-anisol/BHA
7- Ácido Perfluoroctanóico
8- Perclorato
9- Éteres Decabromodifenil
9- Éteres Decabromodifenil






 Quer saber mais sobre cada um deles?? Visite os Bios Feras MS

http://biosferams.org/2010/10/10-toxicos-residenciais-comuns/#more-753
 

Geração de valor diminui problema do lixo

Fonte: Folha de SP, 26/10

Faça suas reclamações no Programa VOX DEI

 Ouça o PROGRAMA VOX DEI-CEMAL do radialista ANDRÉ LUÍS CASTEDO e participe mandando suas reclamações, exceto criminal, para que sejam divulgadas e se possível resolvidas.
O programa está no ar desde 2004, sendo exibido toda SEGUNDA e TERÇA-FEIRA do mês, ás 11 horas.
                         
  Rádio Catedral 106,7 FM- RJ  ou pelo site http://www.radiocatedral.com.br/home/
 

" SEMPRE LUTANDO PELO POVO. NOSSO CORAÇÃO É VERDE!" André Castedo

Quer entrar em contato com ele?


COP10: Min do Meio Amb fala sobre BIOPIRATARIA!


A ministra do Meio Ambiente do Brasil, Izabella Teixeira, disse que a biopirataria nos países em desenvolvimento depende da negociação de um acordo entre países.


O comentário foi feito nesta terça-feira durante a conferência da ONU para a preservação da biodiversidade, a COP-10 (Conferência das Partes da Convenção da Organização das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica), que acontece na cidade japonesa de Nagoia.

Para a ministra, garantir um consenso que acabe com a "biopirataria" é indispensável para que se alcance um pacto mais amplo nas negociações. "Precisamos de um acordo para um protocolo ABS", disse à AFP, referindo-se ao Acordo de Acesso e Compartilhamento de Lucros (ABS, na sigla em inglês).


Ministra Izabella Teixeira, do Meio Ambiente, salientou necessidade de acordo e participação de países ricos.
"É muito importante que consigamos ainda este ano. Para nós, é inaceitável que ainda não tenhamos uma legislação formal."
Delegados de mais de 190 países participam na conferência em Nagoia, cuja função é discutir o modo de vida da raça humana, a destruição da natureza e quem está liderando a corrida da extinção.
Um rascunho do texto proposto lista 20 metas a serem alcançadas nos próximos dez anos, como a proteção de florestas e mares, a redução dos níveis de poluição e recuperar ecossistemas degradados.

O Brasil, no entanto, insistiu que nenhum objetivo será estabelecido até que os países ricos assinem um acordo.
Por quase duas décadas, as nações ricas resistiram à consolidação de um pacto como este. "É preciso entender a necessidade de compartilhar os lucros", disse a ministra à AFP.


"Para haver um acordo sobre a biodiversidade, é importante proteger, é importante ter um uso sustentável, mas também é importante dividir os lucros", indicou.


Questionada sobre a possibilidade de que as negociações terminem em fracasso na sexta-feira, quando termina a convenção, a ministra disse que "sempre há um risco", mas disse que está otimista. "Trabalhei duro para isso", acrescentou.

Fonte: Folha de SP,26/10

Biopirataria:  é a prática ilegal de exploração, manipulação, exportação e comercialização de recursos biológicos de um país a outro.

Seja Multiplicador de Sonhos como Mauro Alvim!



                                        Estimados leitores do PENSAR ECO
 
Eu sou o Mauro Alvim, atualmente me considero um Multiplicador de Sonhos.

Venho convidar vocês a se tornarem também Multiplicadores de Sonhos, algo um pouco mas lúdico do que meramente formadores de opiniões.

Digo desta forma, devido a grande empreitada que temos pela frente, informando a população, sobre a tomada de consciência ecológica.

Mostrar a ela o elo de ligação entre o pensar eco e o agir eco.

A sociedade moderna esta em um ritmo alucinante de produção industrial, isto se deve ao fato de estarmos vivendo neste momento onde impera a obtenção de bens de consumo como fonte de realização pessoal.

Porem já percebido por alguns , que normalmente estes bens de consumo são apenas paliativos como fonte de realização, válidos sim por seus benefícios. Porem hoje isto esta acontecendo de uma forma doentia.

Hora temos o poder industrial que a cada dia cria novos produtos ou apenas da um retoque em outros já existentes para que desta forma os tornem mas sedutores aos consumidores, hora a grande indústria de eletrônicos que segue em uma velocidade sempre crescente, fazendo virar sucata a maior parte dos produtos produzidos a seis meses atrás.

Creio que seja de consenso que esta forma de produção industrial ainda há de estar entre nos por algun tempo.

Resta-nos estarmos como multiplicadores de sonhos, convidando as pessoas a esta tomada de consciência, também de forma sedutora, alimentando nelas outras formas de realização pessoal . Seja através da arte ou da inventabilidade possível em cada um de nós.
Para isto temos uma grande fonte de matéria, sucateadas matérias descartadas pela sociedade de consumo.

Isto em si é um grande desafio, fazer que o individuo passe a criar muitas de suas nescecidades de conforto ou apenas objetos de arte de valor estético,com os
descartes industriais e que os mesmos sejam realmente úteis e ou de valor como objetos de
arte.


Sem duvida, ajuda na solução do problema do excesso deste descarte industrial reduzindo seus impactos, ao passo que também traz ao consumidor  uma nova postura onde obtenha com o ato de reciclar uma sustentabilidade, ou apenas uma nova fonte de realização pessoal, gerando em casos como o meu de até resgatar a auto estima e o sentimento de integração a vida.

Como multiplicadores de sonhos também , devemos agir juntamente aos consumidores para que passem a consumir tais produtos, sempre fortalecendo esta corrente do bem.

Confiram em meu blog o que faço apartir de sucata, minha simples arte
de motoesculturas.

http://estradeirosreaismotogroup.blogspot.com/


Estou sempre disponível para a troca de conhecimentos e divulgação dos mesmos. Pois considero que nesta empreitada que temos a frente não nos cabe sermos fechados mediante o repasse de técnicas aprendidas.

Não me considero nenhum gênio e tenho sim muitas limitações .

"SÓ EU POSSO , MAS NÃO POSSO SOZINHO"

 Mauro Alvim, 26/10/10

 O que acharam??? Muito bom o texto e a mensagem passada!! 

Fiquem com algumas fotos do trabalho dele e façam uma visita ao seu blog.


  

Parabéns Mauro!!

Tenho certeza que muitos dos amigos do PENSAR ECO , assim como eu, fazemos parte deste grupo de MULTIPLICADORES DE SONHOS, não é???
 Sucesso e muita luz para vc!!
abs,
Érica Sena

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Grandes obras para uso de energias renováveis

 
Vídeo mostra projeto de usina solar que empresa de Eike Batista está construindo em Tauá, no Ceará, que terá 4,4 mil painéis solares, somando 1 MW, numa área de 12 mil metros quadrados. O investimento está estimado em R$ 10 milhões

http://www.ambienteenergia.com.br

Fonte:  Ambiente energia

Bio-jóias de Mara Bernardes


A ARTE MÚLTIPLA DE MANA BERNARDES

Mana Bernardes é designer de jóias, poetisa e artista plástica. Múltiplo, seu trabalho circula do Chelsea Art Museum, em Nova York, às ruas de comércio popular o Magnomento, um fecho magnético que não pesa inventado por Mana, é vendido na Saara, no Rio. Nascida em família de artistas, Mana já deixou registrado seu potencial criativo em exposições pelo mundo, na sua coleção de jóias cotidianas, em diversos projetos em parceria com estilistas e marcas renomadas e nas oficinas de criação que ministra por todo o Brasil. O trabalho de Mana busca um caminho justo e sustentável através do tripé educação, arte e design.

Para Mana, a poesia é o início de qualquer processo. A partir dos versos, a artista busca os significados das coisas para definir os conceitos de suas criações. A sua expressão passa por manuscritos que dão vazão à vasta imensidão de pensamentos a que se entrega. Para ela, a tipografia deve passar o sentido da palavra em cada letra. Sua escrita é espacial, solta e amarrada por novas conexões.

Suas jóias são marcadas por um conceito
“o poder de transformação é a jóia de ser humano” - expresso no seu modo de produção. Suas peças são jóias pela maneira como Mana enxerga a nobreza nos materiais: restos de garrafa PET, palitos de madeira, grampos, bolas de gude, entre outros. Todos os produtos são feitos manualmente por artesãos treinados por Mana, com o objetivo de fomentar educação, cultura e cidadania, além de gerar renda.

Seu curso “D+ da Conta” já formou 300 adolescentes na ONG Ser Cidadão. A partir desta experiência e da formação em Arte-Terapia, Mana desenvolveu a metodologia “História de Vida Através do Objeto, História do Objeto Através da Vida” - na qual cada participante é estimulado a trabalhar seu potencial criativo através da sua experiência de vida.

(...)

O potencial criativo de Mana também já rendeu parcerias com artistas e marcas de diversas áreas.
Leia mais sobre seu trabalho:  http://www.mana.cx/

Entre em coleções e veja fotos das suas bio-jóias. Até Marina Silva usa!!! heheehhe

 Veja abaixo algumas das muitas fotos de sua arte cheia de criatividade, reaproveitamento e beleza.


 O que acharam???? Tem muito mais no site dela...visitem!!!
http://www.mana.cx/

Fontes O cabide,  Mana Bernardes

domingo, 24 de outubro de 2010

Revestimentos sustentáveis: até chupeta pode ser reaproveitada


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Lâmpadas no esmalte cerâmico
O vidro de lâmpadas fluorescentes descartadas encontra novo uso na indústria: entra na composição do esmalte que dá acabamento às peças cerâmicas. A iniciativa, presente na linha Orgânica, recém-lançada pela Lepri, é bem-vinda, visto que ainda não existe regulamentação nacional para o descarte do material. As placas estão disponíveis em vários formatos e em três cores: branco nagará, cinza itaparica e verde. Cerca de 70 milhões de lâmpadas fluorescentes são descartadas anualmente no Brasil, segundo a empresa paulista Apliquim. Jogadas no lixo, elas se rompem e eliminam mercúrio metálico, substância nociva ao ser humano e ao meio ambiente. Na reciclagem, esse metal é separado e recuperado para uso na indústria. Foto: Marcos Lima

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O coco em novos tons Ideal para revestir paredes e pisos internos, bancadas e até móveis, os pastilhados Ekobe, feitos da casca do coco, ganharam nova opção de cor. A pastilha clareada corresponde à parte interna da casca e é resultado de um processo químico que, segundo o fabricante, não gera resíduos no meio ambiente. Em Maceió, a Ecom compra a matéria-prima de indústrias alimentícias da região. Processada, a casca da fruta vira pastilhas, que são montadas em placas flexíveis de 42 x 42 cm e 42 x 84 cm. A aplicação é simples, com cola branca e ferramentas de marcenaria, e a limpeza pede apenas pano úmido. Foto: divulgação


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Fibras revestem a paredeRefugo da agroindústria da banana, água e cinzas vegetais prensados com resina de mamona resultam no revestimento BananaPlac. As placas de 75 x 50 x 0,8 cm aceitam tingimento. Já o compensado de pupunha (placas escuras), premiado no Fórum Industrial de Hannover, na Alemanha, é obtido do tronco da respectiva árvore. Ambos os materiais resultam de pesquisas da Escola Superior de Desenho Industrial, do Rio de Janeiro, e são produzidos pela Fibra Design Sustentável. Foto: Leonardo Costa/MCA Estúdio

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Carpete de milhoNo lugar do náilon (derivado do petróleo), amido de milho. Assim é o carpete das novas coleções da americana Interface. Disponível em placas de 50 x 50 cm,  é instalado com adesivo à base de água. O fabricante adota energia solar e biogás na produção, e ainda consome pouca água e matéria-prima. Isso porque o produto leva até 58% de material reciclado - carpetes velhos que a própria empresa coleta de seus consumidores. Foto: divulgação
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Laminados com selo verde
A linha Estúdio (1), da Durafloor, traz um modelo na cor freijó natural, que imita madeira de demolição. Já o padrão nogueira rústico, da linha Elegance (2), é o lançamento da Eucafloor. Nos pisos laminados, cujo aspecto se assemelha ao da madeira, apenas o miolo é feito a partir desse material (normalmente de pínus ou eucalipto). Para fabricá-lo, empresas como a Duratex e a Eucatex utilizam matéria-prima proveniente de florestas certificadas pelo Conselho de Manejo Florestal (FSC). O produto final também ostenta o selo verde. Foto: Carlos Piratininga
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Produção certificada A fábrica de porcelanato da Eliane, localizada em Criciúma, SC, foi a primeira do setor cerâmico a receber o certificado ISO 14001. Prova de que a empresa atende às normas da entidade suíça International Standards Organization, o documento assegura que a produção toma as providências necessárias para não agredir a natureza, como tratamento dos poluentes e economia de água e energia, entre outros. O produto mais novo da linha, indicado para pisos ou paredes, chama-se WE-4 - um porcelanato branco oferecido em grandes formatos (60 x 60 cm e 45 x 90 cm). Foto: Marcos Lima
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Pisando certo
Renovável, com rápido crescimento e baixo impacto ambiental, resistente e flexível, o bambu compõe de móveis a estruturas de pontes. Sua tonalidade também faz bonito no piso - na foto, tom escurecido e natural. É o que mostram estas réguas de 9 x 90 cm e 1,5 cm de espessura (o que permite duas lixadas ao longo de sua vida útil). Para instalar, colam-se as lâminas sobre o contrapiso nivelado e impermeabilizado e encaixam-se as peças pelo sistema macho-e-fêmea. Pregos de aço inoxidável dão o arremate. Importadas da China pela loja paulista Arquias, demoram ao menos 120 dias para ser entregues. Foto: Carlos Piratininga
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Sobras nobres
O corte do mármore produz restos que a Fatto a Mano, empresa de Itapema, SC, decidiu não mais jogar fora. A marca desenvolveu um sistema de reciclagem e hoje encaminha o refugo a uma designer, que avalia o material e desenvolve a linha Ecomosaico. Com ou sem relevo, as peças de 10 x 1 cm vêm em telas de fibra de vidro medindo 20 x 20 cm. Vão bem em pisos e paredes, mas precisam ficar longe das áreas externas. Como a produção ainda é modesta (200 m2 por mês), a empresa trabalha com encomendas. Foto: Marcos Lima
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Piso de borrada reaproveitada
A indústria farmacêutica tem endereço certo para mandar o refugo de borracha da produção de chupetas. Não são os aterros, mas sim a empresa Brasibor, que, com as sobras, desenvolve pisos atóxicos, autotravantes e antiderrapantes, ideais para playgrounds. São placas de 33 x 25 cm e 20 cm de espessura.Foto: divulgação 

 
FONTE:  Casa.com.br/sustentabilidade

Cidades e soluções: plástico verde e papel semente



O Cidades e Soluções foi conhecer a maior fábrica de plástico verde em escala industrial do mundo, na cidade de Triunfo, no Rio Grande do Sul. O plástico é produzido sem petróleo, a partir do etanol de cana-de-açúcar. E em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, o papel semente, de produção quase artesanal e que pode ser, literalmente, plantado, ganha cada vez mais espaço no mercado de etiquetas e em projetos de conscientização ambiental.


Muito bom André Trigueiro. 

Parabéns pelos 4 anos de Cidades e Soluções!! Sou sua fã!!!
Érica Sena

Calcule suas emissões de CO2!!

Em tempos de mudança climática é fundamental que as organizações e cidadãos tenham conhecimento do volume de emissões de dióxido de carbono (CO2) que emitem. Este gás é o principal causador do efeito estufa, responsável pelo superaquecimento da Terra.
Uma ferramenta virtual de fácil acesso, capaz de auxiliar aqueles que querem gerenciar o CO2 que emitem é a Calculadora de Emissões. Esse mecanismo é importante para se ter ideia de como estão os nossos níveis emitidos.
A calculadora de emissões é o primeiro passo para as organizações e pessoas que querem chegar à condição de “carbono zero” e que tenham o objetivo de neutralizar parte de suas próprias emissões. Mas não se esqueça de um detalhe muito importante: a ferramenta ajuda, mas só você é capaz de reduzir com o CO2.

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 http://www.ecodesenvolvimento.org.br/conteudo/calculadora

 Fonte: EcoDesenvolvimento

sábado, 23 de outubro de 2010

Lançamento do livro: Reúso de materiais e elementos de construção

O primeiro título no Brasil em língua portuguesa sobre  o reúso, reaproveitamento e reciclagem de materiais
 e elementos de construção que mostra alternativas para mitigar o desperdício em canteiros de obras e em projetos de reformas.

http://www.ofitexto.com.br/produto/reuso-de-materiais-e-elementos-de-construcao-.html



Editora: Oficina de Textos
ISBN: 9788579750090
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
368 p. - 18x25cm - 1ª edição

                 Os resíduos se convertem em recursos!

Reúso de Materiais e Elementos de Construção identifica como arquitetos e engenheiros podem projetar construções que incorporem materiais e componentes reaproveitados, de modo a minimizar a geração de resíduos. O reúso de recursos das construções ganha cada vez mais relevância à medida que cresce em todo o mundo o interesse em projetos verdes e sustentáveis.

Este livro destaca as oportunidades de reúso de materiais de construção e componentes para cada elemento de uma edificação, desde as fundações e elementos estruturais até as fachadas e os sistemas mecânicos e elétricos. Apoiado em exemplos de casos internacionais e dicas práticas, a Obra discute as principais questões e cuidados a considerar quando se projeta uma edificação com uma porcentagem significativa de materiais e produtos reaproveitados e reciclados.

Reúso de Materiais e Elementos de Construção é uma referência inovadora e atual para profissionais da construção – arquitetos, engenheiros, empreiteiras, planejadores e responsáveis por políticas ambientais – e estudantes de Arquitetura e Engenharia Civil.

Bill Addis é doutor em história e filosofia da engenharia pela Universidade de Reading, Inglaterra, onde foi docente por 15 anos. Atualmente lidera a equipe de sustentabilidade do escritório de engenharia Buro Happold em Londres. 

 Sumário: