segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Mesmo sem estatueta o " LIXO EXTRAORDINÁRIO" merece nossos aplausos!

Acabei de ler na Folha de SP sobre a decepção do pessoal de Gramacho, por não ter ganhado o Oscar.


 É uma dor e tanto, pois criamos expectativas além do que deveríamos, não é?? Isso é normal.


Mas, se serve de apelo ...


O fato do filme " LIXO EXTRAORDINÁRIO" estar entre os concorrentes já é um prêmio. Poder mostrar essa realidade triste ao mundo, chamando atenção sobre a problemática social e ambiental que aqui existe, mas ao mesmo tempo passar a garra de todos que estão nessa vida e poder torná-los com mais auto-estima...não tem preço! O Oscar é de menos!!


http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/881997-derrota-de-lixo-extraordinario-provoca-choro-no-rio.shtml

 Tião, vc se saiu muito bem em Los Angeles! Sua fala de representante do catadores de Gramacho juntamente com seu glamour de participante do Oscar não deixou nada a desejar aos grandes atores.




Parabéns a equipe de produção do filme!
Parabéns João Jardim
Parabéns Vik Muniz
 Parabéns Tião!
Parabéns Catadores de Gramacho! Espero que a partir de agora vcs alcancem o que procuram!

Abaixo vídeos sobre o filme.






Fontes: G1, Folha de SP

Espero que com a PNRS a situação dos catadores de Gramacho e de todas as partes sejam resolvidas. É necessário a inserção dessas pessoas no mercado de trabalho, onde lhes sejam garantidos qualidade de vida.

 Érica Sena

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Poluição do ar causa mais infarto que cocaína

Estudo feito na Bélgica mostra que ar poluído das grandes cidades é um dos maiores gatilhos para ataques cardíacos


 Para quem ainda acha que alterações ambientais não causam consequencias importantes na qualidade humama, leia essa matéria publicada na jornal Folha de SP.

Respirar ar poluído causa mais ataques cardíacos que usar cocaína, segundo revisão de estudos envolvendo 700 mil pessoas, publicada ontem no "Lancet". 

O trabalho, feito pela Hasselt University, na Bélgica, cruzou fatores de risco para infarto e a exposição da população a esses fatores.

Estudo feito na Bélgica mostra que ar poluído das grandes cidades é um dos maiores gatilhos para ataques cardíacos.
É por isso que a poluição ficou em primeiro lugar. Individualmente, aumenta apenas 2,9 vezes o risco de infarto, em comparação com a cocaína (23 vezes).
 Mas, como a população toda é exposta à poluição, e apenas uma fração pequena usa a droga (0,04%), a poluição desencadeia muito mais infartos do que a cocaína.
O estudo também coloca em patamares semelhantes os riscos da poluição e de outros fatores mais conhecidos, como esforço físico e consumo de álcool e de café. 

Para o médico epidemiologista Luiz Alberto Pereira, do Laboratório de Poluição Atmosférica da USP, é esse o mérito do estudo. 

Segundo Pereira, a poluição não é valorizada como fator de risco e ainda há muito ceticismo a seu respeito."O estudo pode fazer com que os clínicos finalmente olhem para a poluição como fator de risco relevante para infarto. Não se pode mais menosprezar um risco de 7%, similar ao do álcool." 

Os gatilhos fazem a doença preexistente piorar ou se manifestar. No caso da poluição, a piora da qualidade do ar pode causar um infarto poucas horas depois da exposição em quem tem hipertensão ou problemas cardiovasculares. 

Mas mesmo pessoas saudáveis podem sofrer dano e ter o risco de infarto aumentado ao longo do tempo, principalmente se morarem em cidades como São Paulo, diz o pneumologista Ubiratan de Paula Santos, do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Já aqueles que se protegem com medicamentos para pressão alta e se expõem menos aos riscos sofrem menos os efeitos dos gatilhos.




OUTROS FATORES
 
Ao todo, o trabalho revisou 36 pesquisas. A partir delas, foi feito um ranking de 13 fatores de risco que estimularam infartos uma hora ou dez dias depois do estímulo.
Alguns desses fatores são uso de maconha, emoções positivas e negativas, atividade sexual e refeições pesadas. O fumo passivo não foi incluído no estudo, mas os autores dizem que seus efeitos são similares aos da poluição ao ar livre, e há a evidência de que banir o fumo em lugares públicos reduziu as taxas de infarto em 17%.
O esforço físico, que pode proteger o coração se é feito com regularidade, é o segundo principal fator de risco, para quem é sedentário ou esportista de fim de semana.
Da mesma forma, o álcool, terceiro no ranking dos gatilhos, pode ser um fator de proteção quando consumido em pequenas quantidades. MARIANA VERSOLATO

Fonte: Folha de SP

Belezas naturais de Paraty estão ameaçadas com o turismo

Jonne Roriz/AE

Estudo apontará a capacidade das praias e trilhas da região de Trindade para receber turistas sem que ocorra degradação ambiental; no ano-novo 2009-2010, durante nove dias, 35,8 mil turistas estiveram na localidade, cuja população é de mil pessoas


A região de Trindade, paraíso de universitários e bichos-grilos que gostam de acampar e de famílias de alta renda com casas de veraneio no Condomínio Laranjeiras, tem cerca de mil moradores e inúmeros encantos. Suas praias, no município de Paraty (RJ), são cercadas por áreas preservadas de Mata Atlântica - e a alguma delas só se chega de barco ou por trilhas.


Paraíso. Praia do Rancho, em Trindade, na região do Parque Nacional da Serra da Bocaina; calmaria de fevereiro constrsta com cheia dos feriados e férias
Mas o turismo desordenado e a falta de estrutura, como coleta e tratamento de esgoto, ameaça o lugar. Levantamento feito no verão de 2009/2010 mostrou que a região recebeu em nove dias, no feriado do ano-novo, 35,8 mil pessoas - quase o mesmo número de habitantes de Paraty (37,5 mil). No carnaval, o número de turistas em seis dias chegou a 22,4 mil. 

Com tamanha visitação, problemas como o grande amontoado de lixo e o esgoto que vai parar na praia saltam aos olhos. Agora, um estudo que terá duração de um ano analisará a capacidade que a área tem para receber viajantes sem que ocorra degradação ambiental. 

A pesquisa será implementada pelos institutos EcoBrasil e BioAtlântica, com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.
O estudo abrangerá as atrações turísticas da Vila de Trindade, da Vila Oratório, da Praia do Sono e da Ponta Negra. "Faremos uma recomendação para a entrada de um número determinado de carros por dia, por exemplo. Também veremos qual é a capacidade das trilhas", explica Roberto Mourão, do EcoBrasil. 

Ecoturismo. Na opinião de Daniel Cywinski, diretor executivo da Associação Cairuçu, o ideal é ter um turismo de mais qualidade e menos quantidade em Trindade. "Hoje, cada pessoa gasta em média R$ 30 por dia na Praia do Sono. Elevar para R$ 150 não seria exagero pelo valor do lugar, pela paisagem extraordinária", diz. 

As Praias do Meio e do Caixadaço ficam dentro do Parque Nacional da Bocaina. Segundo o chefe do parque, Francisco Livino, em 2008 começaram algumas ações de ordenamento, com a retirada de bares. Mas muitos ainda estão por lá. 

Apesar de a unidade de conservação ter sido criada em 1971, a infraestrutura é precária e, por isso, não se cobra entrada. "Precisamos mudar o perfil. Hoje os jovens vão para a Praia do Meio para fazer balada, tomar cerveja e ouvir música. Mas precisamos que a área tenha ecoturismo."
A psicóloga Cristiane De Vecchio Rose começou a frequentar Trindade há cerca de 15 anos, com amigos da universidade. Mas afirma que hoje não tem mais vontade de voltar. "Antes era um lugar rústico, calmo. Agora acho que perdeu o encanto, há muito comércio, pessoas te oferecem para ficar nos quiosques, com cadeiras na praia", conta. 

O aumento de construções também preocupa o biólogo Fausto Rosa de Campos, de 28 anos, que nasceu em Trindade e é dono do camping Menina Flor. "Uma coisa bacana é que em Trindade o caiçara mora de frente para a praia, o que não se vê no restante do litoral. E as praias continuam lindas. Mas o crescimento desordenado vai deixando tudo mais feio. Não tem mais para onde crescer - ou congela ou vai virar favela", diz.

A reportagem tentou ouvir as Secretarias de Turismo e de Desenvolvimento e Meio Ambiente de Paraty, mas elas não se manifestaram.

Fonte: Estado de SP, 27/02

 Esse estudo e devidas ações preventivas devem ser feitas em todas as regiões localizadas em ecossistemas ainda conservados, principalmente no ecossistema litorâneo, antes que a falta de leis e proibições resultem no fim dessa paisagem.
As cidades turísticas, litorâneas ou não, têm que começar a pensar em formas de garantir turistas, como também garantir a conservação da paisagem, através de inserção de ecoturismo local.

Érica Sena


As fases de um dos meus Bonecos Eco

Lembra dos meus bonecos Ecos??

 Bom, resolvi colocar um por vez para germinar... os outros ainda continuam embalados.

   É muito fofo ver o progresso dele ao ser molhado...ainda crescerá mais, mas já vale um post..hehehe

Veja que fofo !!


As fotos mostram o desenvolvimento  do cabelo desde a segunda feira passada até hoje, 27/2.



Gostou??? Para ter um deste entre em contato com o BONECO ECO
Com certeza é um presente ecológico pra lá de divertido!

Érica Sena

sábado, 26 de fevereiro de 2011

ECO-vivenciando Educação Ambiental em Brasília



Personagem Ana Folha:-Ilustração de JULIANA RIBEIRO



                           “ O objetivo é contribuir para que a comunidade escolar
                            repense as práticas cotidianas, a relação do ser humano
                            com o planeta...
                              Lêda  Bhadra (Diretora da Escola da Natureza)
                                                   Por Luciana Ribeiro

Compreende-se que a educação ambiental engloba o processo educativo para a sensibilização das mudanças de paradigmas políticos e culturais do ser humano, portanto motivando sua vivência de forma sustentável no planeta Terra. Assim, articula-se por meio das políticas públicas junto aos Órgãos gestores- Ministério do Meio Ambiente (MMA) e Ministério da Educação (MEC)- efetivando a mobilização e a interação dos conhecimentos socioambientais entre educadores e comunidades de Brasília e do Brasil.

 Fato que destaca a Escola da Natureza como Centro de Referência em educação ambiental da Secretaria de Estado do Distrito Federal (SEE/DF)- fundada em 1996, contribui para a formação continuada dos professores da Rede Pública e Privada e comunidades que participam de propostas educativas (Cursos/Palestras/Eventos e outros) dentro de uma perspectiva multi, inter e transdisciplinar, focando temáticas sobre o meio ambiente, por exemplo: resíduos sólidos; Água: Energia. Os cursistas recebem o apoio ecopedagógico para a elaboração de projetos educativos a serem implementados nas escolas e outros espaços de convivência social, havendo então, o acompanhamento inerente à realização de tudo.
A Universidade de Brasília (UNB) também têm promovido pesquisas, projetos e ações junto ao Núcleo da Agenda Ambiental- Sediado pelo Decanato de Extensão, tem programado a missão de implementar de forma participativa uma Agenda sustentável nos Campus acadêmicos- e visar a instrumentalização dos PACS, grupos operativos (estudantes, funcionários, professores, gestores, Centros Acadêmicos e permissionários da UNB), os quais auxiliam a identificação dos problemas e soluções educativas para: Áreas Verdes e Espaços de Convivência etc. Neste sentido, o Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências da Saúde atua em parceria com o Decanato para o combate do mosquito da dengue (inciou-se no dia 14 de janeiro de 2011).
Os Órgãos como Instituto Brasília Ambiental- (IBRAM), FURNAS Centrais Elétricas SA, Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (CAESB) e outros têm difundido e cooperado para a disseminação da educação ambiental nas escolas e comunidades, embora dinamizem trabalhos diversificados por meio de Cursos/palestras etc.
Considera-se, então para que haja de fato o fortalecimento e a implementação das políticas públicas no ensino formal e não-formal, caberá ao estado desempenhar atividades, trabalhos e projetos socioambientais (valorizando todos os Biomas ou vegetações brasileiras e todas às suas necessidades e formas de preservação), e ainda aprofundando de fato o reconhecimento e a democratização da Lei 9.795/1999- Política Nacional do Meio Ambiente (PNEA), a qual seja trabalhada em todos os níveis de aprendizagem escolar
.
Nota-se, que a Política Nacional dos Resíduos Sólidos (aprovada pela Lei 12.305/2010) ampara o planejamento de  ações socioambientais nas empresas, nos movimentos sociais, nas escolas e entre os trabalhadores de reciclagem e aproveitamento.E, recomendando a divulgação e a socialização dos debates sobre a problemática ambiental entre especialistas, universitários, educadores, comunidades e cidadãos no geral,ou seja, dinamizando e democratizando acontecimentos que sejam acompanhados por todos.
Segundo Vilmar Sidney Demamam Berna (2010),  a mídia especializada pode colaborar muito para a disseminação da visão crítica, emancipatória e participativa entre todos que fazem parte da educação e de outras especialidades, contudo alicerçando uma autêntica.

COMUNICAÇÃO AMBIENTAL nos espaços de convivência humana.

Acesse para saber mais:www.escoladanatureza.com.br
                            www.naa.unb.br
                            http://www.escritorvilmarberna.com.br/
                            http://www.mma.gov.br/sitio/
                            http://portal.mec.gov.br/



Excelente artigo de Luciana!!


 Como educadora sei o quanto é valioso e necessário atividades sobre Ed Ambiental em escolas, ONGS, mas sinto que falta preparo aos professores de ensino básico para que exerçam tais funções. Ed Ambiental não cabe apenas aos professores de Ciências e de Biologia, mas de todos.
É muito bom saber que estão capacitando professores. Parabéns Escola da Natureza e Luciana!
Que sirva de exemplo para outras instituições e estados brasileiros!!!!
 Muito bom!!!


Érica Sena 

Promoção Eccaplan: Vc e Eccaplan no Fórum Mundial de Sustentabilidade





Como você contribui para o meio ambiente?

Crie uma frase ou um vídeo, de no máximo 1 minuto, sobre o tema “2 atitudes que ajudam a mudar o mundo”. A melhor frase ou vídeo, escolhido pela comissão julgadora, ganha um convite para participar do Fórum Mundial de Sustentabilidade (www.forumdesustentabilidade.com).

O Fórum Mundial de Sustentabilidade, em sua segunda edição, de 24 a 26 de março de 2011, reunirá em Manaus personalidades como: Bill Clinton, Fundador da William J. Clinton Foundation e Ex-Presidente dos Estados Unidos; Arnold Schwarzenegger, ex-governador do Estado, da Califórnia (EUA); Richard Branson, fundador e presidente do Virgin Group, além de lideranças em Sustentabilidade, CEOs das mais importantes empresas nacionais e internacionais, líderes políticos, lideranças de ONG’s ambientais, lideranças de universidades e jornalistas de todo o mundo.

A ECCAPLAN é responsável por toda a consultoria ambiental do Forum (suporte na seleção de fornecedores, redução e reaproveitamento de resíduos, apoio ao desenvolvimento local) e redução, quantificação e compensação das emissões de gases de efeito estufa, por meio do Programa Evento Neutro

Para compensação ambiental deste Forum foi escolhido projeto de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD) da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Juma, localizado no Estado do Amazonas.

Esta promoção vai até o dia: 14.03.2011. O resultado será divulgado até o dia 15.03.2011. Participe!


DINÂMICA DA PROMOÇÃO

• Para participar, o internauta deve seguir (“curtir”) a ECCAPLAN no FACEBOOK (http://www.facebook.com/eccaplan).
• Frases: postar a frase no mural da página da Eccaplan no Facebook (www.facebook.com/eccaplan).
• Vídeos: Postar o vídeo, de no máximo 1 minuto, no YOUTUBE da ECCAPLAN (www.youtube.com/eccaplan) e depois colocar o link no mural da página da Eccaplan no Facebook;
• O vídeo deve estar necessariamente em uma conta do YouTube registrada com o nome do participante;
• Cada participante poderá postar apenas um vídeo ou frase. Caso poste mais de um vídeo ou frase, valerá a última postagem;
• O participante vencedor ganhará como prêmio 1 (um) convite para participar do Fórum Mundial de Sustentabilidade (24 a 26 de março de 2011);
• As demais despesas (locomoção, alimentação, hospedagem, etc.) são por conta do participante;
• O participante premiado deve possuir, mais de 18 anos de idade;
• O nome do ganhador será divulgado no site http://www.eccaplan.com.br/ e no Facebook no dia 15.03.2011;
• Em caso de suspeita de fraude o participante será automaticamente desclassificado;
• Caso surjam frases ou vídeos repetidos/similares, valerá o participante que fizer a primeira postagem;
• A simples participação neste concurso implica total conhecimento e aceitação deste regulamento;
• Quaisquer dúvidas, divergências ou situações não previstas neste regulamento serão analisadas e DECIDIDAS de forma soberana e irrecorrível pela comissão julgadora;
• Ao participar da promoção os internautas autorizam total e livre utilização do material enviado;
• Os participantes do concurso, incluindo o vencedor, assumem total e exclusiva responsabilidade a respeito de todas e quaisquer eventuais reivindicações de terceiros que se sintam prejudicados pela cessão do direito de autor, sendo esses direitos cedidos livre e desembaraçado de todos e quaisquer ônus ou restrições.

Fonte: Eccaplan Consultoria em sustentabilidade

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

O primeiro filme a ter Selo de Sustentabilidade


 
Selo de sustantbilidade
 
O filme The Off Hours é o primeiro a receber o selo SSF (Sustainable Style Foundation’s).  
Todos os departamentos da produção fizeram esforços para fazer escolhas socioambientais corretas.

O diretor Megan Griffiths deu cinco dicas principais para uma filmagem sustentável:

Consumo local: usar produtos feitos manualmente e localmente ajuda numa redução considerável da pegada ecológica. Dessa maneira, é possível economizar gastos com gasolina e transporte e ajudar o desenvolvimento da economia global.

Reutilizar itens: grande parte do impacto de grandes produções é o consumo de produtos para o cenário e ambientalização dos filmes, mesmo que sejam similares a de outros filmes. Por isso, comprar roupas e móveis usados pode ser uma grande alternativa – que diminui inclusive o orçamento da obra. No final da produção, as peças podem ser vendidas e até doadas para um novo uso.

Reciclar e Compostar: a produção deve incentivar a cultura de reciclagem e compostagem de todos os resíduos das gravações. Não exige investimento, apenas comprometimento de toda a equipe.

Filmagem digital: filmes são tóxicos e difíceis de reciclar. Por isso, gravar o material em equipamentos digitais e armazenar em hard drives pode ser uma maneira muito mais consciente de cinema.

Evitar uso de embalagens descartáveis: usar canecas e garrafas de água pode ser uma maneira de evitar o desperdício de copos de plástico. Cada pessoa da produção teria a sua própria embalagem, gerando menos lixo.

OHPressKit banner The Off Hours é primeiro filme a receber selo de sustentabilidade

Sobre o filme

The Off Hours mostra Fracine, uma garçonete cansada de sua vida, que se resume ao restaurante onde trabalha e os clientes ocasionais. Mas quando um banqueiro se torna um cliente regular, Francine começa a ter esperança novamente. Com as mudanças acontecendo gradualmente, a garçonete se lembra que nunca é tarde de mais para se tornar a pessoa que ela sempre quis ser.

Dirigido e escrito por Megan Griffits.
O filme vai participar do Festival de Sundance de 2011 e ainda não tem data prevista para estreia no Brasil.

Matéria de Gisele Eberspächer ,21/02/2011


Fonte: Atitude Sustentável, 21/2

Pensar Eco fala sobre alimentação; nosso PF de todos os dias!

'Prato feito' dos brasileiros é balanceado, dizem médicos

Tema foi debatido no Programa Bem Estar do dia 21/02 pelo endocrinologista Alfredo Halpern.

A variação do "prato feito", o popular PF, que inclui arroz, feijão, frango grelhado e salada é considerada uma das mais saudáveis
Segundo o Ministério da Saúde, não é preciso ter muito dinheiro para se alimentar bem.

O ideal é consumir frutas, verduras, legumes e cereais integrais, e isso já existe no prato do brasileiro.

Martins explica que não se deve exagerar na carne, e ela não precisa estar presente em todas as refeições.
A natureza do país também incrementa os nossos hábitos. Cada quiosque no Rio de Janeiro vende, em média, 8 mil cocos por mês. A bebida é fundamental para a hidratação do corpo, principalmente no verão. Mas o coco não está sozinho: há uma infinidade de sucos naturais, de cores, sabores e texturas diferentes. Eles são ricos em vitaminas e minerais, como potássio, cálcio, ferro e fósforo. Cupuaçu, abacaxi com hortelã, acerola, manga e fruta do conde são alguns exemplos bem nacionais.Os estrangeiros valorizam esse privilégio. O alemão Marco Binske revela que gosta das praias, dos sucos e das mulheres daqui. Para uma turista francesa, as frutas são “divinas”, muitas até então desconhecidas por ela.
Hábitos saudáveis (Foto: Arte/G1)



 Guia do Ministério da Saúde

O Guia de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, elaborado em 2006, orienta que as pessoas comam até seis porções por dia de carboidratos, como pães, arroz, massas, batata e mandioca. As farinhas de trigo e milho, enriquecidas no Brasil com ferro e ácido fólico, protegem contra anemia e malformações em bebês.Também são indicadas três porções de frutas, três de verduras e três de legumes por dia para garantir nutrientes e fibras, que ajudam na digestão e no combate do colesterol ruim. Além de vitaminas e minerais, as verduras e legumes têm componentes importantes contra o câncer e doenças cardíacas.

Já os frutos regionais do Norte, Nordeste e Centro-Oeste – como buriti, dendê e pequi – são bons contra a deficiência de vitamina A, que é endêmica nesses lugares e pode causar problemas de visão e doenças oportunistas.

O Ministério sugere, ainda, o consumo de feijão com arroz: uma parte do primeiro para duas do segundo. O feijão tem carboidratos e é rico em fibras, vitamina B, ferro e cálcio. Já a feijoada, com a inclusão de embutidos como linguiça e joelho de porco, torna o prato pouco saudável.

Também são fonte de ferro vísceras e miúdos, como fígado de boi e coração de galinha, que devem ser consumidos pelo menos uma vez por semana. A ingestão de suco de laranja e limão como tempero de salada aumenta a absorção de ferro e de outros minerais pelo organismo. Adicionar um pedaço de carne à refeição tem a mesma finalidade, além de ser fonte de proteínas.

Além disso, o guia recomenda o consumo de frango e peixes, por terem baixo teor de gordura. O leite e derivados têm alta concentração de vitaminas e são a principal fonte de cálcio da alimentação, necessária à formação e à manutenção dos ossos. Crianças, adolescentes, jovens e grávidas devem comê-los em maior quantidade.

Para beber, água tratada ou filtrada e sucos naturais sem adição de açúcar são ideais. A quantidade suficiente varia de seis a oito copos por dia.

Atividade física deve ser feita diariamente, por 30 minutos. O Ministério indica caminhadas, pedaladas, dança e esportes como futebol. Ir a pé para o trabalho, subir escadas, fazer faxina, lavar o carro e praticar jardinagem também ajudam a gastar energia. Para as crianças, é saudável brincar na rua, de pega-pega, esconde-esconde, pula-corda, correr e jogar amarelinha.

Entre no link do Programa Bem Estar e assista a matéria feita por eles

Fonte: G1-Bem estar, 21/2

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Projeto Florir chega à região dos Jardins



A AME JARDINS - entidade que congrega moradores dos bairros dos Jardins Europa, América, Paulista e Paulistano - tem como um dos seus objetivos a preservação das áreas verdes da região. A vegetação dos bairros, especialmente a arbórea, é um dos elementos tombados pelo Condephaat. Dessa forma, a entidade tem solicitado, ao poder público, atenção especial à adequada manutenção destes espaços, bem como à implantação de melhorias.

Nesse contexto, o Projeto Florir, desenvolvido pelas secretarias municipais de Coordenação das Subprefeituras (SMSP) e do Verde e do Meio Ambiente (SVMA), chega à região dos Jardins, transformando áreas descuidadas, como canteiros, rotatórias e esquinas, em locais floridos e arborizados, atendendo solicitação da AME JARDINS.

Por meio da implantação de identidade paisagística e criação de novos espaços de convivência para a população, o projeto busca embelezar e valorizar ainda mais os bairros.  Além disso, a ação também tem reflexos no trânsito, criando ilhas que exigem a redução da velocidade, preservando a segurança dos pedestres.

O Florir objetiva revitalizar e requalificar praças e áreas verdes, inclusive canteiros centrais de grandes avenidas de São Paulo, deixando a cidade mais colorida. Além de plantas ornamentais, a Prefeitura realiza reparos na calçada do local e substitui o piso de concreto por outro que aumenta a permeabilidade e facilita o escoamento da água.

Na região dos Jardins, entre outros pontos, estão incluídos no projeto as praças Califórnia, Nicolau Scarpa, dos Incas, os canteiros centrais da Av. Nove de Julho, os canteiros verdes das esquinas das ruas Dinamarca, Áustria e Polônia;  Alemanha e França; Inglaterra, Áustria e Bucareste; Dinamarca com Itália; França e Portugal; Antônio Bento com Veneza e Av. 9 de Julho com Rua Rússia.

Texto enviado por Ricardo Somera da Voice Comunicação

Muito bom!!!

 

Como o seu consumo afeta a maior floresta tropical do mundo

Foi lançado  no seminário Conexões Sustentáveis São Paulo – Amazônia” o segundo estudoQuem se beneficia com a destruição da floresta”. 

A investigação traz exemplos de atores que produzem gado de corte, soja e madeira envolvidos com o desmatamento ilegal e o trabalho escravo que se conectam a outros, indústrias ou tradings, até chegar a varejistas que operam na capital paulista. Dessa forma, grandes empresas baseadas em São Paulo, e seus clientes, acabam financiando, mesmo sem saber, cadeias produtivas insustentáveis.

Objetivo principal da investigação:  é alertar as empresas e os consumidores sobre a importância de adotar modelos de negócios que não financiem a exploração predatória dos recursos naturais, a degradação de trabalhadores ou que cause danos às populações tradicionais.

  É possível produzir na Amazônia sem devastá-la.Obter alimentos e móveis de forma sustentável, com respeito ao meio e às comunidades que dele dependem.

Povos indígenas, comunidades tradicionais e pequenos agricultores estão no topo da lista dos que saem perdendo. No entanto, essa relação é ainda mais longa, uma vez que não só o Brasil, mas o planeta inteiro é afetado pela exploração inconseqüente dos recursos naturais, já que a floresta em pé é decisiva para a manutenção da qualidade de vida de milhões de pessoas. Entre outras funções vitais, ela regula o regime de chuvas e a temperatura média de uma extensa área do globo.

A responsabilidade social empresarial deve ser exercida em sua plenitude e não apenas em ações de marketing social ou de filantropia. 

O consumidor precisa urgentemente ser educado e se educar para não comprar, sob nenhuma condição, produtos que tenham crimes ambientais e trabalhistas em sua cadeia de produção.

O governo precisa tornar eficiente sua capacidade de fiscalização, educação e repressão às ações criminosas.

O pode judiciário deve se agilizar e fazer o que for necessário para evitar que um processo por destruição ambiental ou por trabalho escravo se arraste por anos.

Os agentes financiadores, públicos e privados, não podem mais injetar recursos em processos predatórios, seja através de compras públicas ou de financiamento à produção.

O ato da compra é um ato político poderoso. Através dele damos um voto de confiança para a forma pela qual determinada mercadoria é produzida. Um exercício democrático que não é exercido apenas a cada quatro anos, mas no nosso dia-a-dia. E que pode ditar o destino da maior floresta tropical do mundo e de sua gente. 

Ou seja, também cabe a cada um de nós, paulistanos, decidir o futuro da Amazônia.

O formato do estudo, tocado pela Repórter Brasil e a Papel Social Comunicação, é multimídia e livre para navegar como quiser. Esse é o novo modelo de divulgação de estudos e pesquisas que vem sendo adotado por organizações sociais na Europa e nos EUA. Não polui, circula mais, é acessível ao público (que vai consumir a informação e não guardá-la no armário ou usá-lo como anteparo para o monitor) e não é (tão) chato.

Exemplo de caso: A madeira duvidosa dos prédios de luxo

O problema: Um prédio de luxo da capital paulista – que tem a Tecnisa e a Stuhlberger como investidoras e a SKR como construtora responsável pela obra – utilizou madeira comercializada pela Sulmap. A empresa está envolvida em diversos ilícitos ambientais e sociais, como uso de planos de manejo irregulares e exploração ilegal de toras em terra indígena.

O caso: A Sulmap é controlada pelo Grupo Sincol, uma das maiores companhias do setor madeireiro no país. A corporação conta com 1,7 mil funcionários e produz principalmente portas e esquadrias, abastecendo o mercado nacional e exportando para América do Norte, União Européia e Oriente Médio. Também possui marcas próprias de portas, como Silentia, Sinkit, Indoor e Corta Fogo. O Grupo Sincol detém o selo da Forest Stewardship Council (FSC), a mais conhecida certificadora de madeira do planeta. 

Possui tanto áreas de manejo quanto produtos certificados, mas que não se aplicam à Sulmap. Porém, em acordo com as diretrizes do FSC, o grupo “reconhece que deverá ter uma mesma política em todas as unidades de manejo sob sua administração, mesmo aquelas que não estão abrangidas no escopo do certificado”.
Apesar de ter assumido esses compromissos ambientais, a madeireira Sulmap é acusada pelo Ministério Público Federal de envolvimento em grilagem de terras, uso de planos de manejo ilícitos e invasão de terra indígena em Colniza (MT). O local é palco de violentos conflitos fundiários e a madeireira é acusada de incentivar atividades de associação de agricultores para expulsar os índios do território. Além disso, a Sulmap consta da lista de embargos do Ibama. Desde 2006, o órgão interditou a exploração de uma área equivalente a 753 campos de futebol no município de Vera (MT) por conta de desmatamento de vegetação amazônica nativa em área de reserva legal.
Em 2009, a Sulmap forneceu produtos beneficiados de madeira para a construção de um prédio de luxo – o Sollo Vila Romana – localizado na Vila Romana, bairro nobre de São Paulo (SP). A incorporação do edifício é de responsabilidade da Fábia Empreendimento Imobiliário, uma sociedade de propósito específico com capital das construtoras Stuhlberger e Tecnisa. A obra é tocada pela SKR Engenharia.

O que dizem as empresas: A assessoria de comunicação da Tecnisa afirmou que a empresa não tem responsabilidade sobre as obras do Sollo Vila Romana, pois a participação da construtora estaria restrita “à parte de investimento de capital”.
Assim como a Tecnisa, a direção da Stuhlberger também afirmou que “tem sua participação na Fábia Empreendimentos Imobiliários SPE Ltda como investidora” apenas.
Já o engenheiro da SKR responsável pela obra do Sollo Vila Romana emitiu nota manifestando “surpresa” e “desconhecimento” sobre os problemas socioambientais relacionados à Sulmap. O funcionário da empresa também afirmou que os produtos de madeira adquiridos para a obra teriam sido acompanhados das devidas notas fiscais e guias florestais. “Acreditamos desta forma, que cumprimos todas as formalidades legais necessárias para evitar a compra de madeira ilegal (tendo em vista todos os documentos apresentados)”. Leonardo Sakamoto

Para acessar o estudo, clique aqui (em flash).


* Leonardo Sakamoto é jornalista, doutor em Ciência Política e coordenador da ONG Repórter Brasil e seu representante na Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo.

Fonte: Mercado Ético

Muito boa a matéria de Leonardo Sakamoto.

Érica Sena

Antes ouvir essa porcaria do que ser surdo!!



Sem comentários!!!!

Compartilho com vcs o email que mandei para Revista Galileu

Caro Ricardo Moreno,



Sou ambientalista e profissional da área, tenho um blog ambiental PENSAR ECO, onde informo e tento conscientizar as pessoas sobre a importância de mudarmos nossas atitudes em relação ao consumismo, aos recursos naturais.


Bem, sou assinante tb da Galileu, uma revista que gosto e muitas vezes faço dela minha fonte para informar meus leitores, mas fiquei surpresa com a última edição que chegou a minha casa esta semana. Primeiramente, me assustei com a capa onde aparecia um comediante, que não faz nada de aproveitável, apenas tirar sarro de tudo junto a um título “Livre-se dos Mitos verdes”, como ele fosse alguém da área. Claro, que fui ler e quando isso aconteceu, mais um susto: frases de mau gosto ditas por ele e um texto que coloca os jovens, leitores dessa revista, a acharem que somos ECO CHATOS e falamos besteira.


O que vocês chamaram de mitos, fazem parte de uma lista grande de dicas que a sociedade consciente pode fazer para ajudar a emitir menos CO2, e confesso que não fazem parte das dicas mais importantes.


Por exemplo, nunca falamos pelo menos os ambientalistas que conheço, para trocarem as sacolas plásticas por sacolas de papel; ou pior, para comprarem um carro elétrico... isso é conversa das empresas que estão por trás.


Diante dessa matéria, publiquei a minha matéria em meu blog e compartilhei no facebook. Logo que publiquei recebi muitos comentários criticando a posição da revista em publicar isso.


Acredito que não imaginassem que isso aconteceria, mas estou avisando a vocês, para que possam reavaliar e pensar em como reverter essa situação, pois como eu, existem vários ambientalistas que gostam da revista e contam com o respaldo dela para ajudar nessa luta em prol da sustentabilidade e da qualidade de vida.


Assim como os médicos que alertam os seus pacientes sobre que devem fazer para ter uma vida saudável, alertamos a sociedade, para que possamos viver bem, sem catástrofes, doenças e com alimentos de qualidade na mesa.


Obrigada desde já.


Espero em breve enviar outro email dando os parabéns pelas ótimas matérias.


Obs.: Como acredito que a transparência é de extrema importância, e que podemos reivindicar nossos direitos, sem usar de baixarias, publicarei esse texto em meu blog. Caso pense como eu, convido ao usar desse mesmo canal para apresentar os pareceres da revista Galileu.


Abraço,
Érica Sena

Qdo abrimos uma  discussão é importante deixarmos que o outro lado possa se explicar , e com isso, o problema seja sanado.
    É isso que espero!!
Muito bom é ver que não estamos sozinhos na luta...obrigada por me encorajarem e me fortalerem!
Bom dia a todos!
Érica

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Meu repúdio contra a matéria de capa da GALILEU de março!


Recebi ontem a última Galileu, e logo me chamou atenção a CAPA VERDE com o seguinte título: " Livre-se dos mitos verdes, juntamente com a foto do comediante Danilo Gentili e uma tarja em vermelho:

NADA DISSO VAI SALVAR O PLANETA!

PARE TUDO O QUE VC ESTÁ FAZENDO PARA SALVAR O PLANETA

 Não sei se todos ambientalistas e profissionais da área ao lerem, pensarão como eu, mas achei uma matéria com tom de humor exagerado, o que não combina com o assunto sério,e acaba ridicularizando todos nós (os chatos)

 " ACHO QUE ALGUNS CHATOS DE PLANTÃO ANDARAM ESCORREGANDO EM ALGUMA COISA...OPS.." D. Gentili 

 O pior é que no meio dessa matéria tem informações que são importantes e se perdem no contexto.

Primeiramente, esses mitos, que são apenas dicas ( e não as principais), e fazem parte de uma enorme lista de como ajudar a combater o aquecimento global.

  Mitos

  1- Coma só alimentos locais- O melhor é comer alimentos importados.

AMBIENTALISTAS: Ao consumir alimentos locais, além de diminuir a emissão de CO2 liberada, ajudaremos na sobrevivência de famílias que trabalham em pequenas agriculturas, nos quais os alimentos são mais saudáveis e menos impactantes ao meio ambiente. Não significa só comer o que está sendo produzido em seu entorno, mas sim escolher melhor seus alimentos. A saúde está relacionada com alimentos de qualidade, e não com quantidade, distância.

2- Proíba sacolas plásticas- sacolas plasticas são menos impactantes que as de papel.

AMBIENTALISTAS: Quando falamos desse tema, não sugerimos a troca de plástico por papel, mas sim do uso de ECOBAGS e a diminuição do consumo.

" NUNCA MAIS ME ENCHAM AS SACOLAS  COM ESSA CONVERSA DE SACOLINHAS!"

3- Precisamos de Conferências Climáticas- são discussões sem fim.

AMBIENTALISTAS: Podem até não ter fim, ou não terem resultados esperados, mas fazem que o mundo discuta sobre esse problema, que não é só MEU, só SEU, mas é NOSSO!

4- A energia eólica é a mais sustentável- é sustentável, mas não pode resolver o problema.

AMBIENTALISTAS:  Defendemos vários fontes energéticas limpas, onde destacamos a solar e a biomassa e também a eólica.

5- Recicle- incineração de vidros e metais é mais eficiente.

AMBIENTALISTAS: Defendemos os 5 R´s, onde o último é a reciclagem. Antes disso vem: repensar, reduzir, recusar, reutilizar. 

A incineração é altamente impactante e combatida pela maioria.

6- Vamos comprar e vender crédito de carbono- esta transação praticamente vende  ás empresas o direito de poluir.
 
AMBIENTALISTAS: para quem está por dentro do assunto, sabe que as  empresas só podem vender ou comprar uma pequena cota. Só haverá uma neutralização total, se alèm de comprar ou vender, reduzirem sua emissão.

7- Compre carro elétrico

AMBIENTALISTAS:  não acredito que nenhum ambientalista diga para comprar um carro elétrico...rs. Nossa dica é deixar o carro na garagem e utilizar o transporte coletivo, caronas, bicicletas.

8- O aquecimento global vai acabar com a Terra

AMBIENTALISTAS: Sempre falamos que a Terra já passou por muitas mudanças e não se abalou, mas o seres vivos, incluindo o SER HUMANO, corre risco.

Caso a mídia continue produzindo matérias que além de não serem sérias, atrapalham na conscientização dos leitores, principalmente os jovens ( leitores desta revista), com certeza correremos risco de morrer mais cedo diante de catástrofes ambientais.

Caros amigos ambientalistas, se não concordarem com o que escrevi, o espaço estará aberto para discussões.


Érica Sena













Unidade de reciclagem de geladeiras com processo pioneiro no Brasil é instalada em Minas Gerais

Empresa internacional de soluções ambientais especializada em manufatura reversa de refrigeradores e condicionadores de ar, a Revert inaugurou em Careaçu, Minas Gerais, no dia 15 de dezembro de 2010, sua primeira unidade no país. Desta forma, a companhia oferece a destinação correta de geladeiras que, entre outras substâncias danosas ao meio ambiente, contém CFC – Clorofluocarbonos, gás altamente prejudicial à atmosfera.

        
                         Magalhães: "Além da reciclagem de geladeiras e condicionadores de ar, pretendemos
                          implantar, juntamente
com a prefeitura, um programa de coleta seletiva na cidade"  


Com capacidade para processar até 450 mil unidades por ano, a nova planta é imprescindível à proposta governamental de reciclar até 10 milhões de refrigeradores em um período de 10 anos. Para tanto, o MMA – Ministério do Meio Ambiente dividiu a meta em 10 etapas, com o gerenciamento de um milhão em cada fase.

De acordo com Pablo Magalhães, diretor executivo da Revert Brasil, todo o trabalho está calçado pela PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos, que oficializa o conceito de logística reversa. Segundo ele, os planos da empresa não se restringem apenas ao seu foco principal.  



“Em Careaçu, vamos desenvolver vários projetos pilotos de educação ambiental e orientação de como os moradores podem fazer a separação do lixo residencial para uma futura coleta seletiva, em parceria com a prefeitura. Dentro de dois ou três anos, queremos transformar o local em modelo de cidade verde, com uma população consciente”, destaca.

Etapas do tratamento O processo de criogenia que, segundo Magalhães, é pioneiro no Brasil, é o empregado pela Revert na destinação correta de CFC. Segundo ele, neste método, o gás nocivo é transformado do estado gasoso para o estado líquido através do nitrogênio líquido e da pressurização. Com isso, torna-se mais fácil retê-lo. “O CFC é resfriado a menos de 70 graus e, em seguida, é armazenado em cilindros”, explica



                 


Todo o processo é dividido em 10 passos. A saber:


1. Pré-desmonte: são retirados alguns elementos que compõem o equipamento, como os cabos de força, condutores, capacitores, vidros, interruptores e lâmpadas.
2. Remoção do óleo do compressor e do gás refrigerante: é realizado o esvaziamento do circuito de refrigeração, ou seja, a retirada do fluido de refrigeração e do óleo compressor, através de um equipamento de alta sucção.
3. Desmontagem do compressor: o compressor é removido do refrigerador ou condicionador de ar.
4. Encaminhamento para a máquina de reciclagem: os refrigeradores e/ou condicionadores de ar são encaminhados através de uma esteira rolante para o triturador.
5. Trituração dos componentes dos refrigeradores: a partir desta etapa, o processo é hermeticamente fechado na máquina recicladora, evitando o escapamento de qualquer molécula de substancia nociva ao meio ambiente e capturando o gás CFC contido na espuma de isolamento.
6. Sucção e processamento do gás: etapa mais importante do processo. Nela, através de tubos hermeticamente fechados, o gás CFC é levado para um equipamento responsável pela liquefação, separação e armazenamento.
7. Separação de metais: através de esteira imantada, os metais são separados dos demais resíduos.
8. Fragmentos dos metais triturados (metais, espuma, plástico): após a separação dos metais, restam os fragmentos da espuma e do plástico que são separados para a reciclagem.
9. Espuma – desgaseificação granulada – a espuma passa pelo processo de desgaseificação e, em seguida, é granulada/peletizada para reaproveitamento.
10. Metais triturados (alumínio, cobre, ferro e aço): os fragmentos dos metais são triturados e separados, prontos para a reciclagem e fabricação de novos materiais.

                  
O equipamento instalado na fábrica possui tecnologia alemã e é totalmente automatizado. Assim, permite retirar mais de 99% do CFC existente em geladeiras, tanto no sistema de refrigeração quanto na espuma e isolamento. Conforme Magalhães, ainda é possível separar, com 97% de pureza, os demais materiais que compõem o aparelho, como poliuretano, plástico, ferro, cobre e alumínio.

A unidade privilegiou a mão-de-obra local, capacitada por uma equipe de alemães que ainda acompanharão a produção por mais dois meses. “Os profissionais receberam treinamentos com metodologia aplicada na Alemanha e o certificado que os autoriza a executar este serviço. Temos 30 funcionários por cada turno de serviço e na operação direta dos equipamentos recicladores são entre 10 e 12 trabalhadores envolvidos”, salienta o diretor. A Revert já planeja a certificação em conformidade com as normas ISO 9001 e 14001. (Victor Faverin)

http://rmai.com.br/v4/Read/513/unidade-de-reciclagem-de-geladeiras-com-processo-pioneiro-no-brasil-e-instalada-em-minas-gerais.aspx

 Fonte: RMAI, jan/2011

 Muito bom isso!! A lei de PNRS terá muito a ajudar o meio ambiente...Viva!!

Parabéns Revert  pela passo dado visando a sustentabilidade!!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Boas energias para todos!

Se não se movimentar, click na figura

Lindooooo....não poderia deixar de passar para os meus amigos

  Boa tarde,
Érica

Se não quiser não leia, mas estará perdendo...

 


SE NÃO QUISER ADOECER, FALE DE SEUS SENTIMENTOS

Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo, repressão de sentimentos degenera até o câncer. Vamos desabafar, confidenciar, partilhar intimidades, segredos, pecados. Diálogos, falas, palavras são... poderosos remédios, excelente terapia.

SE NÃO QUISER ADOECER, TOME DECISÃO
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

SE NÃO QUISER ADOECER, BUSQUE SOLUÇÕES


Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa, que se transforma em doença.

SE NÃO QUISER ADOECER, NÃO VIVA DE APARÊNCIAS

Quem esconde a realidade, finge, faz pose, quer sempre dar impressão de que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho, está acumulando toneladas de peso, uma estátua de bronze com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas, ter muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

SE NÃO QUISER ADOECER, ACEITE-SE


A rejeição a si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.

SE NÃO QUISER ADOECER, CONFIE

Quem não confia não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.


Autor desconhecido

Fonte: Blog da Astróloga  Marcia Belato